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O verso dos trabalhadores: O menino que não via o céu, de José Rezende Jr.

“O passarinho era o único amigo do menino. Mas o menino nem sabia do passarinho, porque vivia olhando para o chão. (…) O menino era engraxate.” Este é um trecho do conto ‘O menino que não via o céu’, do escritor e jornalista José Rezende Jr. O texto, sobre trabalho infantil, está no livro o Verso dos Trabalhadores, do MPT. Boa leitura! https://goo.gl/a6PfLV

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Brasil Exemplar: projeto de incentivo à leitura propõe envio de livros gratuitos para todo o país

Brasil Exemplar aposta na participação colaborativa

É sempre gratificante quando nos deparamos com bons e relevantes projetos que misturam inclusão social e cultural ao mesmo tempo. A Brasil Exemplar, que é uma organização sem fins lucrativos, vem trabalhando em prol do incentivo à leitura e lançou recentemente um projeto que propõe expandir e socializar cada vez mais o acesso à literatura brasileira e no Brasil, através da distribuição gratuita de livros.

Entenda

Como participar

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10 melhores livros da literatura brasileira

O Dia Nacional do Livro é comemorado nesta quarta-feira, em homenagem à data de fundação da Biblioteca Nacional, 29 de outubro de 1810. Nesses 204 anos, incontáveis obras foram publicadas de Norte a Sul, evidenciando a qualidade da literatura nacional. E sabe quais são as principais obras? É difícil definir, mas o Terra, em parceria com a Nuvem de Livros, elencou dez que são essenciais.

Confira a lista. Fonte: Terra.

 

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ABL elege o jornalista e escritor Zuenir Ventura para sucessão do Acadêmico Ariano Suassuna

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A Academia Brasileira de Letras elegeu, dia 30 de outubro, o novo ocupante da Cadeira 32, na sucessão do Acadêmico, dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna, falecido no dia 23 de julho deste ano. O vencedor foi o jornalista e escritor Zuenir Ventura, que obteve 35 votos. Votaram 18 Acadêmicos presentes e 19 por cartas. Concorreram com ele mais dois postulantes: Thiago de Mello e Olga Savary (um voto cada).

O novo Acadêmico

Bacharel e licenciado em Letras Neolatinas, Zuenir Ventura é jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Desenho Industrial, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

É colunista do jornal O Globo e ingressou no jornalismo como arquivista, em 1956. Nos anos 1960/61 conquistou bolsa de estudos para o Centro de Formação dos Jornalistas de Paris. De 1963 a 1969, exerceu vários cargos em diversos veículos: foi editor internacional do Correio da Manhã, diretor de Redação da revista Fatos & Fotos, chefe de Reportagem da revista O Cruzeiro, editor-chefe da sucursal-Rio da revista Visão-Rio. Continua. Fonte: ABL.

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Literatura brasileira: um problema lúdico

Por Márcia Tiburi

Há quem diga, por amor à retórica, às frases feitas ou ao senso comum, que não existe literatura brasileira em nossos dias. Por um lado, é uma ideia divertida e vale a pena brincar com ela tomando-a como provocação que faz pensar, pois o que poderá significar “literatura” ou até mesmo “literatura brasileira” não é questão de se jogar fora sem análise.

Podemos pensar a coisa toda em termos lúdicos, como se faz com um objeto quando se quer que ele sirva de brinquedo: uma pedra que vira cavalo, um sapato que vira carrinho, pedaço de papel que vira avião. A literatura pode ser este brinquedo: cada um pode inventar um significado e, dependendo de regras, podemos até brincar juntos. Escrevemos livros, publicamos e lemos uns aos outros. Até que alguém não vai mais querer brincar, vai sair jogando tudo para o alto por estar perdendo no jogo ou simplesmente por não gostar mais das regras. E, tudo bem, dirão os que continuarem a brincar para o colega que deixou a cena: pode brincar sozinho ou emburrar num canto. E, no meio do pátio literário, cada um que leia o que quiser. Assim é com os que escrevem ou leem literatura, acreditem ou não em sua existência. (continua) Fonte: Blog da Cosacnaify

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Perfil da literatura nacional

O site Ponto Eletrônico criou um infográfico feito a partir do trabalho de Regina Dalcastagnè. A pesquisadora dedicou 15 anos de sua vida a estudar a literatura nacional. Veja o resultado:

Fonte: Biblioteca de São Paulo

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Proposta reserva espaço de destaque para livros brasileiros em prateleiras de lojas

A Câmara analisa projeto que obriga os livreiros a ampliar a divulgação de obras literárias brasileiras nas livrarias, nos postos de venda e nas páginas na internet. Pela proposta (PL 4668/12), da deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), os livreiros devem destacar pelo menos 30% do espaço reservado à exposição de seus produtos literários para obras literárias brasileiras.

