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DIA DAS MÃES

“A mulher fia o filho

No silêncio do corpo

inaugura-se: mãe.

O ventre: curvatura de sol

levantando-se

em mansidão de horizonte.

De si própria se esquece:

tecelã da rosa que já

aflora

em crescimento lento

no seu sangue.”

Mãe, poema de Zila Mamede;

Exercício da Palavra, 1975.

Tela de Cândido Portinari, 1936.

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Feliz Dia das Mães

Dia das mães

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12/05/2017 · 16:32

8 grandes mães da literatura

maes-na-literatura

Como reflexo que é das relações humanas, a arte literária se alimenta de grandes personagens femininas, mulheres que através de palavras se tornam reais – ao menos para os leitores, que rapidamente as identificam com a mãe que tiveram.

Ainda sobre maternidade, é bacana ler o que Clarice Lispector falou ao Jornal do Brasil em 1967:

Aliás uma pergunta que me fez: o que mais me importava – se a maternidade ou a literatura. O modo imediato de saber a resposta foi eu me perguntar: se tivesse de escolher uma delas, que escolheria? A resposta era simples: eu desistiria da literatura. Nem tem dúvida que como mãe sou mais importante do que como escritora.

Bom, como não temos que escolher entre uma e outra, montamos uma lista que une mães e literatura. Continua. Fonte: Homoliteratus

 

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10 Das Piores Mães da Literatura

Toda data especial nossas mídias se enchem de clichês. Com o Dia das Mães chegando não será diferente, e posts e matérias sobre exemplos de mãe – assim como nos anos anteriores – pipocarão por aí. Por isso o Listas Literárias para ser diferente, hoje publica uma lista com as piores mães da literatura:

1 – Srª Lisbon: Ah, duvido mãe pior que essa na literatura. Rígida, insensata e extremamente endurecida é uma mãe que foi incapaz de perceber o quanto suas amarras estavam destruindo a sua família. Não a toa todas as suas filhas se suicidaram, e o que era para ser proteção, transformou-se em tragédia em As Virgens Suicidas;
2 – Emma Bovary: Decepcionada com a maternidade, Emma esteve sempre distante da filha, ao ponto de matar-se sem levá-la em conta;
3 – Srª Nickleby: Insensata e incompetente a mãe de Nicholas Nickleby de certa forma representa a própria dificuldade de Charles Dickens com os pais;
4 – Ida Farange: Essa mãe é muito megera, afinal são raras as mães que usam as filhas como objeto para uso de suas picuinhas. É o que Ida faz em meio ao divórcio com o Sr. Beale, ao tratar a filha Maisie apenas para seus interesses, numa relação sem amor, carinho, ou respeito;
5 – Lysa Arryn: Vamos combinar que superproteção nunca contribuiu para a boa formação de uma criança, e esse é o caso dessa mãe, muito estranha e péssima para fazer de seu filho um homem;

6 – Rainha Gertrudes: Outro caso de mãe alheia e negligente que não consegue perceber o mal que paira sobre Hamlet;

7 – Srª Bennett: Nesse caso o problema não é a perversidade ou a maldade, mas sim os modos exagerados e a passionalidade de matriarca de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen;
8 – Sarah Grinké: No livro A Invenção das Asas a mãe das Irmãs Grinké, personalidades da história americana, é apresentada como uma mãe muito severa e rígida;
9 – Charlote Haze: Essa mãe em busca de coisas finas e sofisticadas não percebeu o perigo posto dentro da própria casa;
10 – Polly: Não que a mãe de Becky em A Menina que Semeava fosse uma mãe má – na verdade é sim uma ex-esposa complicada – mas sua teimosia e sua descrença quanto a forma que a filha e o pai encontraram para enfrentar a doença a tornava chata;

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Especial dia das mães: 7 mães retratadas na literatura brasileira

Feliz Dia das Mães!

