Arquivo da tag: catador de lixo

Lixão da Estrutural em detalhes (Prêmio MPT de Jornalismo)

 Todo o lixo produzido na Esplanada dos Ministérios, no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, assim como em todo o Distrito Federal alimenta o maior aterro sanitário da América Latina, popularmente chamado de Lixão da Estrutural. A série de imagens produzidas por André Coelho para a reportagem do jornal O Globo Lixão da estrutural em detalhes revela o cotidiano de péssimas condições de trabalho, poluição, violência e abandono da terceira geração de catadores que trabalham no local. Ela é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria fotojornalismo: http://oglobo.globo.com/…/lixao-da-estrutural-em-detalhes-1… #finalistasMPT

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Catadores de Sonhos: documentário sobre luta dos catadores no 2° maior lixão do país

No segundo maior lixão a céu aberto do Brasil, um grupo de catadores decide enfrentar a decisão do Estado Brasileiro de fechar os lixões do país. Na tentativa de garantir o acesso de mais de mil e 800 pessoas ao seu local de trabalho e único meio de sustento, os catadores do Aurá fazem um dramático protesto de 24 horas. O documentário registra a luta desses catadores, protagonistas de um momento histórico que mudou a agenda da política nacional de resíduos sólidos no país. “(…)o filme é esclarecedor em suas denuncias a respeito da opressão do Estado e a forma como os poderosos lesa pátrias do país tratam os precarizados(…)” Mujica Salinas, produtor da Grito Filmes. “(…)O filme ‘Catadores de Sonhos” destacou-se pela mistura de uma narrativa observacional com belas imagens, além de um mídia ativismo contundente. (…)” Carlos Augusto Lima França, jornalista e integrante da Mídia Independente Coletiva.

Assista o documentário. Fonte: Mídia Coletiva

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Garis devem ser transportados com segurança

ABNT acatou recomendação do Ministério Público do Trabalho e alterou a norma que regulamenta os compactadores de lixo

Aracaju – A Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) acatou recomendação do Ministério Público do Trabalho (MPT) e alterou a norma técnica NBR 14599:2014, que regulamenta os compactadores de lixo. Com a correção, trabalhadores que fazem a coleta de lixo não devem ser transportados nos estribos dos veículos.

Esse tipo de transporte é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro e pelas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Além disso, o Código Penal brasileiro tipifica a conduta de exposição da vida alheia a perigo como crime, e a pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde decorrer do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza.

A notificação foi assinada pelo coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho (Codemat), Leonardo Osório Mendonça, e pelos procuradores do Trabalho Raymundo Lima Ribeiro Júnior, Valdir Pereira da Silva e Djailson Martins Rocha. Continua. Fonte: MPT-PGT.

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Profissão Repórter aborda condições de trabalho de catadores de lixo

O Profissão Repórter veiculou na terça-feira (27) uma reportagem sobre as condições de trabalho dos catadores de lixo do lixão da Estrutural, localizado a 15km de Brasília. Lá, três mil catadores disputam as nove mil toneladas de lixo, que chegam diariamente do Distrito Federal. No último ano, seis pessoas morreram atropeladas ou soterradas durante o trabalho no lixão. A rotina é pesada e muitas crianças ajudam na coleta de material reciclável. Leia direto da fonte.

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MPT aciona duas cidades do sul da BA por trabalho de crianças em lixões

Trabalho em lixões da Bahia é investigado pelo MPT (Foto: Divulgação/MPT)Trabalho em lixões da Bahia é investigado pelo MPT (Foto: Divulgação/MPT)

O Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia entrou com ação na Justiça exigindo que as cidades de Itabuna e Ilhéus, na região sul, impeçam o trabalho de crianças e de adolescentes nos lixões da cidade. A informação foi divulgada pelo órgão nesta quarta-feira (16).

De acordo com o MPT, os prefeitos das duas cidades – Jabes Sousa Ribeiro, de Ilhéus, e Claudevane Moreira Leite, de Itabuna – são réus e podem responder no aspecto financeiro por prejuízos causados, além de pagar indenização por danos morais coletivos de R$ 800 mil.

