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Assuntos gerais

30 fotos de trabalho infantil entre os anos de 1908 e 1916

Data: Outubro de 1908Local: Virgínia OcidentalDois garotos trabalhando na vidraçaria Lehr.Library of Congress / National Child Labor Committee Collection / Via Library of Congress / National Child Labor Committee Collection

Data: Outubro de 1908

Local: Virgínia Ocidental

Dois garotos trabalhando na vidraçaria Lehr.

Data: Janeiro de 1911Local: Pittston, PensilvâniaMeninos separadores trabalhando na Pennsylvania Coal Co. Uma espécie de capataz às vezes supervisionava os meninos, cutucando ou chutando-os até eles obedecerem.Library of Congress / National Child Labor Committee Collection

Data: Janeiro de 1911

Local: Pittston, Pensilvânia

Meninos separadores trabalhando na Pennsylvania Coal Co. Uma espécie de capataz às vezes supervisionava os meninos, cutucando ou chutando-os até eles obedecerem.

Data: Junho de 1910Local: Seaford, Delaware.A foto mostra Daisy Lanford, uma menina de 8 anos de idade que trabalhava na fábrica de conservas de Ross. Ela ajudava na máquina de tampas, mas não conseguia 'seguir o ritmo'. Ela colocava uma média de 40 tampas em latas por minuto e trabalhava em tempo integral. Essa foi a primeira temporada dela na fábrica de conservas.Library of Congress / National Child Labor Committee Collection / Via Library of Congress / National Child Labor Committee Collection

Data: Junho de 1910

Local: Seaford, Delaware.

A foto mostra Daisy Lanford, uma menina de 8 anos de idade que trabalhava na fábrica de conservas de Ross. Ela ajudava na máquina de tampas, mas não conseguia “seguir o ritmo”. Ela colocava uma média de 40 tampas em latas por minuto e trabalhava em tempo integral. Essa foi a primeira temporada dela na fábrica de conservas.

O impacto dessas imagens do fotógrafo Lewis Hine foi importante na mudança das leis de trabalho infantil nos E.U.A.

Veja todas. Fonte: BuzzFeed

 

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Feliz Natal, próspero Ano Novo e ótimas leituras!

árvore de natal 2013 - 1.1Árvore de Natal de livros construída pela Biblioteca do MPT/RN em 2014. Foto: Biblioteca MPT/RN.

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Game Futuro em Jogo, fruto de uma parceria entre o TRT/MT, MPT e Sesi-MT, fala sobre escolhas de vida

Ah, mestre Yoda! Se todos os Jedis tivessem a sua sabedoria, muitos prodígios não iriam para o lado sombrio da força…

A que o Top of Mind nos paranauês da arte da levitação e do manejo do sabre de luz está se referindo é o Game Futuro em Jogo, fruto de uma parceria entre o TRT de Mato Grosso, o Sesi-MT e o Ministério Público do Trabalho.

Ele fala sobre DROGAS, TRABALHO, ESTUDO e como as escolhas na vida podem influenciar no futuro de cada um.

O jogo está disponível para download nas lojas da Apple Store e do Google Play ou para computador. No site do Tribunal tem um banner com os links (acesse aqui http://goo.gl/LHN1FT).

COMO O JOGO FUNCIONA?

Desenvolvido para um público a partir dos 10 anos, o jogo é um ‘runner’, um gênero em que o personagem se desloca continuamente e o jogador precisa desviar de obstáculos e coletar itens para avançar.

Ao longo da história, as crianças precisam enfrentar o vilão que oferece álcool e cigarros e ainda obriga o personagem a vender drogas para ele.

Quando fazem escolhas boas, como coletar instrumentos musicais, livros ou brincadeiras, o jogador fica mais rápido e o ambiente a sua volta permanece cheio de cor.

Se o jogador fizer escolhas ruins, como trabalho infantil, bebidas ou cigarros, o jogo fica mais lento e sem cor até chegar um momento em que perde o jogo e recebe a mensagem: ‘Escolhas ruins fecham os caminhos’.

