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Prêmio MPT de Jornalismo divulga seus vencedores

Cerimônia em Brasília entrega R$ 225 mil em prêmios a profissionais da imprensa de todo o país

Brasília – Os grandes vencedores da quinta edição do Prêmio MPT de Jornalismo foram conhecidos na tarde desta terça-feira, 5 de fevereiro. Foram premiados 36 trabalhos que apresentaram diversos assuntos relacionados ao direito trabalhista no Brasil. A cerimônia ocorreu na sede da Procuradoria-Geral do Trabalho (PGT), em Brasília. Ao todo, foram inscritas 399 reportagens nas categorias jornal impresso e revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo e universitário, publicadas ou veiculadas de 1º de maio de 2017 a 30 de outubro de 2018.

O Prêmio Especial MPT de Jornalismo ficou com os jornalistas Nathan Santos, Marília Parente e Eduarda Esteves, autores da reportagem multimídia “Trabalhador – Herança Escravista, Pobreza e Irregularidades”, veiculada no Portal Leia Já. O trabalho também venceu a etapa regional (Nordeste) e nacional da categoria webjornalismo.

Novidade nesta edição do Prêmio MPT de Jornalismo, a categoria Prêmio Especial Igualdade de Oportunidades teve como ganhadora Camila Alves pela reportagem “Impedidas: Machismo e Violência no Futebol”, publicada no Diário de Pernambuco.

A jornalista Lilian Primi foi a vencedora do Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas com a reportagem “Terceirização: trabalho desumano e abandono”, publicada na revista Caros Amigos.

Durante a cerimônia, o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury, lembrou do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) e enalteceu o papel dos jornalistas em apurar fatos e divulgá-los nos meios de comunicação. “A importância dos jornalistas é levar à sociedade o debate e essas realidades que estão no nosso dia a dia”, disse.

Veja abaixo os vencedores da quinta edição do Prêmio MPT de Jornalismo por categoria e região ou clique aqui para ver versão ampliada.

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Reportagem da TV Universitária da UFRN é finalista do prêmio MPT de Jornalismo 2018

Matéria aborda os problemas enfrentados pelos trabalhadores que atuam como operadores de telemarketing

 

Natal (RN), 04/02/2019 – Trabalhadores que atuam em empresas de call center exercem ocupação considerada uma das mais estressantes do mundo, devido à enorme pressão pelo cumprimento de metas a que são submetidos. Os índices de adoecimento no setor estão no foco da reportagem “A relação dos ambientes de Call Center com o adoecimento no trabalho”, produzida pela Televisão Universitária da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e finalista do Prêmio MPT de Jornalismo 2018, que terá seus vencedores conhecidos em cerimônia na tarde desta terça-feira (5).

A matéria produzida por Letícia Araújo, Leonardo Figueiredo, Jerffson Costa e Amanda Porfírio, estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, constata que a satisfação inicial pela conquista de uma vaga no mercado de trabalho pode se revelar um motivo de angústia nas empresas de telemarketing, que impõem uma rotina excessiva aos novos atendentes. A reportagem venceu a etapa regional da categoria “Universitário” e concorre ao prêmio do MPT de jornalismo pela fase nacional na mesma categoria.

Ao todo, foram inscritas 395 reportagens de profissionais da imprensa de todo o país. Destas, 27 venceram a fase regional, sendo classificadas para a etapa nacional. A cerimônia de premiação ocorrerá amanhã (5), na sede do Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília. Na ocasião, serão apresentados os ganhadores regionais (R$ 5 mil) e revelados os vencedores do Prêmio Nacional em cada categoria (R$ 10 mil) e dos prêmios especiais ̶̶̶ Fraudes Trabalhistas, Igualdade de Oportunidades e Prêmio Especial MPT de Jornalismo (R$ 30 mil cada).