As ações são movidas pelas procuradoras do trabalho Ana Raquel Sampaio Pacífico, em Itabuna, e Sofia Vilela de Moraes e Silva, em Ilhéus. De acordo com o MPT, as procuradoras realizaram inspeções nos locais destinados para descarte do lixo urbano nas duas cidades e encontraram “grave quadro de trabalho infantil degradante, no qual os jovens são expostos a diversos riscos ambientais”. Continua. Fonte: G1.

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Prêmio MPT de Jornalismo: “Os Horizontes nos Lixões”

 
Especial Lixão – Os Horizontes nos Lixões
São sete horas da manhã. Começa a cessar a neblina que às vezes paira sobre as rodovias e estradas de terra – no início dos dias – na área rural de Castanhal, município do nordeste paraense, distante 68 quilômetros da capital Belém. “A realidade de quem teve a esperança de uma vida melhor retirada ou renovada com o lixão de Castanhal, na região metropolitana de Belém, é mostrada no especial multimídia do Diário Online “Os horizontes do lixão”. O jornalista Hélio Granado se aproxima dos catadores e revela quão tênue é a linha que separa o convívio diário de crianças e adolescentes no local com a realidade do trabalho infantil. Entre as pessoas que aguardavam a primeira “carrada” de lixo, a reportagem flagrou crianças entre 12 e 15 anos ajudando os pais e procurando itens para consumo próprio, como brinquedos e vestimentas. O trabalho é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo, assim como as imagens captadas pelo fotojornalista Cezar Magalhães. www.diarioonline.com.br/especial/lixao
diarioonline.com.br

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Prêmio MPT de Jornalismo: “SST jogadas no lixo”

A estudante Roberta Meyre narra em “SST jogadas no lixo”, os riscos e dificuldades encontradas pelos coletores de lixo em Maceió. Popularmente conhecidos como garis, esses profissionais enfrentam preconceito, excesso de trabalho, falta de fiscalização, doenças e problemas de saúde adquiridos no ofício, muitas vezes em razão da falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A reportagem foi publicada no site da revista Caleidoscópio, veículo da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Confira essa reportagem finalista do Prêmio MPT de Jornalismo: http://revistacaleidoscopio.com.br/sst-jogadas-no-lixo/ ‪#‎FinalistasMPT‬

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(reportagem) Trabalhadores são encontrados sem proteção em lixão do Distrito Federal

Imagens do descaso em um dos maiores lixões do país, que fica a poucos quilômetros do centro da capital federal. A equipe do Bom Dia Brasil encontrou trabalhadores por lá sem qualquer equipamento de segurança. Flagrantes foram feitos em meio a uma queimada. Assista à reportagem. Fonte: Bom Dia Brasil.

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Lixão do município de Assú é tema de audiência no MPT/RN

O lixão do município de Assú/RN funciona há mais de 50 anos na comunidade de Lagoa do Ferreiro de Fora. Durante esse período, o crescimento da zona urbana da cidade chegou ao depósito de resíduos e, hoje, o lixão causa transtornos a toda a população do seu entorno. Para minimizar os danos ambientais e à saúde da população e promover melhorias nas condições do trabalho dos catadores de lixo, representantes da administração municipal do Assú, do Governo do Estado e dos Ministérios Públicos Estadual e do Trabalho estiveram reunidos, nessa segunda (15), na sede do MPT/RN. Continua. Fonte: Ascom MPT/RN.

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Vídeo: Um novo olhar sobre os coletores de lixo

Um vídeo que faz uma abordagem psicossocial sobre os coletores de lixo, mostrando o sofrimento e o prazer na realização de suas atividades de trabalho. Também fala de questões relacionadas a exclusão social e responsabilidade da população sobre os resíduos produzidos, acondicionamento e disposição, bem como a relação desses aspectos com a saúde dos trabalhadores da coleta.

Assista o vídeo no canal da Fundacentro, no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=5i3Gkwa0CgI

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Gari varredor tem direito ao adicional de insalubridade em grau máximo?

