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“Uma biblioteca é um lugar seguro para exploras ideias perigosas”

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17/08/2015 · 9:00

Bibliotecas podem aquecer vendas de e-book

 Com a aparente estabilização do mercado de varejo de ebooks, uma antiga preocupação das principais editoras norte-americanas, as Big Five, pode se tornar um caminho para reaquecer as vendas: flexibilizar os termos de licenciamento de ebooks para bibliotecas. Ao menos é o que defenderam executivos das distribuidoras OverDrive, 3M e Baker & Taylor ao Library Journal.Em 2014, as vendas de ebooks cresceram 3,8% – o que não é ruim, mas não se compara com índices de anos anteriores. Dessa forma, reforçar as vendas institucionais deve se tornar prioridade.

De acordo com o CEO da OverDrive, Steve Potash, “ainda há muito o que crescer (em vendas) institucionais, e há oportunidades significativas para crescimento com educação. Com o varejo estável, é preciso experimentar”.

Já David Cully, da Baker & Taylor, lembrou que as editores sempre temeram desenvolver modelos de empréstimo de ebooks porque queriam garantir que esses modelos não afetassem as vendas do varejo. Assim, consagrou-se o modelo “um livro, um usuário”. Contudo, com as principais editoras competindo por fatias do mercado institucional, os termos para bibliotecas tendem a ficar mais flexíveis. “Creio que a tendência é de que, com o tempo, os modelos das editoras se estabilizem e se tornem similares. Mas ainda estamos nos primeiros estágios”, projeta Cully.

Tom Mercer, gerente de marketing da 3M ressalta que “as editoras estão avaliando seus modelos agora que já faz um tempo que estão no mercado de bibliotecas. Acho que a maioria delas acredita que bibliotecas são um bom negócio para participar. Não diminuem as vendas para o consumidor”.

Texto original: Library Journal  Fonte: Biblioteca do Bibliotecário

URL: http://lj.libraryjournal.com/2015/07/technology/ebooks/ebook-vendors-anticipate-big-five-licensing-terms-becoming-more-flexible/#_

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Em Portugual, uma iniciativa que disponibiliza livros nas praias

A biblioteca de Grândola volta, este ano, a disponibilizar mais de 500 livros aos veraneantes de duas praias do município. © CM Grândola

Este Verão, vai ser mais fácil ler um livro à beira-mar. Várias praias do país voltam a disponibilizar aos veraneantes bibliotecas gratuitas instaladas em pleno areal e que, além de reunirem centenas de livros, proporcionam, também, acesso a diversos jornais diários e revistas. Continua. Fonte: Boas Notícias.

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Projeto incentiva a troca de livros em espaços públicos de Fortaleza

Ninho de Livro (Foto: Divulgação)O ‘Ninho de Livro’, fixado diferentes pontos da cidade, incentiva leitura e a troca de livros em espaços públicos. (Foto: Divulgação)

Com origem no Rio de Janeiro, o projeto ‘Ninho de Livro’ chega a Fortaleza, com a proposta de implantar dez casinhas com livros, fixadas em vários pontos da cidade. A ideia sugere que cada pessoa possa pegar um livro e deixar outro ali dentro. O primeiro ‘ninho’ será instalado sexta-feira (31), na Avenida Santos Dumont, em frente ao Shopping Del Paseo, às 16h.

O projeto tem como conceito “Um espaço para que seus livros possam voltar a voar por aí” com o objetivo de incentivar a leitura e ocupação de espaços da cidade, além de estimular a boa convivência entre os moradores dos bairros que receberão o ‘ninho’. Segundo as idealizadoras Myrtes Mattos e Renata Tasca, a ideia é que, em breve, os ninhos estejam em todo o estado do Ceará. Continua. Fonte: G1 Ceará

 

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Livros para pessoas com baixa visão estão disponíveis em biblioteca de RR

Livros de fonte ampliadas foram enviados esta semana à Biblioteca Pública do Estado e já estão disponíveis a pessoas com baixa visão (Foto: Divulgação/Secom)Livros de fonte ampliadas foram enviados esta semana à Biblioteca Pública do Estado e já estão disponíveis a pessoas com baixa visão (Foto: Divulgação/Secom)

A Biblioteca Pública de Roraima, sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), está com livros em fonte ampliada destinadas a pessoas com baixa visão. Os exemplares foram doados nesta semana pela Fundação Dorina Nowill e colocados à disposição por meio da Secreteria Estadual de Educação e Desportos (Seed).

“Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, “O velho e o mar”, de Ernest Hemingway, “O pequeno príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato, e “O grande desafio”, de Pedro Bandeira foram os títulos cedidos à biblioteca.

Conforme a diretora do Departamento de Biblioteca Pública da Secult, Tânia Magalhães, a partir de agora os livros recebidos estarão disponíveis para consulta feita por pessoas com pouca visão. Continua. Fonte: G1/RR

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Cora Coralina, a primeira biblioteca feminista de São Paulo

Inaugurada do início de julho, sala temática, localizada na zona leste da capital, é marco importante para as mulheres da região e da cidade. Além de reunir acervo específico sobre gênero, espaço abrigará eventos como rodas de conversa, debates, apresentações e saraus

“A intenção é transformar o espaço em referência na área de gênero e diversidade sexual. A ideia é que não seja apenas para leituras eventuais, mas que se torne referência de pesquisa”, afirma Denise Dau, secretária Municipal de Políticas para as Mulheres. “Nossa pretensão é que não seja só uma biblioteca importante, referência da zona leste, mas que consigamos chegar em um nível que uma estudante da USP que for fazer uma tese abrangendo as políticas de gênero se anime e ache que aquele acervo pode ajudá-la na construção de seu trabalho.”

Leia a matéria completa na Revista Fórum

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Biblioteca inovadora atrai turistas e impulsiona economia de aldeia chinesa


O arquiteto Li Xiaodong dentro da sua criação: luz natural fornece toda a iluminação da biblioteca
Foto: SIM CHI YIN / NYT

O arquiteto Li Xiaodong dentro da sua criação: luz natural fornece toda a iluminação da biblioteca – SIM CHI YIN / NYT

Escondida entre castanheiras, nogueiras e pessegueiros em um vale cercado de montanhas altas e irregulares, a aldeia de Jiaojiehe sofre por estar próxima da capital do país. Os jovens seguem em debandada para a cidade grande, deixando os idosos para trás, solitários e pobres.

Na China atual, pequenas cidades como essa geralmente tentam desenvolver uma sensação de bem-estar, abrindo, por exemplo, uma nova clínica médica ou modernizando o abastecimento de água.

Porém, Li Xiaodong, premiado arquiteto que une o tradicional design chinês aos temas ocidentais, tinha uma ideia diferente para Jiaojiehe. Ele ficou fascinado com o potencial dos recursos naturais abundantes da aldeia, os galhos de seus milhares de árvores que os habitantes usam como combustível.

Então, ele construiu uma biblioteca — com um toque diferente. Em sua base, há uma caixa de aço e vidro inspirada no plano aberto de Philip Johnson, da década de 50, mas suas paredes externas e o telhado são cobertos com galhos de árvores frutíferas.

As varas finas estão dispostas em fileiras verticais, e suas formas irregulares permitem que a luz natural penetre na sala de leitura da biblioteca, mantendo o edifício fresco no verão e aconchegante no inverno. Elas também agem como uma espécie de camuflagem, deixando a forma retangular da biblioteca quase imperceptível na paisagem para os visitantes que se aproximam da vila pela estrada estreita e sinuosa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/biblioteca-inovadora-atrai-turistas-impulsiona-economia-de-aldeia-chinesa-16823524#ixzz3gRyFc8Vi
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Editora da UFRN lança edital para seleção de Cartas para Zila Mamede

A Editora da UFRN (EDUFRN) lançou Edital para selecionar textos para o Projeto ‘Cartas para Zila Mamede’, idealizado e coordenado pela poetisa Marize Castro. É uma homenagem da Editora no 30º ano da morte de Zila, ocorrida em dezembro de 1985.

O projeto tem objetivo de incentivar a pesquisa e a leitura da obra da escritora e bibliotecária Zila Mamede, um dos nomes mais significativos da literatura potiguar e uma das servidoras mais atuantes da UFRN.

Zila foi a idealizadora e criadora da Biblioteca Central da UFRN que, após a sua morte, passou a se chamar Biblioteca Central Zila Mamede, a BCZM.

O tema da Carta é livre, em formato epistolar, porém no texto devem constar elementos que tenham relação com a obra de Zila Mamede, seja como poeta, seja como bibliotecária. Continua. Fonte: Substantivo Plural.

