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Programa Jornada mostra medidas tomadas pelos empresários para manter negócios funcionando

Programa Jornada

O programa Jornada dessa semana dá continuidade à série de reportagens especiais sobre os efeitos da crise vivida pelo país no mercado de trabalho. Vamos mostrar o que os empresários estão fazendo para não fecharem as portas e darem continuidade aos negócios.

No quadro “Direitos e Deveres”, as dúvidas trabalhistas do dedetizador e do dono da empresa. Quem dá as respostas é uma juíza de Jundiaí, em São Paulo. Direto de Cuiabá, o TRT da 23ª Região (MT) procura trabalhadores beneficiados em processo coletivo ajuizado há 19 anos, no qual 133 beneficiários têm direito a receber verbas trabalhistas. E direto de Brasília, as ações que estão sendo planejadas para a Semana Nacional da Aprendizagem.

O Jornada é exibido pela TV Justiça às segundas-feiras, às 19h30, com reapresentações às quartas-feiras, às 6h30, quintas-feiras, às 20h30, sextas, às 09h30 e sábados, às 17h30. Todas as edições também podem ser assistidas pelo canal do TST no Youtube: www.youtube.com/tst.

Confira a íntegra da última edição. Fonte: TST.

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Dica de leitura: “Mulher e mercado de trabalho no Brasil”, de Marcelo Ribeiro Uchôa

Scan_20160308_110145Encontra-se disponível no acervo da Biblioteca do MPT/RN:

UCHÔA, Marcelo Ribeiro. Mulher e mercado de trabalho no Brasil: um estudo sobre igualdade efetiva baseado no modelo normativo espanhol. São Paulo: LTr, 2016.

Veja o sumário.

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Videoaulas ESMPU 2015 – Inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Hoje é dia de videoaula

Já está disponível no canal da Escola no YouTube a videoaula da procuradora do Trabalho Sofia Vilela sobre a inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Segundo dados do Censo/IBGE de 2010, cerca de 24% da população brasileira possui pelo menos um tipo de deficiência (mental, motora, visual e auditiva). Entretanto, conforme números da Rais de 2011, apenas 0,7% do total dos vínculos empregatícios referia-se a pessoas com deficiência.

A inclusão das pessoas com deficiência é um desafio, principalmente quando se pretende não apenas o cumprimento das cotas impostas pela legislação, mas a efetiva inserção, com promoção da acessibilidade e eliminação da discriminação.

Quer saber mais sobre o tema? Acesse https://goo.gl/2tVmxx

youtube.com

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Trabalho Legal nº 101: vigilância eletrônica no local de trabalho,

Veja nesta edição:

Simpósio Ação Coletiva, Democracia, Trabalho e Transformação Social,

Há limites para implantação de câmeras em local de trabalho (vigilância eletrônica);

Economia estagnada aumenta o desemprego;

Rotina da profissão de camareira;

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OIT: apenas 25% dos trabalhadores no mundo tem relação de emprego estável

OIT: apenas 25% dos trabalhadores no mundo tem relação de emprego estávelFotografia: Arquivo/EBC

Um novo relatório da Organização Internacional do Trabalho, OIT, afirma que apenas um quarto dos trabalhadores em todo o mundo tem uma relação de emprego estável.

O Panorama Social e de Emprego Mundial 2015 mostra que entre os países com dados disponíveis, três quartos dos trabalhadores são empregados em contratos temporários ou de curta duração, em empregos informais, são profissionais liberais ou têm empregos familiares não remunerados.

Força de Trabalho

Os dados disponíveis cobrem 84% da força de trabalho global. Mais de 60% de todos os trabalhadores não têm nenhum tipo de contrato de trabalho, com a maioria deles atuando como profissionais liberais ou em trabalho familiar nos países em desenvolvimento.

No entanto, mesmo entre os trabalhadores assalariados, menos da metade, 42%, estão trabalhando com contrato permanente. Continua. Fonte: Democracia e mundo do trabalho.

