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CAJUR – Cadernos de Informação Jurídica, v. 4, n. 2

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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 14, n. 2 (2018)

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Regulamentada a profissão de técnico em biblioteconomia

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Entrou em vigor nesta quarta-feira (10) a regulamentação da profissão de técnico em biblioteconomia, com a publicação da Lei 13.601/2018 no Diário Oficial da União. Foram vetados alguns pontos referentes aos conselhos regionais e federal do setor.

A lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 15/2017, aprovado em dezembro de 2017 no Senado Federal.

A profissão de bibliotecário já é regulamentada na Lei 4.084/1962. Para exercer a profissão é necessário curso superior de bacharelado em Biblioteconomia. A nova lei regulamentou a profissão de técnico na área.

Pela lei sancionada, o técnico só poderá exercer suas atividades sob supervisão de profissional bibliotecário registrado no Conselho Regional. Será exigido diploma de nível médio de técnico em biblioteconomia, tanto expedido no Brasil como validado do exterior.

Veto

Foi vetado o artigo que estabelecia como competência do Conselho Federal de Biblioteconomia dispor sobre o Código de Ética, a anuidade, as atribuições e a fiscalização da atividade do técnico. Foi vetada também a obrigatoriedade de registro no Conselho Regional de Biblioteconomia para exercício da profissão.

Na razão para o veto, o presidente da República justifica que, “ao pretender atribuir a conselho profissional a competência para dispor sobre atribuições típicas da profissão e para fixar anuidade, o dispositivo incide em inconstitucionalidade material”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Como são organizados os livros numa biblioteca?

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No Brasil, a maioria delas é organizada de acordo com o Sistema Decimal de Dewey. Criado pelo bibliotecário norte-americano Melvil Dewey em 1876, ele utiliza três dígitos principais para classificar o tema de cada livro. O primeiro, na casa das centenas, estabelece a área mais abrangente. O segundo, na casa das dezenas, é uma subdivisão dessa área. E o terceiro, uma subdivisão da subdivisão. O sistema permite ainda subtemas mais detalhados, com a adição de casas decimais. Abaixo, você confere o significado de alguns desses números.

Outro código que você pode encontrar na lombada das obras em uma biblioteca, desta vez misturando letras e números, indica quem é o autor. Ele é elaborado a partir de outra tabela, a Cutter, estabelecida por Charles Ammi Cutter, outro bibliotecário dos EUA, em torno de 1890.

Os padrões Dewey e Cutter são universais, mas as bibliotecas os aplicam de maneira independente. Portanto, é possível que alguns livros recebam códigos diferentes (mas parecidos) em estabelecimentos distintos. Por exemplo: Harry Potter e a Pedra Filosofal, citado abaixo, também pode ser encontrado com a numeração Dewey 809.89282 e o código Cutter R884h.

Continua. Fonte: Mundo Estranho.

 

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Comissão aprova regulamentação da profissão de técnico em biblioteconomia

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que regulamenta o exercício da profissão de técnico em biblioteconomia. Atualmente, apenas aqueles que possuem curso superior na área têm sua atividade regulamentada.

Pela proposta, para exercer a atividade, será necessário diploma de nível médio de técnico em biblioteconomia, expedido no Brasil, por escolas oficiais ou reconhecidas; ou diploma de nível médio de técnico em biblioteconomia expedido por escola estrangeira, revalidado no Brasil.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Erika Kokay (PT-DF), ao Projeto de Lei 6038/13, do deputado Jose Stédile (PSB-RS).

Supervisão
O substitutivo determina que, para exercer a atividade, além de ter o diploma, o profissional deverá possuir registro e estar em dia com suas obrigações junto ao Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB) de sua jurisdição.

Além disso, estabelece que o técnico deverá exercer suas atividades sob a supervisão de bibliotecário com registro no CRB. “A natureza da atividade dos técnicos vincula-os ao acompanhamento do graduado em Biblioteconomia”, afirma Kokay. A parlamentar acolheu, no substitutivo, sugestões do Conselho Federal de Biblioteconomia. Continua. Fonte: Ag. Câmara.

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Congresso comemora 50 anos de regulamentação da profissão de bibliotecário

O Senado reuniu nesta segunda-feira bibliotecários e instituições de todo o Brasil para discutir políticas públicas para a expansão e a melhoria das bibliotecas no país. A vice-presidente da Comissão de Educação, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), ressaltou a importância das bibliotecas como instrumentos de apoio pedagógico, fomentadores de cultura e de leitura, e como espaços de lazer. Outras informações você escuta na reportagem de Iara Farias Borges Rádio Senado.

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O escritório jurídico é uma unidade de produção de informação(ões)

por Marcelo Stopanovski

Utilizo, sempre que possível, a palavra ‘informação’ no singular. Tal “ação afirmativa” é resultado de pesquisar sobre este fenômeno. Cursei doutorado na Ciência da Informação, um campo de estudos que, por óbvio, possui como um de seus objetos a ‘informação’.