Sobre o concurso – Criado em 2014, O prêmio MPT de jornalismo é o principal concurso dedicado à valorização de peças jornalísticas que abordem irregularidades contra os trabalhadores brasileiros. Com o propósito de informar a sociedade sobre a importância da proteção e da defesa dos direitos do trabalhador, as reportagens classificadas envolvem temas como trabalho infantil, discriminação de gênero, cor e pessoas com deficiência, condições inadequadas e precárias de trabalho, entre outros. As reportagens são reconhecidas nas seguintes categorias: jornal e revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo e universitário. O Prêmio estimula repórteres, cinegrafistas, fotógrafos, estudantes e editores interessados em mostrar as injustiças que afetam os trabalhadores, contribuindo, assim, para o amadurecimento da sociedade brasileira.

Assessoria de Comunicação (Tatiana Lima e Rachid Jereissati)
Ministério Público do Trabalho no RN
Fones: (84) 4006-2893 ou 2820 / 99113-8454
Twitter: @MPTRN
E-mail: prt21.ascom@mpt.mp.br

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Inscrições abertas para o Prêmio MPT de Jornalismo 2018

Objetivo é estimular a investigação e ampliar denúncias de irregularidades trabalhistas por meio de reportagens, que concorrem a premiações de até R$ 30 mil

Brasília – Estão abertas até as 18 horas do dia 1º de outubro de 2018 as inscrições para o Prêmio MPT de Jornalismo 2018. Serão premiadas as melhores reportagens publicadas nas categorias jornal impresso e revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e fotojornalismo, veiculadas de 1º de maio de 2017 a 26 de agosto de 2018. Além disso, haverá o Prêmio Especial MPT de Jornalismo e o Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas, cujos valores variam entre R$ 5 mil a R$ 30 mil.

Promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o prêmio amplia o alcance de denúncias de veículos regionais e conscientiza a sociedade sobre a proteção de seus direitos diante de ilegalidades, como o trabalho escravo, o trabalho infantil, a discriminação, as fraudes, as práticas antissindicais e o desrespeito à saúde do trabalhador e à segurança no trabalho.

Neste ano, os trabalhos serão avaliados nos seguintes temas: fraudes nas relações de trabalho; trabalho escravo contemporâneo; trabalho infantil; discriminação nas relações de trabalho; meio ambiente do trabalho; promoção da liberdade sindical; trabalho portuário e aquaviário; irregularidades trabalhistas na administração pública.

Criado em 2014, o Prêmio MPT de Jornalismo já reconheceu mais de duas mil reportagens publicadas em jornais impressos, televisão, rádio, internet e universidades de todo o país. Para mais informações, acesse a página do regulamento.

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Série especial de reportagens vencedora do prêmio MPT de jornalismo fala sobre trabalho escravo moderno

As múltiplas faces do trabalho escravo, realidade que ainda aflige mais de 20 milhões de pessoas

A ideia de instituir uma data para celebrar o trabalhador não surgiu do nada. Neste mesmo dia, em 1886, uma greve geral paralisou o parque industrial de Chicago por melhores condições de trabalho, redução de jornada e salários mais justos. As reivindicações, feitas 131 anos atrás, infelizmente continuam recentes: quase 21 milhões de pessoas são vítimas de trabalho forçado. Destas, 11,4 milhões são mulheres e meninas e 9,5 milhões são homens e meninos.

Durante a semana na qual é celebrado o Dia do Trabalhador, a Jovem Pan buscou entender como funciona o trabalho escravo moderno. Acompanhe nas reportagens a seguir, com produção de Nanny Cox, Marcella Lourenzetto e Natacha Mazzaro e sonoplastia de André Luis e Leonardo Pinheiro.

Capítulo 1: Trabalho escravo moderno: ouça AQUI.

As condições são bem parecidas com o que os livros de história chamam de “trabalho escravo”, mas o afastamento do termo acontece por especificidades. Apesar da situação degradante, a pessoa não é reduzida à coisa. A outra explicação é que ao pé da letra, o capitalismo é caracterizado pelo trabalho livre.

