Arquivo da tag: discriminação no emprego

Duas em cada dez empresas se recusam a contratar homossexuais no Brasil

Quase 20% das empresas que atuam no Brasil se recusam a contratar homossexuais. A conclusão é de uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Elancers, que entrevistou 10 mil empregadores e mostrou que muitas companhias preferem rejeitar um candidato gay por temer que sua imagem seja associada a ele.

Cerca de 7% dessas empresas não contratariam homossexuais “de modo algum”, diz o estudo, enquanto 11% só considerariam a contratação se o candidato jamais pudesse chegar a um cargo de visibilidade, como o de executivo.

A pesquisa cita a justificativa de uma das recrutadoras entrevistadas, cujo nome foi preservado: “As empresas rejeitam homossexuais para posições de nível hierárquico superior, como diretores, vice-presidentes ou presidentes porque esses cargos representam a organização em eventos públicos e a associação de imagem poderia ser negativa para a companhia”, diz ela. “Quando falamos de escolas, as restrições a homossexuais são maiores por várias razões, mas principalmente pelo receio em relação aos pais dos alunos.” Continua. Fonte: Carta Capital.

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Negro ainda é maioria em trabalhos mais precários,

Fotografia: Gallo Images/ThinkStock

http://www.dmtemdebate.com.br/abre_noticia.php?id=1415

O economista e professor Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, analisou na quarta-feira (13/05) em sua coluna na Rádio Brasil Atual a situação do trabalhador negro no mercado de trabalho e na educação. Segundo ele, o país é marcado pela desigualdade e ainda está no começo do caminho para mudar o cenário. “Nós temos uma herança história de um país que se constitui na época da escravidão, tendo marcas consideráveis que exigirão políticas publicas de longo prazo para poder de fato constituir uma sociedade menos desigual.” […]

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Empresas são condenadas por negar vaga de motorista a candidato obeso

Empresas são condenadas por negar vaga de motorista a candidato obeso. Acesse a ‪#‎decisão‬ do Tribunal Regional do Trabalho do Espírito Santo em: http://bit.ly/1F9J3J2

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Zara foi autuada por descumprir TAC assinado para melhorar as condições de trabalho na sua cadeia de fornecedores

A Folha de S. Paulo destaca que a Zara foi autuada por descumprir compromisso assinado em 2011 para aperfeiçoar as condições de trabalho, segurança e saúde na sua cadeia de fornecedores e terceiros. O termo de ajustamento de conduta (TAC) foi feito após fiscais constatarem que uma fornecedora da Zara havia subcontratado uma oficina que utilizou imigrantes bolivianos e peruanos submetidos a condições degradantes de trabalho para fabricar roupas para a marca. Duas multas foram entregues à rede em abril, no valor de R$ 840 mil. A maior delas foi aplicada por discriminação: os fiscais entenderam que a rede excluiu de sua cadeia oficinas que empregavam estrangeiros. O Ministério do Trabalho e Emprego também encaminhou pedido ao Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) para executar na Justiça a cobrança de R$ 25 milhões por descumprimento do TAC. “A ação de execução do MPT deve confirmar o valor. Foi calculado considerando 7.071 trabalhadores prejudicados em 67 empresas da cadeia, fiscalizadas no país”, diz Renato Bignani, coordenador do MTE em São Paulo. Leia direto da fonte

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Contratação com base na raça, cor, sexo, religião é discriminação

Nesta semana em que se celebra o Dia do Trabalho, o TRT-SC está repercutindo as convenções fundamentais da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Leia a íntegra da Convenção 111: http://www.oit.org.br/node/472

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Sem preconceito

Fonte: CNJ

Art. 373-A. Ressalvadas as disposições legais destinadas a corrigir as distorções que afetam o acesso da mulher ao mercado de trabalho e certas especificidades estabelecidas nos acordos trabalhistas, é vedado:
III – considerar o sexo, a idade, a cor ou situação familiar como variável determinante para fins de remuneração, formação profissional e oportunidades de ascensão profissional.
Acesse a CLT: http://bit.ly/1afgg9h.

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Igualdade de gênero no trabalho continua insuficiente, diz OIT

No Dia Internacional da Mulher 2015, em Maceió (Alagoas), o ato 'Todos Por Elas' pediu o fim da violência contra a mulher. Foto: Márcio Ferreira/ Agência AlagoasFoto: Márcio Ferreira/ Agência Alagoas

Em muitas partes do mundo, as mulheres estão muitas vezes em empregos informais e com baixas remunerações; não têm acesso a educação, formação, recrutamento; têm pouco poder de negociação e decisão; e ainda assumem a responsabilidade pela maior parte dos trabalhos de casa não remunerados.

