Arquivo da tag: assédio moral

Guira de orientações sobre assédio moral e sexual nos esportes

Pratique o combate ao assédio moral e sexual nos esportes, Leia o guia elaborado pelo MPT-PR:

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Sofro assédio moral no trabalho: como agir?

O assédio moral, infelizmente, ocorre com frequência nas relações de trabalho, tanto na iniciativa privada quanto nas instituições públicas. A prática do assédio efetivamente fortalece a discriminação no trabalho, a manutenção da degradação das relações de trabalho e a exclusão social, podendo causar sérios danos à saúde do trabalhador.

É caracterizado pela exposição, repetitiva e prolongada, dos trabalhadores a situações humilhantes e/ou constrangedoras durante o exercício de suas funções, podendo ocorre de quatro formas, sendo elas:

Fonte: JusBrasil

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Práticas qeu configuram assédio moral

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03/08/2018 · 16:16

Videoaulas MPT:

Terceirização, uma opção de gestão?

Vanessa Patriota da Fonseca – Procuradora do Trabalho

Proibição do trabalho de crianças e adolescentes em lixões e aterros sanitários
Valdir Pereira – Procurador do Trabalho

Novo Código de Processo Civil
Sandoval Alves – Procurador do Trabalho

Construções responsáveis: saúde e segurança do trabalhador na construção civil
Ilan Fonseca – Procurador do Trabalho
O migrante: seu trabalho e seus direitos
Cristiane Sbalqueiro – Procuradora do Trabalho
 
Inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho
Sofia Vilela – Procuradora do Trabalho
 
Trabalho escravo contemporâneo
Débora Tito – Procuradora do Trabalho

Trabalho portuário e o novo marco regulatório
Augusto Grieco Sant’Anna Meirinho – Procurador do Trabalho
 
O assédio moral em suas várias formas
Ricardo Garcia – Procurador do Trabalho
 
Desvendando o trabalho escravo no Brasil
Renan Bernardi Kalil – Procurador do Trabalho
 
A greve como direito
Gérson Marques – Procurador Regional do Trabalho
 
Trabalho Infantil
Rafael Dias Marques – Procurador do Trabalho

Conheça o MPT: o que é, o que faz e como atua
Marcel Trentin – Procurador do Trabalho
 
Curso de Aperfeiçoamento “Trabalho Decente”
José Claudio Monteiro de Brito Filho


Há ainda outras videoaulas e entrevistas proferidas por membros de outros ramos e advogados que podem ser do interesse do MPT:

Direito Internacional dos Refugiados e Apátridas
André de Carvalho Ramos – Procurador Regional da República
Palestra Pornografia infantil e virtual e crime organizado: aspectos dogmáticos e criminológicos
Ricardo Breier – Advogado

Contornos da Responsabilidade Civil
Felipe Peixoto Braga Netto – Procurador da República

Trabalho Escravo
Ubiratan Cazetta – Procurador da República
https://www.youtube.com/playlist?list=PL_CIj1wqvg30bNk7pufOixB1M6PyjUPio 

Os desafios financeiros, sociais e políticos da mulher no século XXI 
Ela Wiecko – Subprocuradora-Geral da República
 
Análise Econômica do Direito e Teoria dos Jogos
André Bueno da Silveira – Procurador da República

Por fim, há também vídeos curtos (série “Você Sabia?”) com explicações gerais sobre temas de relevância para o MPT:

Você Sabia? – Segurança no trabalho
Ilan Fonseca – Procurador do Trabalho

Você sabia? – Projeto “Resgate a Infância”
Antonio de Oliveira Lima – Procurador do Trabalho

Você Sabia? Migrações e Trabalho
Glória Moreno-Fontes Chammartin (OIT)

Você Sabia? – Impacto ambiental dos agrotóxicos
Leomar Daroncho – Procurador do Trabalho
 
Você Sabia? Nova morfologia do trabalho e precarização
Ricardo Antunes – Sociólogo

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Assédio moral: Justiça proibe empresária de manter contato com os empregados

http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&numeroInt=13314&anoInt=2017

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Assédio moral: o ambiente de trabalho como causa de doença do trabalhador

por Débora Spagnol

Sobre o necessário respeito que deve permear as relações trabalhistas, é oportuno destacar o que segue:

“(…) A empregada, ao celebrar o contrato de trabalho, coloca à disposição desta intrincada estrutura empresarial não apenas a sua força de trabalho, mas também a sua pessoa humana, com todos os seus valores de natureza moral, intelectual, cultural, familiar e religiosa. O trabalho é um prolongamento da vida privada, da residência, da casa, da personalidade de cada pessoa, por isso que o tratamento dispensado à trabalhadora tem de ser o reflexo do mínimo que se espera de uma relação intersubjetiva respeitosa. A trabalhadora não se despoja de nenhuma máscara, nem se veste de nenhuma fantasia, ou mesmo se investe de nenhum papel, quando ingressa na empresa – continua sendo o que é, com suas qualidades e defeitos, acertos e equívocos. No ambiente de trabalho, a pessoa humana não representa nenhum papel – é o que é, por isso que indispensável o respeito mútuo. Ninguém tem o direito de desrespeitar quem quer que seja. A intolerância é a porta da violência, do desrespeito e da mediocridade. Palavras desrespeitosas, insultuosas; xingamentos; ofensas; injúrias, apelidos, não cabem no Dicionário da Pessoa Humana, cujo tratamento digno é, simultaneamente, um direito e um dever (…)” (1)