1 – Ana terra, em O tempo e o Vento, de érico Veríssimo:
Ana é mãe de Pedro Terra, que é o gérmen da família que percorrerá as mudanças sociais do Rio grande do Sul. Pedro é pai de Juvenal e Bibiana Terra, que casa-se com o lendário Rodrigo Cambará;
 2 – Capitu, em Dom casmurro, de Machado de Assis:
Muitos se lembram dos olhos de ressaca, ou das dúvidas de Dom casmurro quanto a sua fidelidade. Poucos olham Capitu como mãe, tendo ao seu lado um pai sempre questionando a paternidade de Ezequiel, numa dúvida que paira até hoje;
 3 – Dona Glória , em Dom Casmurro, de Machado de Assis:
Matriarca da qual todos dependiam. Entre tentativas fracassadas prometeu que seu filho seria padre, considerando depois disso o nascimento de Bentinho um milagre. Sem dúvida uma das mais mais expressivas da literatura;
4 – Dona Lola, em Éramos Seis, de Maria José Dupré:
Lola é uma mulher bondosa e trabalhadora, mãe na forma mais literal das palavras, e que vai passando por uma série de acontecimentos, num dos enredos mais emocionantes e tristes da literatura nacional, que nos faz pensar que ela não merecia os sofrimentos pelo que passou;
  5 – Dona Benta, em O sítio do Pica-pau amaerelo, de Monteiro Lobato:
De quem ela é mãe ninguém lembra, mas como dizem que vó é mãe em dobro, Dona Benta desempenha muito bem seu papel com Pedrinho e Narizinho;
  6 – Alicia, em Cinzas do Norte, de Milton Hatoum:
Mãe de Raimundo, é protetora e defende os filho com unhas e dentes estando sempre por trás de acontecimentos importantes com seu poder de persuação.
  7 – Helena, em O jogo do camaleão de Marçal Aquino:
Mãe que sofre a aflição da fuga do filho que parte em busca do pai do qual ela se separara quando ricardo era ainda um bebê;

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Minha Mãe

 

 

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Mãe!

Fonte: Clube da Mafalda

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Parabéns às mães!

cartão dia das mães - CarolAutora: Carolina Villaça

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10 Das Piores Mães da Literatura

Toda data especial nossas mídias se enchem de clichês. Com o Dia das Mães chegando não será diferente, e posts e matérias sobre exemplos de mãe – assim como nos anos anteriores – pipocarão por aí. Por isso o Listas Literárias para ser diferente, hoje publica uma lista com as piores mães da literatura:

1 – Srª Lisbon: Ah, duvido mãe pior que essa na literatura. Rígida, insensata e extremamente endurecida é uma mãe que foi incapaz de perceber o quanto suas amarras estavam destruindo a sua família. Não a toa todas as suas filhas se suicidaram, e o que era para ser proteção, transformou-se em tragédia em As Virgens Suicidas;
2 – Emma Bovary: Decepcionada com a maternidade, Emma esteve sempre distante da filha, ao ponto de matar-se sem levá-la em conta;
3 – Srª Nickleby: Insensata e incompetente a mãe de Nicholas Nickleby de certa forma representa a própria dificuldade de Charles Dickens com os pais;
4 – Ida Farange: Essa mãe é muito megera, afinal são raras as mães que usam as filhas como objeto para uso de suas picuinhas. É o que Ida faz em meio ao divórcio com o Sr. Beale, ao tratar a filha Maisie apenas para seus interesses, numa relação sem amor, carinho, ou respeito;
5 – Lysa Arryn: Vamos combinar que superproteção nunca contribuiu para a boa formação de uma criança, e esse é o caso dessa mãe, muito estranha e péssima para fazer de seu filho um homem;
6 – Rainha Gertrudes: Outro caso de mãe alheia e negligente que não consegue perceber o mal que paira sobre Hamlet;

7 – Srª Bennett: Nesse caso o problema não é a perversidade ou a maldade, mas sim os modos exagerados e a passionalidade de matriarca de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen;
8 – Sarah Grinké: No livro A Invenção das Asas a mãe das Irmãs Grinké, personalidades da história americana, é apresentada como uma mãe muito severa e rígida;
9 – Charlote Haze: Essa mãe em busca de coisas finas e sofisticadas não percebeu o perigo posto dentro da própria casa;
10 – Polly: Não que a mãe de Becky em A Menina que Semeava fosse uma mãe má – na verdade é sim uma ex-esposa complicada – mas sua teimosia e sua descrença quanto a forma que a filha e o pai encontraram para enfrentar a doença a tornava chata;

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Especial dia das mães: 7 mães retratadas na literatura brasileira

Feliz Dia das Mães

1 – Ana terra, em O tempo e o Vento, de érico Veríssimo:
Ana é mãe de Pedro Terra, que é o gérmen da família que percorrerá as mudanças sociais do Rio grande do Sul. Pedro é pai de Juvenal e Bibiana Terra, que casa-se com o lendário Rodrigo Cambará;
 2 – Capitu, em Dom casmurro, de Machado de Assis:
Muitos se lembram dos olhos de ressaca, ou das dúvidas de Dom casmurro quanto a sua fidelidade. Poucos olham Capitu como mãe, tendo ao seu lado um pai sempre questionando a paternidade de Ezequiel, numa dúvida que paira até hoje;
 3 – Dona Glória , em Dom Casmurro, de Machado de Assis:
Matriarca da qual todos dependiam. Entre tentativas fracassadas prometeu que seu filho seria padre, considerando depois disso o nascimento de Bentinho um milagre. Sem dúvida uma das mais mais expressivas da literatura;
4 – Dona Lola, em Éramos Seis, de Maria José Dupré:
Lola é uma mulher bondosa e trabalhadora, mãe na forma mais literal das palavras, e que vai passando por uma série de acontecimentos, num dos enredos mais emocionantes e tristes da literatura nacional, que nos faz pensar que ela não merecia os sofrimentos pelo que passou;
  5 – Dona Benta, em O sítio do Pica-pau amaerelo, de Monteiro Lobato:
De quem ela é mãe ninguém lembra, mas como dizem que vó é mãe em dobro, Dona Benta desempenha muito bem seu papel com Pedrinho e Narizinho;
  6 – Alicia, em Cinzas do Norte, de Milton Hatoum:
Mãe de Raimundo, é protetora e defende os filho com unhas e dentes estando sempre por trás de acontecimentos importantes com seu poder de persuação.
  7 – Helena, em O jogo do camaleão de Marçal Aquino:
Mãe que sofre a aflição da fuga do filho que parte em busca do pai do qual ela se separara quando ricardo era ainda um bebê;