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28 filmes para o Dia do Trabalhador

28 filmes para o Dia do Trabalhador

por Vanuza Moreira Braga, na História, Memória e Cinema

Em homenagem ao Dia do Trabalhador, selecionamos 28 filmes que oferecem possibilidades de reflexão sobre o mundo do trabalho e podem ser assistidos online. Confira. Fonte: Revista Forum

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21 de Abril de 1792: Tiradentes é Enforcado no Rio de Janeiro.

Órfão de pai e mãe aos 11 anos de idade foi criado pelo padrinho, cirurgião, de quem aprendera noções de medicina. Foi tropeiro, mascate, minerador e médico prático.

Com pouco mais de 30 anos, assentou-se praça no posto de Alferes da Sexta Companhia do Regimento de Cavalaria Regular da Capitania de Minas Gerais. Não tinha formação escolar, porém era assíduo frequentador de livrarias no Rio de Janeiro.

A constituição americana era seu livro de bolso e, baseado nela, defendia a tese de que se o Brasil fosse um país livre e republicano, seria ainda maior que a “América”.

Preso em 10 de maio de 1789, foi condenado a morte em 1791, morreu por enforcamento, seguido de decapitação e esquartejamento, a 21 de abril de 1792.

Conheça o livro de batizados (Assento de batizados) da reg. de N. S. do Pilar, onde na página 151 consta o registro de Batismo de Joaquim José da Silva Xavier:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss83/mss83.pdf

Leia também os Autos da devassa relativa à premeditada conjuração de Minas Gerais de 1789:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mss1289278/mss1289278.pdf

Fonte: Fundação Biblioteca Nacional

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30 fotos chocantes de trabalho infantil entre os anos de 1908 e 1916

O impacto dessas imagens do fotógrafo Lewis Hine foi importante na mudança das leis de trabalho infantil nos E.U.A. Acesse. Fonte: Buzzfeed.

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Dia Internacional da Mulher: uma data superada?

Dia Internacional da Mulher: uma data superada?

No filme “As Sufragistas” (2015), que aborda o início da produção industrial, o assédio masculino sobre mulheres subordinadas a sua autoridade no trabalho é fato recorrente. Fotografia: Divulgação/Universal Pictures

Há alguns anos atrás, participando de um debate alusivo à data de 8 de março – Dia Internacional da Mulher – ouvi de outras participantes (uma jornalista e uma psicóloga) a opinião de que a data era coisa superada tendo em vista as grandes conquistas das mulheres nas últimas décadas em todas as esferas da vida.
Conquistas? Que conquistas? Podem assim ser consideradas práticas vigentes ao redor do mundo, tais como o apedrejamento de mulheres por suspeita de adultério, a mutilação genital de meninas e jovens, o casamento obrigatório escolhido pelo pai, a proibição de mostrar o rosto, estudar, escolher uma profissão, andar desacompanhada na rua, dirigir automóvel, ser punida com a morte por desobediência ao marido, a prática recorrente da agressão física, psíquica e sexual dentro da própria família, na defesa masculina da concepção de posse sobre as mulheres, entre tantas outras atrocidades? Continua. Fonte: Democracia e Mundo do Trabalho.

 

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Feliz Dia dos Pais!

Fonte: Biblioteca UCS

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Documentário: “A morte do trabalhador”

 
Sinopse: A Morte do Trabalhador é um documentário sobre grupos de trabalhadores com profissões miseráveis e perigosas: os “heróis” de Donbass; os “fantasmas” das montanhas de Java; os “leões” nigerianos; os “irmãos” de Gaddani; os operários chineses de olhos postos no “futuro”.

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Lisa Kristine: Fotos que testemunham a escravatura nos tempos modernos

 
Nos últimos dois anos, a fotógrafa Lisa Kristine viajou pelo mundo e documentou a realidade insuportavelmente dura da escravatura nos tempos modernos. Lisa partilha imagens estonteantes — mineiros no Congo, pedreiros no Nepal — que revelam a situação das 27 milhões de almas escravizadas por todo o mundo.
ted.com|Por Lisa Kristine

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O trabalho no cinema: terceirização, pão e rosas.

