Arquivo da tag: livros

Restaurando a fé na humanidade

“Durante os horários comerciais, os livros na faixada são 50 centavos cada, ou 5 por 2 dólares.
Quando o estabelecimento estiver fechado,  sintam-se livres para pegá-los emprestado ou comprá-los e me pagar depois.
A qualquer hora: Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sinta-se à vontade. Aceitamos doações.” Fonte: Luxolana.

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Legislação sobre livro e leitura [recurso eletrônico]

Legislação reúne toda a regulamentação em torno da atividade de Livro e Leitura. Clique aqui e acesse o documento na íntegra.

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A paixão por livros raros

O que faz um livro ser raro? É comum nos perguntarmos isso quando estamos buscando por livros na Estante Virtual e vemos que existem exemplares raros dentre eles. É certo que existem compradores apaixonados por esse tipo de livro ou que apenas possuem grande necessidade de comprá-los. Vamos então tentar explicar um pouco mais sobre o que faz um livro ser raro e quem são esses leitores aficionados por raridades.

Nas universidades, é comum um professor citar algum livro como bibliografia do curso, mas com aquela ressalva: “Será difícil vocês encontrarem este livro. Ele não é mais editado há um tempão”. Esse é apenas um exemplo mais corriqueiro do que seriam os livros raros. Raros são livros difíceis de encontrar, que não estão mais sendo editados, ou que possuem características próprias, encadernação especial, tiragem limitada, ou, como é bastante comum, com autógrafo do autor ou primeiras edições de livros importantes historicamente.

Livro 20 mil léguas submarinas, primeira edição em francês Livro La Divine Increnca. primeira edição Livro Serafim autografado por Oswald de Andrade Livro Modinhas Imperiais autografado por Mário de Andrade

Esses dois últimos quesitos, especialmente, são os preferidos de leitores que têm muita admiração por um autor ou uma obra em específico, e geralmente são livros importantes nas suas vidas. Isso porque a leitura não é somente um passatempo, mas uma ação capaz de marcar pessoas e fazê-las pensar e repensar sobre o tema do livro lido, criando um vínculo tão grande que as faz querer apreciar também um autógrafo do autor ou sua primeira edição, versão mais próxima daquele original que o autor entregou para a editora.

Tudo isso está atrelado ao prazer da leitura, na busca por um livro que seja único dentre milhões de outros exemplares. Seja por necessidade de um livro que não está mais à venda nas livrarias convencionais, seja por admiração por um autor ou obra específica, os leitores procuram satisfazer suas vontades dentre o acervo de livros raros da Estante Virtual. Hoje existem diversos sebos e livreiros especializados nesse tipo de livro, formando um acervo de mais de 80 mil desses exemplares. Fonte: Estante Virtual.

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A arte de guardar os livros na prateleira

Para os amantes dos livros, uma das coisas mais importantes, além de ler suas novas aquisições, é como guardá-las em suas prateleiras ou estantes. A maneira como isso é feito gera um universo de possibilidades que podem evidenciar bastante sobre os donos desse acervo. Além disso, a forma como normalmente vemos os livros hoje nas prateleiras de livrarias e bibliotecas nem sempre foi o padrão.

Ao contrário do que estamos habituados a ver hoje, nem sempre os livros ficaram expostos verticalmente, com a lombada para fora. Segundo estudos, por séculos os livros eram guardados em prateleiras horizontalmente, ou seja, deitados, levemente inclinados, como mostra a gravura de Esdras o escriba e seu armário:

Esdras o escriba e as prateleiras de livros em seu tempo

(Esdras o escriba – Florença, Biblioteca Medicea Laurenziana)

Isso certamente dificultava o manejo dos acervos, com livros empilhados uns sobre os outros. Com o passar do tempo, foi inventada a ordenação vertical, e isso facilitou muito a vida dos leitores. Os livros então poderiam ser retirados das prateleiras sem que os outros fossem afetados, e propiciou até sua conservação.