Duas décadas após a IV Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim, na China, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece que ainda é preciso avançar em termos de respeito à igualdade de gênero no trabalho.

Em termos políticos, legislativos e de ratificação de normas internacionais, a agência da ONU destaca um notável progresso. Em 1995, 126 Estados-membros da OIT haviam assinado a Convenção sobre Igualdade de Remuneração e 122 países haviam ratificado a Convenção contra a Discriminação. Esses números são agora 171 e 172, respectivamente.

No entanto, as mulheres continuam a sofrer discriminação generalizada e desigualdade no local de trabalho. Em muitas partes do mundo, as mulheres estão muitas vezes em empregos informais e com baixas remunerações; não têm acesso a educação, formação, recrutamento; têm pouco poder de negociação e decisão; e ainda assumem a responsabilidade pela maior parte dos trabalhos de casa não remunerados.

Globalmente, a diferença nas taxas de participação no mercado de trabalho entre homens e mulheres diminuiu muito pouco desde 1995. Atualmente, cerca de 50% de todas as mulheres estão trabalhando, em comparação com 77% dos homens. Em 1995, esses números foram de 52% e 80%, respectivamente. Continua. Fonte: OIT Brasil.

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(dowload) Cartilha: Respeito é bom e todos gostam

HQ6

6. Respeito é bom e todos gostam

Vamos acompanhar Carlos no dia a dia em seu estágio e descobrir que nem sempre as pessoas encontram um ambiente de trabalho bom e saudável.

Carlos vai sentir isso na pele, seu sonho era um estágio em administração, mostrar seu potencial e quem sabe assumir em definitivo um cargo na empresa, mas acaba relegado a servir café para seus superiores.

Em uma conversa com Larissa desabafa o que vem acontecendo e com a ajuda dela descobre que ele e outras pessoas no trabalho estão sendo vítimas de assédio moral.

E agora? O que fazer? Será que essa história tem final feliz?

Vamos aprender nesta edição da Série MPT em Quadrinhos um pouco sobre esse assunto que – infelizmente – faz parte da rotina de milhares de pessoas.

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TV Câmara: Pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Reprodução/TV CâmaraO trabalho das pessoas com deficiência está amparado pela Lei de Cotas, que obriga as empresas com 100 ou mais funcionários a reservar vagas. No entanto, o mercado formal emprega menos de 1%. De um lado, os estabelecimentos alegam falta de mão de obra qualificada; de outro, trabalhadores dizem que as vagas ofertadas são apenas para subempregos. O que pode ser feito para ampliar a oferta de vagas para pessoas deficiência? Vale a pena conferir o debate sobre o tema! Clique e assista. Fonte: TV Câmara.

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Samsung paga indenização de R$ 10 milhões por assédio moral

O Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) firmou termo de ajuste de conduta (TAC) com a Samsung para coibir a prática de assédio moral na empresa. O acordo prevê o pagamento de dano moral coletivo de R$ 10 milhões, sendo parte desse valor (R$ 5 milhões) pago na forma de divulgação de campanha sobre o tema. O material será veiculado na televisão, no rádio e em anúncios para revista. Os outros R$ 5 milhões serão revertidos para instituições sociais. Veja mais. Fonte: MPT.

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Empresa não pode exigir carta-fiança para admitir empregado

A exigência de carta-fiança como condição para a contratação de trabalhador é conduta abusiva e discriminatória. Por isso, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região manteve sentença que condenou uma rede de lojas de eletrodomésticos a pagar indenização a uma ex-funcionária.

O documento previa a responsabilização de dois fiadores, solidariamente com a empregada, no caso de débitos, faltas, perdas ou quaisquer prejuízos no manejo de recursos financeiros da empresa, até o limite de R$ 5 mil.

No acórdão, os desembargadores arbitraram o valor da indenização em R$ 20 mil, mas um acordo posterior ao julgamento, proposto pela empresa e aceito pela empregada, reduziu este montante para R$ 13 mil. Além da indenização, foi decretada a nulidade do documento. Não cabem mais recursos. Continua. Fonte: Conjur.

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Trabalhador com epilepsia terá sua demissão revertida

m trabalhador rural conseguiu manter no Tribunal Superior do Trabalho decisão das instâncias anteriores que consideraram que sua dispensa pela Arauco Florestal Arapoti S.A., do Paraná, foi abusiva e discriminatória. Apesar de trabalhar há mais de vinte anos para a Arauco e empresas do grupo, ele desenvolveu epilepsia e, quando as convulsões se tornaram mais constantes, foi demitido. A Quarta Turma do TST não conheceu (não entrou no mérito) do recurso das empresas contra a condenação, e foi mantida a sentença.

