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14 filmes especiais com grandes mulheres da literatura

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Histórias reais quase sempre emocionam e quando elas dizem de escritoras e poetisas, as quais admiramos, parece que o fascínio se torna ainda maior. Em comum nessa lista de 14 filmes biográficos estão grandes mulheres que com poesia e prosa mudaram o mundo. Cada filme, com sua peculiaridade, é capaz de despertar em nós interesse, fascinação e até mesmo desapontamento, pois como leitores não cansamos de idealizar aquelas que um dia nos sussurraram aos ouvidos as mais belas palavras. Espero que gostem da seleção! Clique aqui para ver. Fonte: Notaterapia.

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Castro Alves, José de Alencar, Machado de Assis…disponíveis para download

Na Biblioteca Digital do Senado você encontra diversas obras raras de renomados autores brasileiros, na íntegra e para baixar gratuitamente: http://bit.ly/BDSF_LB

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Dia dos namorados: 10 cartas de amor de grandes escritores

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O sentimento mais discutido, criticado ou apoiado: o amor. Agora imagine o que escritores como Dostoiévsky, Lord Bryron e Machado de Assis fizeram ao direcionar cartas de amor às suas amadas. Frases como a de Machado: “Nós queimaremos o mundo, querida”, incendeiam as linhas destas missivas, arrancando verdadeiros suspiros dos admiradores deste sentimento, ou amantes da literatura desses gênios. Vejam algumas cartas de frandes escritores. Fonte: Homoliteratus.

 

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8 grandes mães da literatura

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Como reflexo que é das relações humanas, a arte literária se alimenta de grandes personagens femininas, mulheres que através de palavras se tornam reais – ao menos para os leitores, que rapidamente as identificam com a mãe que tiveram.

Ainda sobre maternidade, é bacana ler o que Clarice Lispector falou ao Jornal do Brasil em 1967:

Aliás uma pergunta que me fez: o que mais me importava – se a maternidade ou a literatura. O modo imediato de saber a resposta foi eu me perguntar: se tivesse de escolher uma delas, que escolheria? A resposta era simples: eu desistiria da literatura. Nem tem dúvida que como mãe sou mais importante do que como escritora.

Bom, como não temos que escolher entre uma e outra, montamos uma lista que une mães e literatura. Continua. Fonte: Homoliteratus

 

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A mulher como inspiração na literatura

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Byron, Bukowski e Jane Austen para falar sobre a mulher como figura inspiradora da literatura.

Toda mulher, mesmo que não confesse, sente-se maravilhada com palavras bem colocadas, declarações cuidadosamente escritas e aquela situação de ser amada por alguém. Quando o poeta a faz sua musa, derramando todo o seu romantismo sobre os poemas, sonetos, cantigas e demais criações de sua autoria apenas para conseguir tornar público todo aquele sentimento o qual habita todo o seu ser, fazendo em alguns casos o levar à loucura por não conseguir ser correspondido, nestes casos certamente a mulher se sente valorizada e, consequentemente, atraída por seu pretendente. Toda essa atmosfera de amor pode se desenrolar em infinitas possibilidades, da mesma forma que tantos poetas trabalharam e expõem suas experiências com o amor. Continua. Fonte: Homoliteratus.

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Seis livros que toda mulher devia ler

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O Dia Internacional da Mulher costuma ser marcado pelas costumeiras demonstrações de apreço. As namoradas recebem chocolates, as secretárias flores, as empresas mandam cartões para suas funcionárias. Dia Internacional da Mulher costuma ser marcado pelas costumeiras demonstrações de apreço. As namoradas recebem chocolates, as secretárias flores, as empresas mandam cartões para suas funcionárias. Mas o universo feminino é muito mais rico e profundo do que esses singelos mimos. O Estante Blog separou seis livros que falam dos sonhos, lutas e conflitos da alma da mulher. blog.estantevirtual.com.br

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No mês da mulher, leia mulheres: 55 obras imperdíveis de autoras incríveis

Foto:  AK Rockefeller/Flickr.

por Renata Arruda

Celebrado dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher surgiu como uma homenagem à luta de operárias por melhores condições de trabalho e desde então, a cada março temos a oportunidade de utilizar a data da maneira certa: como uma celebração pelas conquistas femininas nos campos políticos, sociais e econômicos. Leia Mais Fonte: Revista O Grito

