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Demissões impulsionam ações na Justiça

O número de processos recebidos nas varas trabalhistas brasileiras nunca foi tão alto. Em 2015, foram abertas 2,66 milhões de ações no país, o maior número já registrado desde 1941, quando começa a série histórica do Tribunal Superior do Trabalho.

Já entre janeiro e abril deste ano, as varas receberam mais 905.670 processos, com alta de 7,9% ante igual período do ano anterior. Nesse ritmo, 2016 deve bater novo recorde de litígios na área.  Continua na Fonte: Folha UOL

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Programa Jornada mostra medidas tomadas pelos empresários para manter negócios funcionando

Programa Jornada

O programa Jornada dessa semana dá continuidade à série de reportagens especiais sobre os efeitos da crise vivida pelo país no mercado de trabalho. Vamos mostrar o que os empresários estão fazendo para não fecharem as portas e darem continuidade aos negócios.

No quadro “Direitos e Deveres”, as dúvidas trabalhistas do dedetizador e do dono da empresa. Quem dá as respostas é uma juíza de Jundiaí, em São Paulo. Direto de Cuiabá, o TRT da 23ª Região (MT) procura trabalhadores beneficiados em processo coletivo ajuizado há 19 anos, no qual 133 beneficiários têm direito a receber verbas trabalhistas. E direto de Brasília, as ações que estão sendo planejadas para a Semana Nacional da Aprendizagem.

O Jornada é exibido pela TV Justiça às segundas-feiras, às 19h30, com reapresentações às quartas-feiras, às 6h30, quintas-feiras, às 20h30, sextas, às 09h30 e sábados, às 17h30. Todas as edições também podem ser assistidas pelo canal do TST no Youtube: www.youtube.com/tst.

Confira a íntegra da última edição. Fonte: TST.

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Vale e Cemig são processadas em R$ 50 milhões pior danos ambientais e desemprego

MPT, MPF e DPU pedem a condenação das empresas por danos ambientais e desemprego causados pela construção da hidrelétrica Aimorés

A mineradora Vale e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foram processadas em R$ 50 milhões pelos prejuízos ambientais e sociais gerados ao Estado de Minas Gerais na construção da Usina Hidrelétrica de Aimorés. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) e tramita na 1ª Vara Federal de Governador Valadares (MG). O processo também pede a condenação do Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por ineficiência na fiscalização ambiental.

Com a obra, os peixes do Rio Doce, localizado na divisa dos estados de Minas e Espírito Santo, morreram e a população do município de Aimorés e cidades vizinhas, que sobrevivia da pesca, acabou desempregada. Continua. Fonte: MPT/RN.

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Trabalho Legal nº 101: vigilância eletrônica no local de trabalho,

Veja nesta edição:

Simpósio Ação Coletiva, Democracia, Trabalho e Transformação Social,

Há limites para implantação de câmeras em local de trabalho (vigilância eletrônica);

Economia estagnada aumenta o desemprego;

Rotina da profissão de camareira;

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Nem ocupados, nem desocupados: o mercado de trabalho no Brasil

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
(Ou Isto ou Aquilo – Cecilia Meireles)

Por Thaís Herédia

A leitura do mercado de trabalho no Brasil é intrigante. Além do contingente de empregados e desempregados, as pesquisas também contam aqueles que não estão nem ocupados, nem desocupados. Eles também são chamados de “desalentados”, porque são aquelas pessoas que não têm emprego e (já) desistiram de procurar.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (03) pelo IBGE, revela que, no primeiro trimestre de 2014, 38,9% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como “fora da força de trabalho”, ou seja,  são apenas cidadãos brasileiros.

As pontas da estatística, entre 14 e 17 anos, e acima de 60 anos, concentram as maiores altas de pessoas nem desocupadas nem ocupadas. Uma grande parcela desta “categoria” está entre 25 e 59 anos, ou seja, gente que não adiou a entrada no mercado de trabalho durante a faculdade, presume-se. Mais de 66% dos desalentados são mulheres. Entre os jovens, de 18 a 24 anos, o percentual deles que está fora da “força de trabalho” chegou a 32% no primeiro trimestre de 2014.

Então, eu pergunto: a renda do líder da família está sendo suficiente para cobrir as despesas da casa? Provavelmente esta justificativa contribuiu com este cenário até agora. Os salários vêm subindo acima da inflação há alguns anos, o que engordou o orçamento familiar. Mas esta troca está perdendo força. De um lado, a renda já não sobe com a mesma intensidade. Do outro, a inflação subiu e corroeu boa parte do bolso das famílias.  Continua. Fonte: G1.

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Deu a louca no IBGE? desemprego em queda?

Thais Herediapor Thaís Herédia

Parece até mágica. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME), feita pelo IBGE, continuou a distanciar o mercado de trabalho do resto da economia do Brasil. O número divulgado nesta quinta-feira (30) é tão bom, tão bom, que a gente até desconfia. A taxa de desemprego calculada com a metodologia da PME registrou incríveis 4,3% em dezembro passado. Na média dos 12 meses de 2013, a taxa ficou em 5,4%.

De mágico o número do IBGE não tem nada. Ele reflete uma leitura insuficiente para ilustrar a realidade do momento atual do emprego no país. Tanto é verdade que o instituto já começou a divulgar sua nova metodologia para calcular a taxa de desemprego no país – a PNAD Contínua. Nesta, que faz uma coleta bem mais ampla dos dados, a taxa de desemprego roda na casa dos 7%.

Olhando para “dentro” dos números disponíveis no mercado, como fazem os economistas, é possível enxergar uma mudança importante na composição do mercado de trabalho e descobrir que ele já está no caminho de volta desse recorde histórico apontado pelo IBGE.

O número de desocupados está baixo, mas a quantidade de gente que desistiu de procurar emprego aumentou. A renda ainda cresce, mas em ritmo bem menor do que nos períodos anteriores. Ou seja, o poder de compra dos trabalhadores está mais fraco. Outro jargão de economista – “por um lado”, isso é ruim, já que ninguém quer ver os salários perdendo valor; “por outro lado”, isso significa menor pressão inflacionária e uma acomodação mais saudável dos preços, já que a demanda tende a enfraquecer. Continua na fonte: G1.

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