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, 42% dos brasileiros já sofreram assédio moral no trabalho, que se caracteriza como o conjunto de várias ações executadas pelo empregador ou seu seus prepostos contra o empregado, compreendendo violência psicológica, constrangimento, humilhação e perseguição. (2)

Dessas condutas, restam feridas a integridade física ou psíquica e a dignidade do empregado, deixando-o exposto à perda do emprego e à degradação do ambiente de trabalho.

Alguns aspectos são essenciais para caracterizar o assédio moral: a regularidade dos ataques (que se prolongam no tempo) e a determinação de desestabilizar emocionalmente a vítima, visando afastá-la do trabalho. Os atos do assediados nem sempre são percebidos num primeiro momento pelo empregado.

Continua. Fonte: JusBrasil

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Humilhado no ambiente de trabalho? Quais seus direitos?

Em entrevista ao Revista TST, a ministra Maria Cristina Peduzzi respondeu às dúvidas sobre dignidade do trabalhador enviadas por internautas na página do Tribunal no Facebook. Assista e saiba mais sobre o tema.

Veja: http://bit.ly/2o0orNS

Fonte: TST no facebook

 

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Assédio inverso: Empresa deve indenizar chefe ridicularizada por duas subordinadas

Uma mulher que foi constantemente ridicularizada por suas subordinadas será indenizada em R$ 30 mil. A decisão é da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES), que reconheceu que, embora incomum, pode ocorrer o assédio moral de baixo para cima na hierarquia da empresa. A companhia foi responsabilizada por ser sua responsabilidade criar e manter um ambiente de trabalho saudável.

No caso a supervisora de compras em uma fábrica de alimentos era ridicularizada na frente de colegas pelas subordinadas, que não aceitavam sua chefia. Desde que foi promovida, a supervisora passou a ter um clima de difícil convivência com outras duas empregadas, que questionavam suas decisões e criticavam seu trabalho, seu jeito de vestir, falar e escrever, expondo-a a situações constrangedoras.

Em primeira instância o pedido de indenização por danos morais foi negado. Mas, o TRT-17 reformou a sentença e condenou a empresa por considerar que a empresa foi omissa, não cumprindo sua responsabilidade de criar e manter um ambiente saudável de trabalho. Continua. Fonte: Conjur.

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Assédio não afeta só a vítima, mas todos no trabalho, diz especialista dos EUA sobre caso José Mayer

Homem põe mão no ombro de colega‘Tocar e ter qualquer outro contato corporal, como dar palmadinhas nas costas de um colega’ é exemplo de assédio sexual no trabalho  / MachineHeadz

Em casos de assédio no trabalho, a vítima não é a única pessoa afetada: a situação tem impacto sobre as pessoas que ali trabalham e sabem o que acontece. A opinião é de Susan Heathfield, especialistas americana em Recursos Humanos (RH), consultora que presta assessoria a mais de cem empresas e autora de artigos sobre gestão e organização de pessoal.

Heathfield conversou com a BBC Brasil sobre o caso do ator José Mayer, que confessou ter assediado uma figurinista — “li tudo sobre ele” — e sobre as melhores práticas para não permitir que esse tipo de comportamento se dissemine pela empresa.

Na visão da especialista, é preciso treinar os funcionários para que eles saibam que devem denunciar casos que chegam ao seu conhecimento, e para que eles conheçam potenciais consequências de se assediar alguém. Ela enumera seis comportamentos de funcionários que caracterizam o assédio sexual, como por exemplo “tocar e ter qualquer outro contato corporal, como dar palmadinhas nas costas”.

Continua na fonte: BBC Brasil

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Jornada fala sobre o assédio moral no ambiente de trabalho

O Jornada dessa semana traz uma reportagem especial sobre o assédio moral que ocorre quando o trabalhador é exposto a situações humilhantes e repetitivas, seja pelo superior ou por algum colega de trabalho. O problema é que, às vezes, o profissional demora a perceber que sofre assédio ou, quando se dá conta, tem dificuldades para conseguir provar que está sendo assediado. A repórter, Giselle Mourão, vai mostrar é possível identificar e o que fazer para combater o assédio moral no local de trabalho.