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O hacker e a literatura, por Moacyr Scliar

“Juiz solta piratas virtuais, mas exige que leiam obras clássicas. Para conceder liberdade provisória a três jovens detidos sob a acusação de praticar crimes pela internet, um juiz federal do Rio Grande do Norte determinou uma condição inédita: que os rapazes leiam e resumam, a cada três meses, dois clássicos da literatura. As primeiras obras escolhidas pelo juiz Mário Jambo, 49, foram “A hora e a vez de Augusto Matraga”, conto de Guimarães Rosa (1908-1967), e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (1892-1953). Jambo, que há três anos atua como juiz federal, disse que a Justiça precisa sair da “mesmice”.
Três condicionantes se relacionam à educação dos acusados: freqüentar instituição de ensino, comprovar presença e aproveitamento nas aulas, ler e resumir os textos indicados. Os três rapazes aceitaram as condições e já estão soltos. Como são peritos em internet, o magistrado determinou que os relatórios sobre as obras deverão ser feitos pelos jovens de próprio punho. Sobre a escolha das obras de Ramos e Rosa, o juiz destacou o caráter educativo. “Nada como ler um “Vidas Secas” para perceber o que é vida dura, o que é necessidade de dinheiro.'” Cotidiano, 23 de abril de 2008

QUANDO O JUIZ pronunciou a sentença, a primeira reação dele foi de revolta. Preferível a cadeia, disse para os pais e para o advogado. De nada adiantaram os argumentos deles, segundo os quais a decisão do magistrado tinha sido a melhor possível e, mais, um grande avanço na tradição judiciária; ele odiava leitura, odiava livros. Se pudesse, faria como os nazistas, que em Berlim queimaram milhares de volumes. Só que não se restringiria apenas a certos autores; queimaria todos os livros possíveis e imagináveis. Talvez deixasse de fora apenas as listas telefônicas. Mas não havia alternativa e de repente lá estava ele lendo Graciliano e Guimarães Rosa.

Foi uma revelação, uma experiência pela qual ele nunca tinha passado antes. De repente, estava descobrindo um novo mundo, um mundo que sempre lhe fora desconhecido. “Vidas Secas” simplesmente o fez chorar. Falava de uma gente heróica, gente que lutava como podia para poder sobreviver. Leu outros livros de Graciliano e Guimarães Rosa. Leu Machado, leu Lima Barreto, leu Clarice Lispector.
Leu os poemas de Bandeira e João Cabral, ele que antes achava poesia coisa de homossexuais. E de repente estava decidido: queria dedicar sua vida à literatura. Naquele mesmo ano fez vestibular para o curso de letras. Nunca fora um bom aluno, mas varou noites preparando-se para o exame. Foi aprovado, fez o curso, tornou-se professor -leciona na universidade. Os alunos adoram suas aulas: dizem que nunca se viu alguém falar de literatura com tanto entusiasmo, com tanta emoção. Mais: seu estudo sobre Graciliano é considerado exemplar.
Ah, sim, ele tem um sonho. Gostaria, como Graciliano e Guimarães Rosa, de ser um ficcionista. Tem na cabeça o projeto de um romance. É a história de um hacker que, entrando num site, descobre uma história tão emocionante que muda sua vida.
Uma história como o Graciliano Ramos escreveria, se, claro, fosse um ex-hacker.

Fonte: Folha

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Direito & Literatura | Corrupção

Foto de Direito & Literatura.

Ultimamente, a República brasileira tem sido envolvida em uma série de escândalos de corrupção que parece infindável: Petrolão, Eletrolão, Sanguessuga, Mensalão, Máfia dos Transportes, Operação Satiagraha, Operação Lava-Jato.

Mas em que medida a corrupção se encontra entranhada na história política brasileira? Quais são as raízes da corrupção na política brasileira? É possível combate-la?

Para debater essas e outras questões, Lenio Streck receberá nos estúdios Kathrin Rosenfield (Literatura e Filosofia/UFRGS), Draiton Gonzaga de Souza (Filosofia/PUCRS) e José Luis Bolzan de Morais (Direito/UNISINOS).