Algumas vezes, os donos de bibliotecas particulares guardavam seus livros com a lombada para dentro e o corte para fora, e pediam que artistas pintassem cenas que pudessem identificar seus conteúdos, como na biblioteca de Odorico Pillone, fidalgo de Veneza, com desenhos de Cesare Vecellio, por volta de 1500. Entretanto, as bibliotecas particulares eram muito poucas nos séculos seguintes, apesar de toda a arte que as pinturas nos cortes representava.

Livros com cortes pintados

Somente após a Grande Depressão, as prateleiras e estantes nos domicílios começaram a ser mais recorrentes, e os livros passaram a ter preços mais acessíveis. Então, diversas formas de ordenação foram inventadas, a gosto de cada apaixonado leitor, como listamos no post sobre 30 das mais criativas estantes para livros.

Mas como guardamos nossos livros nas prateleiras ou estantes pode dizer muito sobre nós. Há quem prefira utilizar suas prateleiras como decoração, guardando seus livros por ordem de cor, o que causa um efeito colorido no acervo e torna o ambiente mais estiloso. A ordem por tamanhos dos livros não é tão comum, mas leitores mais milimétricos se deliciam com essa ordenação.

“Você pode dizer o quão séria a pessoa é olhando para seus livros”, afirmou a escritora americana Susan Sontag à sua nora Sigrid Nunez, também escritora, como revelou o periódico The Paris Review no último mês. Segundo Sigrid, a autora não estava se referindo a quais títulos a pessoa lê, mas como eles são ordenados na prateleira. A nora, após essa confissão, reordenou seus livros por assunto e em ordem cronológica, em vez da habitual ordem alfabética de autor, para assim parecer mais séria. Fonte: Estante Virtual

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Árvore de Natal feita de livros

Árvore de Natal da Editora Impetus

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Conheça os livros das celebridades nacionais e internacionais

Eles estão sob os holofotes. E suas vidas, assim como também suas leituras, são alvo da curiosidade de muitas pessoas. Afinal, o que será que os famosos fazem em seu tempo vago? Como nós, alguns também gostam de visitar bibliotecas, livrarias e de ter ao lado a companhia de um bom livro. E se alguns preferem as leituras rápidas e os livros bem-humorados, outros dedicam-se a uma leitura mais profunda, encarando livros densos como os do filósofo Friedrich Nietzsche e Nikolai Gógol. Os clássicos e os religiosos também estão entre os queridinhos dos famosos. Conheça os gostos literários das celebridades nacionais e internacionais.

Os livros das celebridades nacionais

Se por um lado, para nossa infelicidade, pesquisas apontam que o brasileiro ainda lê pouco (em média apenas quatro livros por ano), os Estados Unidos ainda mantém um aquecido mercado editoral, com muitos livros publicados a cada ano. Então, não é raro encontrar algumas celebridades caminhando nas calçadas com um livro embaixo do braço. Confira esses famosos e seus livros.

Os livros das celebridades internacionais

E não é só na vida real que as celebridades demonstram seu gosto pelos livros. Também nas novelas é possível ver os personagens da ficção se entretendo entre uma cena e outra com uma boa leitura. E para quem anda em dúvida sobre o próximo livro a ler, as novelas podem dar uma ajudinha, fornecendo dicas de obras variadas e interessantes.

Os livros das novelas

Fonte: Blog Estante Virtual

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Relíquias encontradas no lixo viram objetos de exposição na Biblioteca Nacional

A população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro está ajudando a enriquecer o acervo de museus com relíquias tão surpreendentes que viraram objetos de exposição na Biblioteca Nacional. O mais curioso é que não foi uma iniciativa organizada, foi por acaso, como mostra a reportagem de André Trigueiro e Alex Carvalho.

O garimpo das relíquias começa aqui. O mais antigo projeto de coleta seletiva do país está completando 27 anos em um bairro em Niterói. Misturado aos recicláveis, pode se encontrar verdadeiros tesouros. (continua) Fonte: G1

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Livros também são temas de tirinhas (3)

Mafalda

Do cartunista argentino Quino na sua clássica tirinha da Mafalda com o tema da leitura.