Três são as graduações possíveis deste curso: a conhecida biblioteconomia, a arquivologia ou a museologia. Esta divisão se dá pela formação profissional e pelo suporte da informação, de forma simplificada: o livro como um objeto replicável, com várias cópias (ou um vídeo para ser mais moderno); o documento, como objeto com informações únicas (vide um despacho ou um ofício) e a peça de museu como objeto portador de informação histórica (podendo ser até mesmo um livro ou um documento). Porém a pós-graduação se chama Ciência da Informação e une todos estes estudos.

A Ciência da Informação, como uma ciência social aplicada, possui vastas discussões sobre seu caráter científico e seus objetos de estudo. Para terem uma ideia, na pesquisa para a tese trabalhei com mais de quarenta conceitos de informação. Continua. Fonte: Conjur.

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Vídeo: Os oito mistérios do bibliotecário

 Conexão informação – Serviço de Referência

Assista a este vídeo produzido pela UFRGS e a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação

por Samuel Writzl Zini, Daniel Writzl Zini

Oito passos do serviço de referência por Grogan:
1. O Problema
2. Necessidade por informação
3. Questão inicial
4. Questão negociada
5. Estratégia de busca
6. Processo de busca
7. A Resposta
8. Solução

Cinco leis de Ranganathan:
1. Os livros foram feitos para serem lidos
2. Cada leitor para seu livro
3. Cada livro para seu leitor
4. Poupe o tempo do leitor
5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento

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Novo número: Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação

Acaba de ser publicado o v. 10, n. 2, 2014, da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. O texto completo dos artigos pode ser acessado no URL: http://rbbd.febab.org.br/rbbd/issue/view/69

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Novo número: Informação e Informação

A revista Informação & Informação acaba de publicar seu último número de 2014, disponível em http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao.

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Clássicos da Biblioteconomia setentista e oitentista

Bastava julgar pelas capas e aí estariam os clássicos. Bastava julgar pelo conteúdo e concluir que não se faz mais livros como antigamente. Continua. Fonte: Bibliotecários Sem Fronteiras.

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Novo número: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 13, n. 1 (2015)

capaVeja o sumário e acesse os artigos na íntegra.

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“Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação”

O IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia) lançou o Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação. Com 384 páginas, a obra gratuita sistematiza os principais termos e conceitos dessa área de conhecimento.

Segundo a pesquisadora Lena Vânia Ribeiro Pinheiro – autora do trabalho juntamente com Helena Dodd Ferrez -, o tesauro é um instrumento importante para professores, pesquisadores, profissionais, instituições de informação em geral e alunos.

A obra de referência pode ser usada nas atividades de indexação e recuperação de informações da área, em periódicos, bases de dados, repositórios, catálogos e bibliotecas digitais, isto é, em serviços e produtos de informação. Continua. Fonte: Biblioo.

Clique aqui para acessar gratuitamente o “Tesauro Brasileiro de Ciência da Informação”.

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Vídeo aulas de Biblioteconomia

EAD Pernambuco disponibiliza várias vídeo aulas sobre Biblioteconomia, vale a pena dar uma olhada. – See more at: http://portaldobibliotecario.com/2014/10/16/video-aulas-de-biblioteconomia/#sthash.flp7EGdN.dpuf

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Leituras fundamentais para um bibliotecário

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Edson Nery da Fonseca foi o segundo que veio a falecer dentre aqueles que considero como os fundamentais da crítica BBBB (bibliografia básica bibliotecária brasileira). Antes dele, Rubens Borba de Moraes. Isso significa que o legado está aí e permanecerá, mas todos os demais grandes autores brasileiros da área estão vivos e produtivos.

Como a biblioteconomia nacional é relativamente jovem, não produz em larga escala e as opiniões dificilmente mudam, é fácil identificar os grandes textos que constituem o núcleo duro da área, e seria perfeitamente possível para um bibliotecário aplicado ler essa produção ao longo de seu período formativo.

Quando ministrei a disciplina introdução à biblioteconomia (em algumas escolas chamada fundamentos da biblioteconomia) um dos objetivos era fazer com que os alunos, a maior parte deles sem saber ainda o que estavam fazendo no curso, reconhecessem os discursos prevalecentes da área e identificar essas correntes por intermédio de seus locutores, os grandes autores vivos.

Esse mapeamento da bibliografia fundamental bibliotecária já foi feito aqui anteriormente pelo Tiago, em duas ocasiões, Livros que influenciaram a biblioteconomia e Livros importantes para um bibiotecário.

Listei então os livros e textos que, para mim, constituem a bibliografia básica ou introdutória da biblioteconomia brasileira (incluído alguns poucos autores estrangeiros que foram bem traduzidos ao português). A maior parte dos livros está esgotada em suas tiragens, encontráveis apenas em bibliotecas e sebos. Algumas obras monumentais certamente ficaram de fora por descuido ou desconhecimento meu. Acesse. Fonte: Bibliotecários Sem Fronteiras.

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