Não percam o programa que vai ao ar hoje, às 20h, na TV JUSTIÇA!

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A bisbilhotice (frutífera) das correspondências alheias

Correio IMS disponibiliza cerca de 100 cartas trocadas entre personalidades brasileiras, como Tom Jobim e Clarice Lispector
Pensando nessa curiosidade frutífera que nos permite ler cartas de valor literário, biográfico ou histórico que não foram endereçadas a nós, o Instituto Moreira Salles lançou no último 11 de agosto um portal – o Correio IMS – que disponibiliza cerca de 100 correspondências trocadas entre personalidades brasileiras ou então estreitamente ligadas ao Brasil. As cartas, vindas de fontes variadas, publicadas ou inéditas, foram organizadas de acordo com seus remetentes e destinatários, o ano e o local onde foram escritas e os temas de que tratam. Por fim, foram digitalizadas e ganharam um breve texto explicativo, além de interrelacionadas, para que os interessados deixem a curiosidade fluir. “Cartas ajudam a compor a identidade de um povo” e “por serem íntimas, costumam surpreender quando vêm a público”, defende o site.
brasil.elpais.com|Por Ediciones El País

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10 Fotos de escritores famosos lendo

“Se você quer ser um escritor”, Stephen King no início de seu clássico livro Sobre a escrita, “você deve fazer duas coisas acima de todas as outras: ler muito e escrever muito.” Fonte: Homo Literatus

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25 de julho: Dia do Escritor

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25/07/2015 · 8:59

Conheça 11 redes sociais e apps para apaixonados por livros e escritores

livros (Foto: reprodução)

Com o objetivo de aumentar o relacionamento entre pessoas com gostos em comum, as redes sociais de leitores e escritores têm apresentado recursos cada vez mais sofisticados. Os usuários podem encontrar serviços que vão desde a troca de textos online, até o intercâmbio de livros físicos e recursos para organizar uma moderna estante virtual. Confira algumas das mais famosas redes sociais literárias.  Fonte: TechTudo

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Editora da UFRN lança edital para seleção de Cartas para Zila Mamede

A Editora da UFRN (EDUFRN) lançou Edital para selecionar textos para o Projeto ‘Cartas para Zila Mamede’, idealizado e coordenado pela poetisa Marize Castro. É uma homenagem da Editora no 30º ano da morte de Zila, ocorrida em dezembro de 1985.

O projeto tem objetivo de incentivar a pesquisa e a leitura da obra da escritora e bibliotecária Zila Mamede, um dos nomes mais significativos da literatura potiguar e uma das servidoras mais atuantes da UFRN.

Zila foi a idealizadora e criadora da Biblioteca Central da UFRN que, após a sua morte, passou a se chamar Biblioteca Central Zila Mamede, a BCZM.

O tema da Carta é livre, em formato epistolar, porém no texto devem constar elementos que tenham relação com a obra de Zila Mamede, seja como poeta, seja como bibliotecária. Continua. Fonte: Substantivo Plural.

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Faça um passeio pela cidade onde foi escrito o seu livro favorito

Reprodução

Uma organização britânica resolveu usar o Google Maps e identificar as localizações de onde se passam as histórias contadas nos livros. Bacana, não é? A Lovereading já mapeou mais de 200 obras, inclusive, você mesmo pode adicionar algumas. Que tal fazer um passeio pela cidade do seu livro favorito?

“Tivemos a ideia de um mapa do livro por que o livro te transporta para o local onde ele acontece – e eu, por exemplo, sempre gosto de ler um livro baseado em lugares que eu vou viajar”, disse o diretor e co-fundador da Lovereading, Peter Crawshaw para a Wired. Confira aqui o mapa.

Clique no ícone e leia uma breve sinopse sobre o livro. Ainda não há obras cadastradas no Brasil. No entanto, é possível localizar clássicos como “O Amor Nos Tempos do Cólera”, de Gabriel García Márquez, em Cartagena; “On The Road”, de Jack Kerouac, em São Francisco; ou “Moby-Dick”, de Herman Melville, em Nantucket. Fonte: CatracaLivre.

 

 

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