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Biblioteca Pública de SC monta árvore de Natal com 1,4 mil livros

Árvore foi feita com livros do poeta catarinense Cruz e Sousa (Foto: Divulgação)Árvore foi feita com livros do poeta catarinense Cruz e
Sousa (Foto: Divulgação)

Uma árvore de Natal com quase 1,4 mil livros foi montada na Biblioteca Pública de Santa Catarina, em Florianópolis. A iniciativa foi da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com o objetivo presentear os visitantes do espaço, que fica no Centro da capital.

Os 1.380 exemplares são de obras do poeta catarinense Cruz e Sousa e posteriormente serão doados a visitantes. A árvore ficará no hall de entrada da Biblioteca até o dia 6 de janeiro de 2013, dia em que a comunidade cristã comemora o Dia de Reis e que tradicionalmente os arranjos natalinos são desmontados.

Ainda de acordo com a FCC, cerca de 2,5 mil pessoas passam pela Biblioteca Pública todos os meses. Fonte: G1

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Livros também são temas de tirinhas (2)

Mickey Mouse

Do clássico da Disney que marcou gerações: Mickey. Acompanhado por Pateta, o ratinho tem uma grande surpresa quando o amigo lhe empresta um livro policial com o título O mordomo não é o culpado.

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Brasileiro lê pouco

Brasileiro lê pouco. Em média, um livro por ano em oposição à média de 11 livros lidos nos Estados Unidos. Os números são resultado do levantamento Retratos da Leitura no Brasil realizado pelo Instituto Pró-Livro, em 2009. Ainda que os motivos para a pouca leitura sejam muitos e envolvam causas maiores, como o analfabetismo no país, o que chama a atenção nessa pesquisa diz respeito aos 13% que admitiram que não gostam dos livros. Sem falar que dos 95 milhões de leitores brasileiros, 22% afirmaram que leem somente por obrigação! A constatação dos fatos, nos leva a pensar em dois caminhos a seguir: ampliar, sim, o acesso ao livro, mas estimular também a formação de novos leitores.

E não precisa ser nenhum especialista em números para perceber que muitas pessoas ainda não descobriram a magia da leitura. Pensando nisso, o diretor de arte Marcos Felipe lançou um manifesto filmado em prol da leitura. Clique aqui e confira.

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Livros também são temas de tirinhas

Níquel Náusea

Do cartunista brasileiro Fernando Gonsales, na tirinha da Barata Fliti, da famosa série Níquel Náusea.

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Livros, escritores e gatos: uma relação de intensa amizade

Não precisa ser um assíduo frequentador de sebos e bibliotecas para notar que gatos gostam mesmo de livros. Se duvida, faça o teste: solte um felino dentro de casa e aguarde. Se em poucos minutos ele estiver deitado confortavelmente em sua estante, parabéns! Você tem um gato de verdade em casa e não um rato. Brincadeiras à parte, ainda que não se possa afirmar os motivos que fazem gatos sentirem-se atraídos por livros, algumas possibilidades já foram levantadas por quem já se questionou sobre o assunto.

Possibilidade nº 1: gatos têm um comportamento mais tranquilo e, por isso, gostam de ambientes calmos como os das bibliotecas e livrarias.

Possibilidade nº 2: livros oferecem um local confortável para uma soneca, ao menos aos olhos dos gatos que não são muito exigentes e nem fazem questão de camas king size.

Possibilidade nº 3: a textura e as cores dos livros são atrativos para os felinos de visão aguçada que gostam dos livros tanto quanto dos novelos de lã.

O fato é que essa relação de amizade é tão intensa que muitos gatos já serviram de inspiração para livros e escritores. Carlos Drummond de Andrade, Ernest Hemingway e Pablo Neruda são alguns poucos escritores que já declararam sua admiração pelos felinos. E os gatos já viraram até mesmo protagonistas de contos, poesias e livros inteiros.