Capítulo 2: trabalho escravo na agricultura. Ouça AQUI.

O campo é um dos setores que mais recruta pessoas para trabalhar em condições análogas às de escravo. De acordo com dados do Senado Federal, a mão de obra forçada produz principalmente leite e carne. Em 1995, o Brasil reconheceu que este tipo de trabalho ainda existia e se comprometeu a erradicá-lo. Naquela época, os empregadores rurais mantinham uma caderneta de débito na qual todos os custos com o trabalhador eram anotados: alimentação, moradia e transporte. A quantia mantia a pessoa vinculada ao patrão e à terra, com uma “dívida” que só crescia.

Capítulo 3: trabalho escravo na moda. Ouça AQUI.

O Brasil é o último país que possui cadeia têxtil completa no Ocidente, ou seja, é o único capaz de plantar o algodão e desfilar a roupa pronta na passarela. Cerca de 22 mil empresas produzem vestuário, fazendo da cadeia nacional uma das mais complexas do mundo. Juntas, as micro, pequenas e média empresas empregam quase 1 milhão de pessoas. No entanto, esses são os apenas os dados formais.

Assim como a agricultura, a indústria têxtil tem alta incidência de trabalhadores em condições de escravidão. A indútria é muito fragmentada e as empresas hoje em dia são administradoras de marca, e não produtoras de roupa. A produção é terceirizada, normalmente com empresas homologadas pela ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). No entanto, “as vezes os volumes comprados acabam sendo superiores aos volumes que essas empresas têm condições de assumir”, explica a coordenadora do curso de Fashion Business do IED, Maria José Orione. Para não perder o pedido, chegam até a quarteirizar a produção para outra empresa “essa não homologada, sem o conhecimento do comprador original, e é normalmente aí que ocorrem esses problemas de mão de obra irregular”, completa a professora.

Capítulo 4: Trabalho infantil. Ouça AQUI.

 

Criança trabalha em fábrica de tijolos de Jalalabad, no Afeganistão (EFE)

Seja no campo, em uma fábrica, em casas de família ou atrás de uma máquina de costura, o trabalho escravo muitas vezes não é visível, no entanto está presente no cotidiano do brasileiro. E piora quando se coloca uma criança no papel do explorado. No Brasil, o trabalho infantil é considerado ilegal, mas muitas crianças trabalham e ainda passam por condições análogas à escravidão. Essa situação acontece quando o jovem é submetido a alguma forma de trabalho perigoso ou explorador, que prejudique a saúde, a educação ou o desenvolvimento.

Capítulo 5: Legislação sobre o trabalho escravo. Ouça AQUI.

Demorou, mas o Brasil finalmente reconheceu em 1995 a existência de trabalho escravo no país e se comprometeu a erradicá-lo. Uma das iniciativas foi a criação da chamada “Lista Suja”, uma publicação que divulga nomes de empresas autuadas pelo uso do trabalho análogo ao escravo, a partir da fiscalização do Ministério do Trabalho. A divulgação da lista que deveria ser anual, estava suspensa desde dezembro de 2014, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Desde então, novos capítulos judiciais impediram a publicação e, somente em abril deste ano, o Ministério do Trabalho voltou a divulgar a “lista suja”. Desta vez, bem mais enxuta do que as anteriores, com um total de 68 nomes.

 

Clique aqui para ouvir. Fonte: Rádio Jovem Pam

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Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos

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A matéria, vencedora na categoria Webjornalismo, revela o adoecimento e a mutilação de trabalhadores em frigoríficos. Motivo: atividades repetitivas e jornadas exaustivas. Escrita pelos repórteres Juliana Cavalcante, Kelly Almeida e Otto Valle, foi publicada no Metrópoles. Leia: https://goo.gl/GMLEXJ

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Prêmio MPT de Jornalismo: conheça as reportagens que se destacaram

Conheça as reportagens que se destacaram no combate às irregularidades trabalhistas! http://premiomptdejornalismo.com.br/premio-mpt-de-jornalis…/ #PrêmioMPT