De acordo com o projeto, o livreiro que descumprir a lei deverá pagar multa de dez salários mínimos. Em caso de reincidência, a multa seria paga em dobro. (continua) Fonte: Ag. Câmara

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Jornalismo de Nélson Rodrigues disponível no site do Arquivo Público de São Paulo

Página “Memória da Imprensa” homenageia o centenário do autor

O site do Arquivo Público do Estado de São Paulo está abrindo espaço para um dos mais influentes dramaturgos e escritores brasileiros do século passado: Nélson Rodrigues. A página “Memória da Imprensa” (www.arquivoestado.sp.gov.br/memoriaimprensa/) apresenta, a partir do mês de dezembro, doze textos assinados pelo autor: crônicas esportivas, críticas teatrais, um texto da série A vida como ela é, uma coluna de conselhos sentimentais, um folhetim assinado por Suzana Flag (um dos pseudônimos de Nelson) e reportagens. Os textos são extraídos do jornal Última Hora e da revista A Cigarra. E, para completar o conjunto, o site também exibe 50 imagens inéditas de ensaios de peças do dramaturgo, feitas quando ele trabalhava para a UH. (continua) Fonte: Arquivo Público de São Paulo

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Há 107 anos nascia Erico Verissimo

“Ora, acontece que, queira ou não queira, eu existo nesta hora e neste lugar. Que fazer então com a minha vida? Por que não erguer meu penacho, lançar um desafio meio desesperado a isso a que convencionamos chamar Destino? A vida não tem sentido (…) mas vamos fazer de conta que tem. E daí? Aí eu transformo a minha necessidade em fonte de li…
bertação e passo a ser, eu mesmo, a minha existência, a minha verdade e a minha liberdade.” – Erico Verissimo, em “O tempo e o Vento – O Arquipélago”.

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Direito & Literatura: Dom Casmurro, do escritor Machado de Assis

Direito e Literatura: do Fato à Ficção é um programa de televisão apresentado pelo procurador de Justiça do Rio Grande do Sul e professor da Unisinos Lenio Streck, onde se discute, com convidados, uma obra literária e seu diálogo com o Direito. A obra desta edição é Dom Casmurro,  de Machado de Assis. Participaram do debate Jorge Trindade, professor  da Faculdade de Direito da Ulbra, e Luís Augusto Fischer, professor da  Faculdade de Letras da UFRGS. Veja o programa. Fonte: Conjur

Lenio Streck

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Crônicas de Nelson Rodrigues sobre Copa do Mundo de 1958 e outros textos

No ano em que Nelson Rodrigues completaria 100 anos, o site Memória da Imprensa,  do Arquivo Público do Estado de São Paulo, selecionou 50 imagens e 12 textos  encontrados em seu acervo digitalizado sobre o autor e sua obra.

Foram  escolhidos textos e imagens do jornal Ultima Hora e da revista A  Cigarra, produzidos entre os anos de 1943 e 1960. Alguns desses  textos foram assinados por Nelson Rodrigues, como as crônicas de futebol sobre a
vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1958, na Suécia; o texto “Depois da lua de  mel”, da coluna diária A vida como ela é…; e uma reportagem que  mostra uma visão muito peculiar sobre a inauguração de Brasília.

Outros  textos são de seus pseudônimos – especialmente os folhetins e conselhos amorosos que Nelson assinava como Suzana Flag e as crônicas de teatro sob a alcunha de Grock. (continua)

Clique aqui para acessar o conteúdo. Fonte: Arquivo Público de São Paulo

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MinC e FBN entregam Diploma Prêmio Camões 2012