Se gatos sentem-se atraídos por livros, escritores são seduzidos pelo comportamento felino. Ambos compartilham, segundo as más línguas, de uma personalidade solitária e independente. Então, se você acredita que o cachorro é o melhor amigo do homem, lhe apresentamos a exceção à regra. No universo literário, gatos são os melhores amigos dos escritores (e dos livreiros também). Confira fotos de alguns autores e seus gatos e tire a prova você mesmo.

Fonte: Estante Virtual

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Jamie Oliver e Thor Batista: em comum, o fato de nunca terem lido um livro

O que Thor Batista, filho do empresário Eike Batista,  e Jamie Oliver, famoso chef britânico, têm em comum? Ambos admitem que nunca terminaram de ler um livro na vida.

“Eu nunca li um livro na minha vida”, diz o chef de 37 anos, fenômeno do mercado editorial e que já lançou ao menos 16  obras de culinária mundo afora. “Eu sei que isso soa incrivelmente ignorante, mas eu sou disléxico e fico entediado facilmente”, explica Oliver, em uma entrevista dada ao jornal The Independent, do Reino Unido. A dislexia é definida como um problema de aprendizagem de origem neurológica, de acordo com a associação brasileira da doença. “É caracterizada pela dificuldade com a fluência correta na leitura e por dificuldade na habilidade de decodificação e soletração”, explica a instituição, em seu site.  O tratamento ajuda ao paciente a ter mais segurança para usar a linguagem escrita.

O chef Jamie Oliver parece já ter passado por algum tratamento em sua vida, uma vez que já iniciou a leitura de um livro. “Eu quase terminei Cozinha Confidencial, de Anthony Bourdain”, afirma o chefe. Porém, devido a uma briga com o autor,  Oliver parou de ler a obra do chef nova-iorquino. “Mas depois ele pediu desculpa e a gente fez as pazes. Agora eu deveria voltar a ler o resto do livro”, brinca o britânico.  Também repercutindo a entrevista, o portal de notícias Huffington Post lembrou que a dislexia não impediu que os autores Hans Christian Andersen, Agatha Christie e F. Scott Fitzgerald escrevessem obras clássicas da literatura, mesmo suspostamente sofrendo da doença.

Thor Batista

Uma das declarações mais polêmicas do herdeiro de Eike Batista foi dada em meados de 2011. Em uma entrevista para Veja Rio, Thor afirmou: “Nunca li um livro inteiro. Na época da escola, copiava os resumos da internet para fazer as provas.” O primogênito de Eike também trancou a faculdade de Economia no primeiro ano, por considerar que o ritmo estava muito forte. Em compensação, afirma que sua preparação para assumir os negócios começou cedo – e na prática. Desde os nove anos, ele acompanha Eike em compromissos e reuniões de negócios. Fonte: Livros e pessoas

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Doméstica moradora da Rocinha vira escritora

A moradora da Rocinha Lindacy da Silva: volta à escolaQuando Lindacy Fidélis da Silva Menezes, de 55 anos, coloca a ponta do lápis no papel sua vida se transforma de alguma maneira. A vontade dela de preencher com histórias as folhas em branco de seu caderno está mudando, aos poucos, a trajetória desta doméstica e hoje escritora. Lindacy é uma das autoras do livro “Pensa Flupp”, lançado este mês na Festa Literária das Unidades de Polícia Pacificadora. A obra reúne textos de escritores moradores de comunidades do Rio.

E foi esse desejo de se tornar autora que levou Lindacy de volta para a sala de aula este ano. Moradora da Rocinha, ela cursa o 6º ano do ensino fundamental, na Escola Municipal Rinaldo de Lamare, em São Conrado.

Na última sexta-feira, Lindacy apresentou o conto “Último cliente” para os colegas numa feira de ciências da escola. No texto, que integra o livro recém-lançado, ela relata parte da infância, no Recife, em Pernambuco. O título da história faz referência ao local de trabalho de sua mãe adotiva: um bordel. (continua) Fonte: Livros e Pessoas

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