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Divulgada lista dos finalistas do Prêmio MPT de jornalismo 2017

Cerimônia de premiação ocorrerá no dia 17 de agosto, em Brasília

Brasília – O Prêmio MPT de Jornalismo 2017 já tem os seus finalistas. Foi divulgada nesta quarta-feira (19) a relação dos 34 trabalhos selecionados nas oito categorias em disputa. Os grandes vencedores serão revelados durante cerimônia que ocorrerá no dia 17 de agosto, na sede do Ministério Público do Trabalho, em Brasília (DF).

Nesta edição, foram inscritas 422 reportagens de profissionais da imprensa de todo o país. Os melhores de cada região passaram a concorrer automaticamente na etapa nacional, que teve outro júri responsável pela análise dos trabalhos.

Em sua 4ª edição, o Prêmio MPT de Jornalismo reconhece trabalhos nas seguintes categorias: jornal impresso, revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, universitário e repórter cinematográfico. Na etapa nacional de avaliação, também são definidos os resultados dos prêmios especiais Fraudes Trabalhistas e MPT de Jornalismo.

Com o propósito de informar a sociedade sobre a importância da proteção e da defesa dos direitos do trabalhador, as reportagens envolvem temas como trabalho infantil, discriminação de gênero, cor e pessoas com deficiência, condições inadequadas e precárias de trabalho, entre outros.

Confira na lista abaixo o nome do profissional, da reportagem e o respectivo veículo em que foi divulgada.

• Alinne Passos – Infância perdida – SBT Pará

• Ana Haertel – As casas da escravidão – TV Record

• Ana Lúcia Caldas – Série: Saúde, Drogas e Caminhões – Rádio Nacional de Brasília

• Ana Paula da Silva Lisboa – Empoderamento feminino – Correio Braziliense

• Bruna Lucyanna Oliveira dos Santos – Amazonas é rota do tráfico de pessoas – LabF5

• Carlos Balbino – Reportagem Especial: Inserção de pessoas com síndrome de down no mercado de trabalho – TST/TV Justiça

• Caroline Castro – Leia antes de fritar – Revista Galileu

• Chico Batata – Carvoeiros da floresta – Jornal A Crítica

• Cleber Gellio – De bacia na cabeça, feirantes terenas resistem ao descaso no comércio de rua – Midiamax

• Douglan Monteiro – Discriminação de cor: entender para combater – Notícias em Dez/Universidade Tiradentes

• Flavia Bemfica – Mais empregos? – Jornal Correio do Povo

• Gabriel Martins – Dossiê: Mercado de trabalho e deficiência – Revista Transite

• Janaina Souza – Série: Crise na Venezuela: mulheres venezuelanas e indígenas são vítimas do trabalho escravo para prostituição e mendicância – Rede de Notícias da Amazônia (RNA)

• Juliana Correia Almeida – Mercado de trabalho para a mulher trans: luta por igualdade e respeito – Reportagem 02 – Rádio UFS FM

• Kelly Almeida – Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos – Metrópoles

• Leandro Tapajós – ‘Sonho acabou’, diz ex-funcionário do hotel Ariaú à espera da Justiça no AM – Portal G1

• Leopoldo de Moraes – Rota da Castanha: exploração sem limite – TV Record

• Lucas Costa Valença – Perigo nas alturas: o risco de quem trabalha muito longe do chão – Agência de Notícias UniCEUB

• Luiz Barbará – Tabu no campo: o trabalho dos produtores de fumo e a doença da folha verde – TV Record

• Marciano Garcia Bortolin – Vida e morte no subsolo: as sequelas deixadas pela extração de carvão – Diário de Notícias

• Márcio Anastacio – Shopping: onde a flexibilização das leis trabalhistas já chegou – Portal SRZD