No quadro “Direitos e Deveres” vamos conhecer as dúvidas da diarista e da patroa. Quem responde é um juiz do TRT da 14ª região, que abrange os estados de Rondônia e Acre. Direto de Brasília, as iniciativas do TRT da 10ª região, que abrange o Distrito Federal e o Tocantins, para conscientizar a população sobre os riscos de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. E no quadro “Meu Trabalho é uma Arte” nossa parada é em Belém para conhecer as peças de uma artesã que confecciona acessórios usando conceitos de sustentabilidade.

 

Clique aqui para assistir.

O Jornada é exibido pela TV Justiça às segundas-feiras, às 19h30, com reapresentações às quartas-feiras, às 6h30, quintas-feiras, às 20h30, sextas, às 09h30 e sábados, às 17h30. Todas as edições também podem ser assistidas pelo canal do TST no Youtube: http://www.youtube.com/tst

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No RN, Caixa Econômica é condenada por assédio moral

Acórdão reconhece que houve humilhação e constrangimento a empregada por um ano até a dispensa da função de confiança

A Caixa Econômica Federal foi condenada pela primeira turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte, por unanimidade, ao pagamento de indenização de R$ 50 mil a empregada submetida a assédio moral. Uma série de atos discriminatórios e abusivos, praticados pelo chefe imediato, por quase um ano, levaram à destituição da empregada da função de confiança exercida há uma década, além de desestabilização emocional e grave adoecimento.

A decisão do TRT levou em consideração o conjunto dos atos que culminaram na dispensa da função de confiança. Observou-se que o gerente ao qual a empregada estava subordinada agia, na prática do assédio, com sofisticação e excessivo cuidado nos meios utilizados para prejudicá-la, de forma a não deixar registros e documentos, e longe da presença de testemunhas.

Continua na fonte: MPT/RN

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Documentário: A dor (in)visível, assédio moral no trabalho

 
O documentário “A dor (in)visível” trata de um tema bem atual: o assédio moral no trabalho. O audiovisual é uma realização do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS); Procuradoria do Trabalho no Município (PTM) de Caxias do Sul; Ministério do Trabalho e Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) em Caxias do Sul.

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Situações que caracterizam o assédio moral no trabalho

Situações como ameaças constantes, xingamentos, ordenar a mesma atividade repetidas vezes, instigar boatos maldosos, gritar, ridicularizar, ignorar e rir do funcionário são algumas das atitudes que caracterizam o assédio moral no ambiente corporativo. Não se intimide! Denuncie! Fonte: CSJT no fb

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Entrevista: Christphe Dejour

O psiquiatra e psicanalista francês vai falar sobre a centralidade do trabalho na sociedade contemporânea

O programa deste sábado(3)  terá  entrevista com o  psiquiatra e psicanalista francês Christphe Dejours, que vai  falar sobre a centralidade do trabalho na sociedade contemporânea e a consequente impossibilidade de dissociá-lo da vida pessoal. Abordará ainda a questão do sofrimento humano nas organizações e o tema da qualidade total.

O programa inédito será exibido na TV Justiça,  às 19h30, com reprises no domingo (7h), quarta-feira (6h30), quinta-feira (19h30) e sexta-feira (7h).

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Empresa de tecnologia é condenada em R$ 200 mil por assédio moral

Empregados da Procomp eram tratados com gritos, palavrões e cobrança excessiva
Natal (RN), 29/08/2016 – O tratamento abusivo e desrespeitoso contra trabalhadores resultou na condenação da Procomp Indústria Eletrônica em R$ 200 mil por danos morais coletivos, em sentença proferida pela juíza da 11ª Vara do Trabalho de Natal Aline Fabiana Campos Pereira. A decisão decorre de ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) e exige que a empresa cesse de imediato as práticas irregulares.

A Procomp pertence à multinacional americana Diebold, fabricante de urnas eleitorais eletrônicas e de caixas eletrônicos para bancos. As denúncias de abuso de poder foram feitas ao MPT por ex-empregados da empresa integrantes da equipe responsável por serviços de assistência técnica nas cidades de Natal, Mossoró e Caicó.

De acordo com os depoimentos, as ofensas eram praticadas pelo supervisor da equipe, que exigia dos empregados, de forma excessiva e indigna, a realização de suas tarefas, por meio de gritos, palavrões e insultos.

Uma das testemunhas relatou que chegou a chorar após ser destratado pelo superior, e que alguns empregados adoeceram por conta da cobrança desproporcional e do estresse gerados pela conduta do supervisor. Os trabalhadores até mesmo utilizaram um canal telefônico disponibilizado pela empresa para denunciar o assédio, mas não houve providências da Procomp quanto aos fatos relatados.

“O teor dos depoimentos prestados por ex-empregados da empresa demonstra a gravidade das condutas abusivas e ilegais praticadas por preposto da empresa, em violação inaceitável à dignidade dos trabalhadores”, ressalta o procurador regional do Trabalho Xisto Tiago de Medeiros, que assina a ação. Continua. Fonte: Ascom MPT/RN.

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