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A biblioteca do abismo

 
Susanna Hesselberg, “When My Father Died It Was Like a Whole Library Had Burned Down” (2015) For her entry into the biannual Sculpture by the Sea in Aarhus, Denmark, Swedish artist Susanna Hesselberg installed this ominous library that…
thisiscolossal.com

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Acessibilidade nas Bibliotecas: uma necessidade para promover a inclusão social

Atualmente existe a preocupação de diversas instituições em oferecer serviços e produtos acessíveis a todas as pessoas. Como não poderia deixar de ser, as bibliotecas e unidades de informação têm procurado se inserir no universo da acessibilidade.

Para uma biblioteca ser acessível, é necessário que acolha um maior número de pessoas em suas atividades, que tenha instalações adequadas para atender cada um, conforme suas diferenças físicas, antropométricas e sensoriais; somando-se a isso a acessibilidade digital e tecnológica de forma organizada. Além disso, os funcionários devem ser solícitos no momento do atendimento, permitindo a acessibilidade. A parte arquitetônica e os produtos são fundamentais para um planejamento de biblioteca que seja acessível.

– See more at: http://portaldobibliotecario.com/2015/06/16/acessibilidade-nas-bibliotecas-uma-necessidade-para-promover-a-inclusao-social/#sthash.JOU2CbQf.dpuf

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O atendimento da Biblioteca do MPT/RN ficará suspenso no período de 06 a 19/07/2015.

Informamos que serviços de atendimento desta Biblioteca do MPT/RN ficarão suspensos nos dias 06 a 19/07/2015Neste período, os prazos também ficarão suspensos. Ficarão inativos também o Blog, o Twitter e o Face da BibliotecaAgradecemos a compreensão e até breve.

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A beleza de uma biblioteca construída numa praia

A beleza de uma biblioteca construída numa praia (fotos)

Na China não há qualquer problema em apostar na urbanização junto à costa. Um exemplo é esta biblioteca pública, que foi construída recentemente na região de Nandiahe. Trata-se de um espetacular edifício de cimento, madeira e vidro que nasceu numa praia deserta e apenas a alguns metros do mar.

A beleza de uma biblioteca construída numa praia (fotos)

Veja mais. Fonte: Idealista News

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RN é o estado com maior número de bibliotecas rurais

A pequena Isabel de Souza, moradora da zona rural de Pedro Avelino, já se habituou à leituraA pequena Isabel de Souza, moradora da zona rural de Pedro Avelino, já se habituou à leitura

O Rio Grande do Norte é o estado brasileiro com maior número de unidades no Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras. Desde a implantação do projeto no Estado, em março de 2004, já foram distribuídas 659 bibliotecas com quase 90 mil livros, lidos pelos 117.800 leitores cadastrados e 1.069 agentes de leitura capacitados pela Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária (Seara). Continua. Fonte: Tribuna do Norte.

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Maior biblioteca pública da Europa tem 10 andares, jardim suspenso e wi-fi

A rotunda de livros, principal espaço da biblioteca de Birmingham, compreende três andares e conta com luz natural 
Esqueça a imagem de livros de páginas amareladas, acumulados em prateleiras poeirentas. Combinando arquitetura, inovações e raridades shakespearianas, a maior biblioteca pública da Europa em número de visitantes redefine o conceito de local de conhecimento.

Localizada a cerca de 2 horas de Londres, a nova biblioteca de Birmingham deve atrair 3,5 milhões de frequentadores por ano, de acordo com as expectativas da organização. Com wi-fi gratuito em seus 10 andares e jardins suspensos, o prédio faz parte do plano de renovação da segunda maior cidade inglesa, mas já serve como referência a outras grandes bibliotecas no velho continente. Continua. Fonte: Pesquisa Mundi.

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The Internet can’t replace libraries: Why they matter more than ever in the age of Google

The Internet can't replace libraries: Why they matter more than ever in the age of GoogleIf you were airdropped, blindfolded, into a strange town and given nothing but a bus ticket, to where would you ride that bus? You might be surprised to learn that there’s only one good answer, and that’s the public library. The library is the public living room, and if ever you are stripped of everything private—money, friends and orientation—you can go there and become a human again.

 Of course, you don’t have to be homeless to use a library, but that’s the point. You don’t have to be anyone in particular to go inside and stay as long as you want, sit in its armchairs, read the news, write your dissertation, charge your phone, use the bathroom, check your email, find the address of a hotel or homeless shelter. Of all the institutions we have, both public and private, the public library is the truest democratic space. Continua. Fonte: Salon.

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