• Marcos Meller – Agricultura mutilada e esquecida – Rádio Peperi

• Melquíades Júnior – Avisa lá – recados de São Paulo – Diário do Nordeste

• Monica Prestes – Amazônia: Do verde às cinzas – Jornal A Crítica

• Nanny Cox – Trabalho escravo moderno – Rádio Jovem Pan AM

• Nathan Santos – Infância sem cor – LeiaJá

• Natinho Rodrigues – Peixe proibido – Jornal Diário do Nordeste

• Patrik Camporez Mação – Dor e morte no caminho das pedras – Jornal A Gazeta

• Raira Cardoso – À mercê dos ventos – Revista Proteção

• Ricardo Vervloet – Profissão extinta – Jornal A Gazeta

• Ronaldo Fontana – Entraremos em Contato – TV UFSC – Canal Universitário

• Thais Lazzeri – Eu fui escravo – Repórter Brasil

• Thiago Antônio Correia da Silva – Sururu: a cadeia produtiva da miséria!!! – TV Pajuçara

• Wellinton Soares – Sururu: a cadeia produtiva da miséria – TV Pajuçara

Fonte: Portal MPT

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Abertas as inscrições para o Prêmio MPT de Jornalismo

Premiação é a maior e a mais importante dedicada à valorização de reportagens sobre a investigação e a denúncia de irregularidades trabalhistas

Brasília –  Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio MPT de Jornalismo. Jornalistas, repórteres fotográficos, repórteres cinematográficos e universitários de todo o país podem inscrever, até o dia 5 de maio, matérias e imagens que destacam a investigação e a denúncia de irregularidades trabalhistas. São oito categorias em disputa: jornal impresso, revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo, fotojornalismo, universitário e repórter cinematográfico. Serão consideradas válidas as reportagens veiculadas entre 2 de maio de 2016 e de 5 maio de 2017.

Ao todo, serão distribuídos R$ 400 mil em prêmios: R$ 5 mil para cada categoria regional, categorias nacionais R$ 10 mil e R$ 15 mil, conforme a categoria, além de dois prêmios especiais – Fraudes Trabalhistas e MPT de Jornalismo (R$ 45 mil cada). As inscrições devem ser realizadas no site premiomptdejornalismo.com.br, onde estão disponíveis o regulamento completo, notícias e outras informações.

Prêmio – Criado em 2014 pelo Ministério Público do Trabalho, o Prêmio MPT de Jornalismo já reconheceu mais de duas mil reportagens publicadas em jornais impressos, televisão, rádio, internet e universidades de todo o país. A cada ano, o concurso amplia o alcance de denúncias de veículos regionais, unindo diferentes mídias dedicadas a informar à sociedade sobre a proteção de direitos diante de ilegalidades, como o trabalho escravo, o trabalho infantil, a discriminação, as fraudes, as práticas antissindicais e o desrespeito à saúde do trabalhador e à segurança no trabalho.

Os recursos financeiros vêm do acordo judicial na Ação Civil Pública nº 1.040/2012, da 11ª Vara do Trabalho de Recife. Por meio dela, a atuação do Ministério Público do Trabalho ajudou a corrigir sérias fraudes trabalhistas cometidas por uma empresa multinacional.

Mais informações no site oficial do prêmio (premiomptdejornalismo.com.br) e na página oficial do Facebook (facebook.com/premiomptdejornalismo).

Fonte: Portal do MPT

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Prêmio MPT de Jornalismo: repórter cinematográfico

As reportagens deverão ser destacadas do programa da TV ou Website. O tempo máximo de duração das reportagens é de 60 minutos. O candidato deve enviar o trabalho nas extensões: .wmv, .mp4, .dvd e .avi. Caso o trabalho esteja publicado on-line, deve ser informado o endereço e mantê-lo disponível durante o processo de julgamento. Outra opção é publicar a reportagem no YouTube ou em plataforma similar e indicar o endereço no campo destinado para este fim no formulário de inscrições. Inscreva-se: http://premiomptdejornalismo.com.br/inscricao/