Terceirização, pão e rosasCena do filme ‘Pão e Rosas’. Divulgação

Lorena Holzmann

 Quando está em pauta, no Brasil, a votação de um projeto que altera e alarga as regras da terceirização no país, a abordagem do filme Pão e Rosas (Bread and Roses, Ken Loach, 2000) é recurso apropriado para orientar um debate sobre essa condição de inserção no mercado de trabalho e seus efeitos para os trabalhadores.

Os personagens de Pão e Rosas são trabalhadores na limpeza de grandes edifícios comerciais em Los Angeles. Não pertencem aos quadros dos funcionários dos condomínios em que trabalham; são contratados pela maior empresa americana de locação de mão de obra, vencedora da concorrência por ter oferecido menor preço. Este é possibilitado pela redução do custo do trabalho, ou seja, menores salários pagos aos faxineiros.

Esse amplo contingente de trabalhadores vivencia todas as mazelas de um trabalho precarizado, cujas configurações locais se diferenciam, em decorrência das particularidades de cada contexto. Nesse filme, elas se referem aos Estados Unidos, mas muitas delas podem ser recorrentes em âmbito global. Continua. Fonte: Democracia e Mundo do Trabalho.

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Projeto fotográfico tocante registra a escravidão moderna que fingimos não ver

 

Facilmente caímos na tentação de pensar que a nossa liberdade e direitos são coisa garantida, esquecendo que há pessoas para quem isso não passa de um sonho. Lisa Kristine pôs o dedo na ferida de forma extraordinária: documentando a escravidão moderna, aquela que fingimos não saber que existe.

A ativista está há 28 anos retratando culturas indígenas ao redor do mundo, mas foi em 2009 que ‘acordou’ para o problema da escravidão dos nossos dias. A estimativa de que existem mais de 27 milhões de pessoas escravizadas e a sua falta de conhecimento sobre o tema a envergonhavam.

Assim começou sua jornada, que acabou em Modern Day Slavery, uma série cativante e ao mesmo tempo dolorosa. Seja um mineiro no Congo ou um trabalhador de olaria no Nepal, a escravidão existe e tem rostos. Lisa foi conhecê-los. Continua. Fonte: hypeness.com.br

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De Vargas a Lula, documentário discute a industrialização

Cena do filme 'Um Sonho Intenso'

Longa é dirigido pelo cineasta José Mariani, professor de Cinema e Documentário da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

O documentário Um sonho intenso lança luz sobre o processo multifacetado, complexo e contraditório, raramente bem compreendido, da industrialização e do nacional-desenvolvimentismo.

Constituído por depoimentos de economistas com visão histórica, foi concebido pelo cineasta José Mariani, professor de Cinema e Documentário da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a partir de “janelas de conhecimento” surgidas na elaboração de dois outros trabalhos, sobre cientistas brasileiros e o economista Celso Furtado. Abrange o período entre os anos 1930, da Grande Depressão mundial, aniquiladora da economia cafeeira no Brasil, e o momento atual.  Continua. Fonte: Carta Capital.

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13 de maio – Abolição da Escravatura

Rui Barbosa: “Abolicionismo, já uma vez o dissemos, é organização radical do futuro; abolicionismo é renascimento nacional. Os que fizeram esta campanha, assumiram para com a pátria um compromisso, que está por saldar: a eliminação progressiva das instituições servis; por outra: das instituições que viveram pelo consórcio com a escravidão, que se nutriram dos seus vermes, e agora, extinto o cativeiro negro, hão de conspirar tenazmente pela eternidade do cativeiro branco.”

Rio de Janeiro, DF
Obras Completas de Rui Barbosa.
V. 16, t. 1, 1889. p. 39
http://www.casaruibarbosa.gov.br/scripts/scripts/rui/mostrafrasesrui.idc?CodFrase=1949

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Minha Mãe

 

 

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