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10 das Mães mais “faca na bota” da literatura

O dia das mães está chegando, e para homenageá-las, o blog decidiu listar as mães mais “faca na bota” da literatura. E para você que está se perguntando o que é “faca na bota”, em síntese são aquelas mães pau-para-toda-obra, sempre juntas com sua prole, protegendo-os, acarinhando-os, e se preciso, até mesmo indo para a guerra, e olha que nem todas elas são boazinhas. Nesta lista, 10 mães marcantes na literatura:
1 – Catelyn Stark: Uma mãe que vira literalmente uma fera quando se mexe com “sua cria”. Protetora e preocupada com a família é uma mulher forte que não aceita acompanhar em silêncio o perigoso jogo dos tronos, e para fazer justiça aos que atacaram seus filhos ela vai à luta, passando por temíveis provações, e com seu destino com um desfecho impactante;
2 – Sra. Bennet: Em Orgulho e Preconceito é pintada por Jane Austen como um temperamento incerto, mas acima de tudo, para ela está a certeza de que suas filhas merecem o melhor;
3 – Dona Lola: Em Éramos Seis os conflitos e os dramas familiares a expõem a uma luta constante contra o destino, e que especialmente revelam a força dela como mãe, e mulher;
4 – Daenerys Targarien: Se ser mãe de crianças já não é fácil, imagina então ser “a mãe dos dragões”? O fato é que antes mesmo de suas feras o instinto materno de Daenerys foi bastante estimulado durante sua gravidez interrompida, mas ainda assim a podemos chamá-la de mãe, e certamente uma mãe ruim para se comprar uma briga;
5 – Molly Weasley: Olha, dá quase pra pensar que esta mãe é brasileira, afinal, conseguiu criar sete filhos, e sem muita grana para isso, e além disso, bondosa, encarnando o tipo super-mãe, seu coração ainda teve espaço para adotar quase como filho o bruxinho Harry Potter;
6 – Cersei Lannister: Como diria Nelson Rubens, Ok. Ok! Eu sei que esta lista está cheia de personagens de As Crônicas do Gelo e do Fogo, mas fazer o quê se Martin nos enche com todos os tipos de mãe, até mesmo esta, bem “safadinha” com sua prole nascida de incesto, mas ainda assim, no quesito mãe, ela não poupa de luta e escrúpulos para defender sua cria, e obviamente o trono;
7 – Dona Caetana: Da vida real para a ficção, a esposa do revolucionário Bento Gonçalves ser tornou personagem de inúmeros livros, com destaque para o romance A Casa das Sete Mulheres, onde se mostrou   a parte feminina do período da Revolução Farroupilha;
8 – Hester Prynne: Condenada por vizinhos puritanos por ter um filho fora do casamento, é uma mãe e mulher de profundas contradições, uma santa, uma pecadora, mas que acima de tudo consegue quebrar limites culturais;
9 – Penelope: Além de amar seu filho, em A Odisseia ela consegue manter Telêmaco vivo e em segurança;
10 – Sally Jackson: Além de muito gentil, essa mãe, para manter o segredo de Percy passou escondida nas sombras passando por maus bocados na mão de Gabe Ugliano, para proteger o semi-deus;

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CONSELHOS DE MÃE (a todas as mães sertanejas)

Conselho de mãe

Se os filhos dessem ouvido Ao que as mães lhes dissessem

Escutassem seus conselhos

Praticassem suas preces

O mundo teria paz

Não essa guerra que cresce.

Os conselhos de uma mãe

São trilhos a percorrer

Porque ela ama o filho

Como nenhum outro ser

E nunca ela quer seu mal

No bem quer vê-lo crescer.

Clique aqui para ver o post completo

FELIZ DIA DAS MÃES!

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Homenagem às Mães do MPT/RN – 2013

Clique aqui para assistir. Produzido por Carolina Villaça, Ascom MPT/RN.

meu filme dia das mães

 

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Minha Mãe

 

 

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