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Prêmio MPT de Jornalismo, inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o Prêmio MPT de Jornalismo 2017. O maior e mais importante concurso dedicado à valorização de reportagens que destacam a investigação e a denúncia de irregularidades trabalhistas. Profissionais de imprensa de todo o país podem se inscrever até o dia 5 de maio e concorrer a R$ 400 mil em prêmios. Saiba mais na página oficial do concurso: http://premiomptdejornalismo.com.br/ #PrêmioMPT

 

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Prêmio MPT de Jornalismo: conheça os vencedores

"Reportagens sobre sindicatos e terceirização são as grandes vencedoras do Prêmio MPT de Jornalismo. Conheça todos os ganhadores: http://premiomptdejornalismo.com.br/reportagens-sobre-sindicatos-e-terceirizacao-sao-as-grandes-vencedoras-do-premio-mpt-de-jornalismo/"

Reportagens sobre sindicatos e terceirização são as grandes vencedoras do Prêmio MPT de Jornalismo. Conheça todos os ganhadores: http://premiomptdejornalismo.com.br/reportagens-sobre-sind…/

Veja a grande vendedora http://especiais.gazetaonline.com.br/acaixapretadossindicatos/

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Vidas Mutiladas (Prêmio MPT de Jornalismo)

Longe dos olhos do mundo, no meio da floresta Amazônica, um drama desfigura um povo: os acidentes de trabalho, que entre 1999 e 2005, atingiram 23.646 casos no Amazonas. No especial Vidas mutiladas, os jornalistas Náferson Cruz, Marcio Silva e Monica Prestes mostram o drama de ex-operários da indústria madeireira no interior do estado que sofreram mutilações no ambiente de trabalho, suas lutas do dia a dia e os sacrifícios para superar obstáculos que surgiram após o acidente, como o preconceito e o desamparo. A reportagem do jornal A Crítica é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria webjornalismo. http://www.acritica.com/videos/2592 #finalistasMPT

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Pescadores do ES enfrentam dificuldades meses após Rio Doce ser atingido por lama da Samarco (Prêmio MPT de Jornalismo)

A reportagem da TV Educativa Pescadores do ES enfrentam dificuldades meses após Rio Doce ser atingido por lama da Samarco denuncia o drama dos pescadores do Baixo Guandu e Regência, no Espírito Santo, que não recebem a ajuda de custo prometida pela Samarco após o Rio Doce ser atingido por lama de rejeitos da barragem de Fundão, rompida em novembro de 2015. Pelo trabalho, Antônio José Dutra é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria repórter cinematográfico: https://www.youtube.com/watch?v=N-yb2K68U9Q&feature=youtu.be #finalistasMPT

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Lixão da Estrutural em detalhes (Prêmio MPT de Jornalismo)

 Todo o lixo produzido na Esplanada dos Ministérios, no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, assim como em todo o Distrito Federal alimenta o maior aterro sanitário da América Latina, popularmente chamado de Lixão da Estrutural. A série de imagens produzidas por André Coelho para a reportagem do jornal O Globo Lixão da estrutural em detalhes revela o cotidiano de péssimas condições de trabalho, poluição, violência e abandono da terceira geração de catadores que trabalham no local. Ela é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria fotojornalismo: http://oglobo.globo.com/…/lixao-da-estrutural-em-detalhes-1… #finalistasMPT

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Terceirização: o ataque aos trabalhadores (Prêmio MPT de Jornalismo)

Em O ataque do capital, Lilian Primi descreve o avanço da precarização dos contratos de trabalho no Brasil, tendo como gancho a aprovação pela Câmara Federal, do Projeto de Lei nº 4.330/2004, que estende a possibilidade de terceirização para todas as funções dentro das empresas. A reportagem da Caros Amigos, finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria revista impressa, expõe a opinião de entidades trabalhistas e especialistas do setor: http://www.carosamigos.com.br/…/18…/5005-o-ataque-do-capital #finalistasMPT

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