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Estudo lista os 10 profissionais mais procurados no mercado de trabalho

Operários recolocam tapumes em canteiro da Avenida do CPA (Foto: Reprodução/TVCA)Operário é o profissional mais buscado no país (Foto: Reprodução/TVCA)

A falta de profissionais qualificados não é um problema somente o Brasil. Japão, Perú, Índia e Argetina também sofrem com a escassez de profissionais qualificados, segundo a 9ª Pesquisa Anual sobre a Escassez de Talentos do Manpowergourp.

Foram ouvidos mais de 37 mil empregadores em 42 países e territórios, sinalizando a média global de escassez de talentos em 36%, a mais alta desde 2007(41%). Em 2013, o percentual foi de 35%. No Brasil, o estudo ouviu mais de 850 empregadores.

“No Brasil a situação permanece preocupante. A pequena queda percentual de 68% em 2013 para 63% em 2014 não significa melhora no quadro da empregabilidade. As empresas continuam sem preencher vagas, pois não encontram profissionais com as competências necessárias para os cargos”, afirma Riccardo Barberis, CEO do ManpowerGroup Brasil. Continua. Fonte: G1.

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Quase 12 mil trabalhadores tiveram contrato de trabalho suspenso este ano no país

A crise na indústria fez crescer o número de empregados que tiveram seus contratos de trabalho suspensos, no chamado layoff. O sistema funciona como alternativa às demissões e, no período de afastamento, de até cinco meses, os salários são reduzidos e pagos pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Segundo levantamento inédito do Ministério do Trabalho, feito a pedido do GLOBO, entre janeiro e julho de 2014 foram incluídos nesse regime 11.918 trabalhadores. É o segundo maior contingente para o período da série, perdendo apenas para os sete primeiros meses de 2009, quando a crise financeira internacional atingiu em cheio o país e 20.261 empregos ficaram pendurados no layoff.

Diante da falta de perspectiva de melhora nos indicadores econômicos no segundo semestre, a tendência é que o número de contratos suspensos mediante o layoff seja recorde este ano, na avaliação do ministério. Na semana passada, a GM (de São José dos Campos) e a Ford (Taubaté) comunicaram aos empregados que pretendem recorrer ao mecanismo.

O diretor de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Rodolfo Torelly, lembrou que a situação atual não é igual a de 2009, quando os pedidos de layoff foram concentrados no primeiro semestre, com o mercado de trabalho se recuperando a partir de agosto daquele ano. O impacto da atividade econômica fraca nas fábricas tende a se intensificar.Read more: http://oglobo.globo.com/economia/quase-12-mil-trabalhadores-tiveram-contrato-de-trabalho-suspenso-este-ano-no-pais-13473189#ixzz39R9nmde5

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Nem ocupados, nem desocupados: o mercado de trabalho no Brasil

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
(Ou Isto ou Aquilo – Cecilia Meireles)

Por Thaís Herédia

A leitura do mercado de trabalho no Brasil é intrigante. Além do contingente de empregados e desempregados, as pesquisas também contam aqueles que não estão nem ocupados, nem desocupados. Eles também são chamados de “desalentados”, porque são aquelas pessoas que não têm emprego e (já) desistiram de procurar.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (03) pelo IBGE, revela que, no primeiro trimestre de 2014, 38,9% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como “fora da força de trabalho”, ou seja,  são apenas cidadãos brasileiros.

As pontas da estatística, entre 14 e 17 anos, e acima de 60 anos, concentram as maiores altas de pessoas nem desocupadas nem ocupadas. Uma grande parcela desta “categoria” está entre 25 e 59 anos, ou seja, gente que não adiou a entrada no mercado de trabalho durante a faculdade, presume-se. Mais de 66% dos desalentados são mulheres. Entre os jovens, de 18 a 24 anos, o percentual deles que está fora da “força de trabalho” chegou a 32% no primeiro trimestre de 2014.