O empregado foi admitido em agosto de 1990 e, entre 2006 e 2010, o contrato foi suspenso para tratamento de saúde. As crises se tornaram mais frequentes a partir de agosto de 2012 e, em setembro, ele foi dispensado. No pedido de reintegração, ele alegou que, apesar de a epilepsia não ser contagiosa, as convulsões dão margem a tratamento discriminatório. Continua. Fonte: TST.

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MPT investiga seleção de modelos para o carnaval da Bahia

O procedimento aberto para investigar a seleção de modelos que pedia fotos nuas e íntimas para atuação em um camarote do carnaval de Salvador foi convertido em inquérito por parte do Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia. A informação foi confirmada pelo G1 nesta terça-feira (20). De acordo com o órgão, a procuradora do Trabalho, Letícia de Oliveira Vieira encaminhou pedidos, por ofício, para obter mais informações. Não há conclusão sobre o caso até o momento.

De acordo com a Procuradoria, a agência Mega Polo Models retirou o anúncio de sua página no Facebook após a repercussão em sites de notícias. A propaganda da vaga pedia mínimo 15 fotos das candidatas, nuas e de lingerie, e enfatizava que “beleza é fundamental”. (…)

O MPT-BA adiantou que o fato precisa ser investigado. “A primeira análise nos remete a indício de pelo menos duas questões extremamente delicadas: a prática de crime de facilitação de prostituição e a discriminação contra a mulher, já que o anúncio faz exigências completamente descabidas para um eventual contrato de trabalho, como beleza e apresentação de fotos das candidatas nuas”, disse o coordenador do primeiro grau do MPT na Bahia, o procurador Bernardo Guimarães. Continua. Fonte: G1 BA

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Justiça pune empresa que criou planilha para funcionárias que queriam engravidar

As ex-colegas Carla Borelli (à esq.) e Roberta Haddad: planilha desestabilizou a experiência de ter filhos (Foto: Cesar Martin Tovar)
As ex-colegas Carla Borelli (à esq.) e Roberta Haddad: planilha desestabilizou a experiência de ter filhos (Foto: Cesar Martin Tovar)
Aos seis meses de gestação, uma mulher se contorce na própria cadeira de trabalho. Outra, com as pernas inchadas, é obrigada a passar seis horas em pé. Essas cenas aconteceram sob o olhar de desprezo da chefe da equipe, que criou um planejamento em que autorizava – ou não – suas funcionárias a ter filhos. O Tribunal Superior do Trabalho puniu a empresa e lançou o alerta: o assédio sobre as grávidas nos escritórios brasileiros precisa acabar
REGRA 1: Quem não casou oficialmente ainda não pode entrar no programa (sou gerente à moda antiga). Regra 2: Quem já tem um filho vai para o final da fila (sou gerente exigente, não aceito furar fila).” “Seguir fielmente o que está na planilha.” As frases acima são do “programa de gestação” de Janete Velten, uma administradora hoje aposentada que, durante anos, chefiou uma equipe de treinamento da BrasilCenter, uma empresa da Embratel, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Continua. Fonte: Marie Claire

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Gestantes são vítimas de abusos de patrões durante gravidez ou depois da licença

Depois de engravidar pela segunda vez, Raquel Corrêa ouviu que seu perfil não era ‘interessante’ para a empresa<br />
Foto: Leo Martins / Agência O Globodepois de engravidar pela segunda vez, Raquel Corrêa ouviu que seu perfil não era ‘interessante’ para a empresa – Leo Martins / Agência O Globo

Trivial entre mulheres grávidas, a urgência em ir seguidas vezes ao banheiro virou motivo de advertências para a mineira Nayara Silva. Operadora de telemarketing, ela não tinha autorização para se ausentar da mesa por mais de cinco minutos ao longo do dia. Impossibilitada de cumprir a regra, virou alvo de repreensões frequentes dos supervisores. Meses mais tarde, no retorno da licença-maternidade, os abusos continuaram. Findo o período de, pelo menos, quatro meses em casa garantido por lei, soube que o seu nome havia deixado de constar no sistema eletrônico de controle de ponto. Ainda que assinasse diariamente uma folha de controle em papel, faltas eram computadas e descontadas do seu salário, segundo relata

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/gestantes-sao-vitimas-de-abusos-de-patroes-durante-gravidez-ou-depois-da-licenca-14827770#ixzz3LyO2J8Zk
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