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Impacto da tecnologia na aquisição de conhecimento. Internet e redes sociais: informação X conhecimento.

O volume de informações disponíveis na internet, o surgimento das redes sociais e a velocidade de propagação das notícias têm disputado a atenção de todos nós. Somado a esses fatores, o acesso cada vez mais fácil a tablets e smartphones faz com que o ato de se concentrar em uma atividade e, assim, adquirir conhecimento fique cada vez mais difícil. Para falar sobre isso, o Palavra de Especialista recebe o psicólogo e coordenador do grupo de pesquisa Dependência de Internet, do Hospital das Clínicas de SP, Cristiano Nabuco. Clique aqui para ouvir à reportagem. Fonte: Ag. Câmara.

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Muita informação, pouco conteúdo.

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06/04/2014 · 9:00

DataGramaZero – Revista de Informação – v.13 n.6 dez/2012.

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Artigo: Fidedignidade informacional no TWITTER: uma questão de confiança

Junio Lima de Carvalho, Guilherme Ataíde Dias

Resumo

Discute a credibilidade informacional do Twitter. Usuários dos diversos extratos sociais consomem e disseminam informações através de ferramentas de microblogging, aonde se tornam os principais catalisadores da rede. Desta forma, contribuem direta e indiretamente em aspectos, como: convivência, reciprocidade, ideias e valores. Analisa a percepção e a estrutura dinâmica do Twitter por partes dos usuários. Enfatiza a necessidade de se procurar em outros meios de comunicação, a veracidade e a confiabilidade informacional, proporcionando nitidez e clareza ao censo crítico dos usuários. Este trabalho é de natureza exploratória e estuda a percepção de confiança dos alunos do 7º período de Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba com relação ao Twitter. Foram aplicados aos sujeitos da pesquisa questionários de cunho quali-quantitativo. Conclui-se que, em meio aos ambientes virtuais, (Twitter) é necessário, questionamento e perspicácia, para filtrar informações tendenciosas e duvidosas. Texto integral. Fonte: Biblionline

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Brasil só perde para os EUA no ranking do número de revistas científicas com acesso aberto

Pesquisadores de várias áreas do conhecimento, bibliotecários e especialistas em ciência da informação reuniram-se no final de outubro em eventos realizados em mais de uma centena de países para discutir os rumos do acesso aberto, expressão que engloba um conjunto de estratégias para difundir a produção científica de forma livre e gratuita por meio da internet. As discussões da 6ª Semana do Acesso Aberto, iniciativa de uma aliança internacional de bibliotecas universitárias, abordaram temas como a influência das plataformas digitais no modo de fazer ciência, mas também foram marcadas por um avanço alcançado recentemente. Em julho, um anúncio feito pelo governo do Reino Unido estabeleceu que, a partir de 2014, todos os artigos científicos que resultarem de pesquisa financiada com recursos públicos deverão estar disponíveis gratuitamente em meios eletrônicos. Significa dizer que ninguém terá de pagar para ter acesso a papers de pesquisadores britânicos financiados por agências governamentais. (continua) Fonte: Revista Pesquisa

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Ao vivo o 4º Seminário Sobre Informação na Internet

Todos os painéis do 4º Seminário Sobre Informação na Internet, III Gecic  – Congresso Ibero-americano de Gestão do Conhecimento e
Inteligência Competitiva e 10º Workshop Brasileiro de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento serão transmitidos via WEB nos dias 19,  20 e 21 de
novembro.
Para acessar use as seguintes URLs
URL 1 – “4º Seminário sobre Informação na Internet”
www.ibict.gluckfilmes.com.br/webcast
URL  2 – “III GeCIC e 10 Workshop”
www.ibict.gluckfilmes.com.br/webcast2___

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Memória da Internet: arquivos digitais esbarram em ‘muralhas’ e direitos autorais

Uma das promessas não cumpridas da internet é de que haveria uma “revolução” da memória. Os conteúdos digitais ficariam imunes às intempéries do mundo físico, permitindo preservar para sempre as criações humanas, traduzidas em simples bits e bytes. Não funcionou.

Tudo o que vai parar no mundo digital é efêmero. A tecnologia renova-se, e os formatos ficam obsoletos. Universos inteiros de dados desaparecem ou ficam inacessíveis o tempo todo. Foi o que ocorreu com o Geocities, precursor das redes sociais. Em 1999, era o terceiro site mais acessado do planeta. Em 2009, deixou de existir (há um pouco dele no Internet Archive, mas muito se perdeu).

No Brasil, Caetano Veloso queixou-se no jornal “O Globo” sobre o tema. Seu blog Obra e Progresso, criado no processo de gravação do álbum “Zii e Zie”, sumiu também. Para alívio da situação (e dos fãs), parcelas do site estão no Internet Archive.

Só que o Internet Archive não resolve toda a questão. Grande parte dos conteúdos na rede hoje está atrás de “muralhas” fechadas, como o Facebook e outras redes sociais. O Internet Archive não entra ali. Só arquiva o que está aberto na rede.

Outro problema são os direitos autorais. Pela lei brasileira, preservar qualquer conteúdo requer autorização do autor e titulares.

Pela lei americana, essa autorização não é necessária. O Internet Archive pode armazenar tudo, desde que retire conteúdos específicos em caso de reclamações.

Há no Ministério da Cultura uma proposta para reformar nossa lei, autorizando o arquivamento. Até a sua aprovação, a chance de surgir um arquivo abrangente da rede no Brasil é zero.

Isso traz mais preocupações. Por exemplo, o Orkut. Apesar de muita gente torcer o nariz para o site hoje, ele é o mais rico e detalhado documento do período de 2004 a 2011 no Brasil. Registrou fenômenos como a ascensão da classe C, transformações no uso do português, além de inúmeros dramas pessoais.

Há muitos temas dos últimos anos visíveis pelo Orkut, preservados em registro microscópico. Mas basta uma decisão do Google para tudo ficar inacessível.

A Biblioteca do Congresso dos EUA já preserva a memória digital. Nossa Biblioteca Nacional deveria fazer o mesmo, a começar pelo Orkut.

A conclusão é simples. Se há algo importante para você armazenado na rede, vá lá e faça um back-up no seu computador. E não deixe para amanhã. Fonte: Folha de São Paulo

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