Então, eu pergunto: a renda do líder da família está sendo suficiente para cobrir as despesas da casa? Provavelmente esta justificativa contribuiu com este cenário até agora. Os salários vêm subindo acima da inflação há alguns anos, o que engordou o orçamento familiar. Mas esta troca está perdendo força. De um lado, a renda já não sobe com a mesma intensidade. Do outro, a inflação subiu e corroeu boa parte do bolso das famílias.  Continua. Fonte: G1.

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Deu a louca no IBGE? desemprego em queda?

Thais Herediapor Thaís Herédia

Parece até mágica. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), feita pelo IBGE, continuou a distanciar o mercado de trabalho do resto da economia do Brasil. O número divulgado nesta quinta-feira (30) é tão bom, tão bom, que a gente até desconfia. A taxa de desemprego calculada com a metodologia da PME registrou incríveis 4,3% em dezembro passado. Na média dos 12 meses de 2013, a taxa ficou em 5,4%.

De mágico o número do IBGE não tem nada. Ele reflete uma leitura insuficiente para ilustrar a realidade do momento atual do emprego no país. Tanto é verdade que o instituto já começou a divulgar sua nova metodologia para calcular a taxa de desemprego no país – a PNAD Contínua. Nesta, que faz uma coleta bem mais ampla dos dados, a taxa de desemprego roda na casa dos 7%.

Olhando para “dentro” dos números disponíveis no mercado, como fazem os economistas, é possível enxergar uma mudança importante na composição do mercado de trabalho e descobrir que ele já está no caminho de volta desse recorde histórico apontado pelo IBGE.

O número de desocupados está baixo, mas a quantidade de gente que desistiu de procurar emprego aumentou. A renda ainda cresce, mas em ritmo bem menor do que nos períodos anteriores. Ou seja, o poder de compra dos trabalhadores está mais fraco. Outro jargão de economista – “por um lado”, isso é ruim, já que ninguém quer ver os salários perdendo valor; “por outro lado”, isso significa menor pressão inflacionária e uma acomodação mais saudável dos preços, já que a demanda tende a enfraquecer. Continua na fonte: G1.

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Mercado de trabalho continua desigual e frágil, diz OIT

Por Lívia Scocuglia

A situação global do mercado de trabalho continua desigual e frágil. A fraca recuperação da economia mundial não foi capaz de conduzir a uma melhoria nos mercados, que ainda tem milhões de desempregados. Entretanto, segundo relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014, produzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), há sinais encorajadores da recuperação econômica nos países desenvolvidos mais afetados pela crise financeira mundial que começou em 2008. Clique para ler o relatório em inglês ou em espanhol.

O desemprego global em 2013 chegou a quase 202 milhões — esse número representa um aumento de quase 5 milhões comparado com o ano anterior. Tal índice reflete o fato de que o emprego não está expandindo com a rapidez suficiente para manter-se com a força de trabalho crescente. De acordo com os dados da OIT, o crescimento do emprego continua fraco, o desemprego continua aumentando, principalmente entre os jovens, e um grande número de potenciais trabalhadores permanece fora do mercado de trabalho. Continua na fonte: Conjur.

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Salário de negros é em média 36% menor, mostra estudo do Dieese

Trabalhadores negros ocupam, em geral, cargos de menor qualificação e, consequentemente, têm salários mais baixos

Os negros no Brasil carecem de igualdade de oportunidades e, com isso, acabam ocupando cargos de menor qualificação e, consequentemente, de salários mais baixos, mostra o estudo “Os Negros no Mercado de Trabalho”, divulgado nesta quarta-feira, 13, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A pesquisa revelou que um trabalhador negro ganha em média 36,11% a menos que um trabalhador não negro. No entanto, o levantamento não compara salários dos dois segmentos em cargos iguais – apenas verifica quanto recebem negros e não negros em diferentes setores de atividade e faz uma média. Continua na fonte: Estadão.