Eles são responsáveis pela limpeza das nossas cidades. Muitas vezes, nem notamos presença deles, mas, se por alguma razão, eles não estão lá, o que ocorre é simplesmente o caos. São os garis, aqueles simpáticos profissionais de uniforme alaranjado que coletam nossos lixos e varrem as nossas ruas, praças e calçadas. Quando coletam os lixos em caminhões, são chamados de garis-coletores, e quando se responsabilizam pela capina e varrição, são garis varredores.

É comum ações desses profissionais na Justiça do Trabalho, envolvendo a discussão de um direito específico: o adicional de insalubridade, aquela parcela a que todo trabalhador tem direito quando presta serviços em condições que geram prejuízos à saúde. E, no caso dos garis, existe uma situação particular. É que a Portaria/MTE nº 3.214/78, NR 15, anexo 14, assegura o adicional de insalubridade, no grau máximo, para o trabalho exercido em contato permanente com lixo urbano (coleta e industrialização). Mas aí surge a questão: já que a norma se refere à “coleta de lixo urbano”, esse adicional é devido apenas aos garis coletores, que realizam diretamente a coleta do lixo, ou também se estende aos garis varredores? Continua. Fonte: TRT/3.

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Comissão aprova exigência de condições adequadas para garis fazerem refeição

A proposta que obriga as empresas de coleta de lixo a estabelecer horário e local específicos para que seus funcionários, inclusive os terceirizados, possam fazer a refeição de maneira adequada.

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, na última quarta-feira (25), proposta que obriga as empresas responsáveis pelos serviços de limpeza de ruas e coleta de lixo urbano a estabelecer um horário e um local específicos para que seus funcionários, inclusive os terceirizados, possam fazer a refeição de maneira adequada.

A medida está prevista no Projeto de Lei (PL) 5649/13, da deputada Erika Kokay (PT-DF), que acrescenta artigo à Lei das Licitações (Lei 8.666/93). O projeto recebeu parecer favorável do relator, deputado Vicentinho (PT-SP). “Trata-se de dar dignidade a essa importante categoria profissional, além de promover tratamento isonômico a esses trabalhadores quando comparados a trabalhadores de outros segmentos”, disse o relator. Continua. Fonte: ag. Câmara.

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De catadora de lixo a escritora aclamada: Carolina Maria de Jesus

“Não digam que fui rebotalho,
que vivi à margem da vida.
Digam que eu procurava trabalho,
mas fui sempre preterida.
Digam ao povo brasileiro
que meu sonho era ser escritora,
mas eu não tinha dinheiro
para pagar uma editora.”

Carolina de Jesus, que faria 100 anos em 2014.

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De catadora de lixo a escritora aclamada: Carolina Maria de Jesus

“Não digam que fui rebotalho,
que vivi à margem da vida.
Digam que eu procurava trabalho,
mas fui sempre preterida.
Digam ao povo brasileiro
que meu sonho era ser escritora,
mas eu não tinha dinheiro
para pagar uma editora.”

Carolina de Jesus, que faria 100 anos em 2014.

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Empresa de coleta de lixo deve adequar meio ambiente de trabalho

A empresa JC Lopes Ltda, responsável pela coleta de lixo em Criciúma (SC), terá que garantir melhores condições de trabalho aos empregados. A medida é resultado de liminar concedida ao Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT-SC) pela 1ª Vara do Trabalho do município.

Segundo a procuradora Thaís Fidelis Alves Bruch, responsável pela ação, a empresa terá que se abster de transportar os trabalhadores do lado externo dos caminhões de coleta, devendo os coletores serem transportados dentro da cabine, mediante uso do cinto de segurança e dentro do limite de passageiros de cada veículo. A JC também pode optar por transporte regular de passageiros (ônibus ou micro-ônibus da sede da empresa até o local de início do trajeto de coletas).

A decisão determina, ainda, o respeito à duração da carga horária de trabalho dentro dos parâmetros constitucionais – de 44 horas semanais e oito horas diárias, remunerando as horas extras com o adicional legal ou normativo, subordinando-se a prestação de horas extras – quanto aos trabalhadores expostos a condições insalubres e independentemente da sua elisão por intermédio de fornecimento de EPI – à existência de autorização do Ministério do Trabalho, facultada a compensação de horário e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Continua. Fonte: MPT/SC.

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