“Dalton Trevisan significa uma opção radical pela literatura enquanto arte da palavra”, assim definiu o júri do Prêmio Luís de Camões, no dia 21 de maio deste ano ao escolher, por unanimidade o autor curitibano. A entrega do Diploma do Prêmio promovida pelo Ministério da Cultura, Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e Instituto Camões, ao enigmático Trevisan, avesso a aparições públicas, será feita no próximo dia 12, quarta-feira, às 18h30 no Auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional. Não, não será dessa vez que o escritor dará o ar da graça, ele será representado por sua editora, Sônia Jardim, no momento de receber o máximo reconhecimento da literatura em língua portuguesa. (continua) Fonte: Blog da BN

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Clarice Lispector ganha site e concerto para celebrar a data em que completaria 92 anos

clarice lispectorNa certidão: Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920. Nome de batismo, Haia. Mas  esses dados duraram apenas dois anos. Com a vinda da família para o Brasil, Haia  viraria Clarice e a sua naturalidade seria mais brasileira do que ucraniana. Um  dos nomes mais fortes, e cada vez mais populares, da literatura brasileira,  Clarice Lispector completaria 92 anos nesta segunda-feira. Para celebrar a data,  o Instituto Moreira Sales (IMS) lança um site e realiza um concerto para homenagear a escritora.

É a segunda vez que a instituição participa do evento Hora de Clarice. O  poeta Eucanaã Ferraz, que dirige o concerto e organizou o site, conta que em  2011 o IMS colaborou com a festa, mas como eles são os titulares do acervo da  autora de clássicos como “A Paixão segundo G.H.” e “A hora da estrela”, houve o  desejo de reunir as informações sobre a escritora, sua vida e obra.

— Para a edição desse ano achei que seria importante fazer algo digital. A  ideia era reunir conteúdo sobre a Clarice, pois muitas informações sobre ela  estão dispersas e, às vezes, não são confiáveis — conta Ferraz ressaltando a  necessidade de juntar em um ambiente com mais credibilidade o conteúdo sobre a  escritora, que é muito citada na internet. (continua) Fonte: O Globo

Leia mais sobre esse assunto em  http://oglobo.globo.com/cultura/clarice-lispector-ganha-site-concerto-para-celebrar-data-em-que-completaria-92-anos-6994009#ixzz2Eg2j8CEs © 1996 – 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

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Arquivos pessoais de escritores brasileiros

O Arquivo-Museu de Literatura Brasileira (AMLB) da Fundação Casa de Rui  Barbosa tem como objetivo preservar a memória literária de nosso país. Seu  acervo reúne 126 arquivos privados de escritores brasileiros e uma coleção de  documentos avulsos.

Para facilitar o acesso a esses arquivos, estão sendo paulatinamente  organizados esses sites informativos, que detalham seu conteúdo e  apresentam informações biográficas e bibliográficas sobre os autores.

As referências sobre documentos e os dossiês podem ser  consultados na base de dados Arquivos  pessoais de escritores brasileiros. E as informações sobre o conteúdo de  cada arquivo, na base de dados Guia  de fundos e coleções. Acesse aqui.

arquivos de escritores brasileiros

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Romances de Jorge Amado trazem à sala de aula provocações relevantes sobre diferentes aspectos da sociedade brasileira

Ilustração: João TeófiloIlustração: João Teófilo

Jorge Amado (1912-2001) foi um escritor superlativo: publicou 32 livros povoados por mais de 5.000 personagens e vendeu cerca de 30 milhões de exemplares somente no Brasil. Embora editado em 52 países e traduzido para 29 línguas, escreveu quase exclusivamente a partir de sua Bahia natal. Ainda assim, seus romances trazem para a sala de aula provocações relevantes sobre diferentes aspectos da sociedade brasileira, e até mesmo questões universais [como mostra o artigo Bahia universal, publicado este mês na Revista de História].

Em Gabriela cravo e canela, por exemplo, há passagens em que a submissão da mulher fica evidente. O livro começa com o assassinato de Sinhazinha por seu marido, que a flagrara com outro. Há prostitutas que são posse exclusiva de certos coronéis. A protagonista Gabriela, por outro lado, destoa ao buscar sua liberdade e sua autonomia. Há também a heroína de Tereza Batista cansada de guerra é uma menina criada pela tia que, ainda adolescente, é obrigada a servir sexualmente um homem violento em troca de dinheiro. A partir da leitura desses romances, ou da projeção das respectivas adaptações audiovisuais, pode-se pedir aos alunos que tracem os perfis femininos encontrados no romance, para depois compará-los às possibilidades e atitudes das mulheres no Brasil do século XXI. (continua) Fonte: Revista História

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