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Vídeo: Trabalho Legal nº 16 (2013)

trabalho Legal - vinhetaO programa Trabalho Legal traz entrevista exclusiva com o procurador-geral do Trabalho Luís Camargo comentando sobre o documentário “Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil”, que retrata a realidade do trabalho forçado no país. Um alerta na hora de escolher uma agência de empregos que ofereça um bom serviço. Veja também como preparar um bom currículo. Tire suas dúvidas sobre o celular corporativo e as horas de sobreaviso. Clique aqui para assistir.

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Brasil não vive situação de pleno emprego e sofre falta de mão de obra de baixa qualificação, diz Ipea

O mercado de trabalho brasileiro teve um desempenho surpreendente no ano passado, sobretudo diante do fraco crescimento da economia, mas o país não vive uma situação de pleno emprego e nem um “apagão” de mão de obra qualificada. Estas são as principais conclusões do estudo divulgado nesta segunda-feira pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e ministro interino da Secretaria Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, e pelo coordenador de Pesquisas de Trabalho de Renda do Ipea, Gabriel Ulyssea.

O mercado de trabalho em 2012 teve um desempenho surpreendente à luz do que aconteceu com a economia. Houve um crescimento de 6,5% da renda por pessoa em idade ativa no ano passado, muito acima do PIB e uma estabilização da desigualdade. E os dados também mostram que o grande apagão de mão de obra se dá nas ocupações pouco qualificadas, como por exemplo, agricultura, construção, civil, trabalho doméstico, então o grande apagão de mão de obra está na base da pirâmide educacional – afirmou Marcelo Neri.

Leia mais sobre esse assunto em  http://oglobo.globo.com/economia/brasil-nao-vive-situacao-de-pleno-emprego-sofre-falta-de-mao-de-obra-de-baixa-qualificacao-diz-ipea-10278670#ixzz2h3hu2GeA
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Reportagem especial: dificuldades dos deficientes no mercado de trabalho

Conheça os aspectos legais, os projetos de lei em andamento e a opinião de especialistas para ampliar o mercado de trabalho dessa população.

Direitos humanos - minoria - Deficientes visuais fabricam vassouras com restos de garrafa PETApenas 325 mil deficientes estão empregados no Brasil.

O Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Desse total, quase 13 milhões possuem deficiência severa, segundo o Censo de 2010 do IBGE. O número, porém, não se reflete no mercado de trabalho. Aproximadamente 325 mil, ou menos de 1% dos mais de 44 milhões de trabalhadores com vínculo empregatício são deficientes.

Desde 1991, o Brasil conta com uma lei, conhecida como Lei de Cotas (artigo 93 da Loas), que obriga as empresas com mais de cem empregados a reservar de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiência. Apesar disso, o País ainda está longe de ser um exemplo. Os obstáculos no cumprimento da lei passam pelo preconceito e a má vontade dos empregadores, dificuldades da própria empresa em se adaptar à regra, à falta de qualificação dos profissionais interessados. Continua na fonte: Ag. Câmara.

 

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Setor de serviços prestados às empresas concentra maior índice de trabalho formal

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (2) pesquisa relacionada ao mercado de trabalho, considerando dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), devido ao Dia do Trabalhador, comemorado no dia 1º de maio. De acordo com o instituto, o setor que concentra a maior porcentagem de trabalhadores com carteira assinada é o de serviços prestados às empresas, com 70,4% dos empregados com carteira assinada.

O segundo setor com a maior concentração desse percentual é o industrial, com 69,7% do total de empregados no trabalho formal. No setor de comércio, apenas 53% dos trabalhadores tinham carteira assinada no ano passado e, na área de construção, esse percentual atinge 40,8 pontos percentuais dos trabalhadores. (continua) Fonte: Tribuna do Norte

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