Arquivo da categoria: Literatura, Livros, Língua Portuguesa

literatura, poesia, jornalismo, língua portuguesa

7 de janeiro: dia do leitor

Fonte: Língua Portuguesa

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05/11: Hoje é o Dia Nacional da Língua Portuguesa

Comemorada desde 2006, a data foi escolhida por marcar também o aniversário de nascimento de Rui Barbosa.

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Livros: o que podemos doar e o que podemos jogar fora?

Todo final de ano é assim, precisamos fazer faxina em casa para poder decorá-la para o Natal e receber o ano que se aproxima com as energias renovadas. Mas o que podemos doar? O que podemos jogar fora?
Vamos falar especificamente dos livros. Se você tem livros em casa e já os leu e releu diversas vezes, mas são livros de literatura e que podem encantar outras pessoas, eles podem ser selecionados para doação ou troca. Muitas bibliotecas e projetos renovam seu acervo através desse tipo de atitude.

Infelizmente, às vezes, na pressa de separar o material e com tantas coisas para arrumar e fazer, as bibliotecas recebem muita coisa que não é de interesse bibliográfico. As pessoas acabam se confundindo e doam cadernos escolares, agendas usadas, cartas antigas, fotos, manuais de aparelhos eletrônicos, livros didáticos e técnicos com conteúdo ultrapassado, entre outras coisas, que com certeza não ajudarão a formar um acervo de biblioteca interessante à outros usuários. Por isso o cuidado que devemos ter na hora da seleção é fundamental. Devemos doar aquilo que gostaríamos de receber.

Pense nisso antes de fazer sua faxina e que o ano novo chegue cheio de vibrações positivas. Procure os serviços de sua cidade. Aqui em Araucária você pode doar na Biblioteca Pública Emiliano Perneta, na Biblioteca Municipal do CAIC e nas Minibibliotecas livres! Fonte: Bibliotecas do Brasil.

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O hacker e a literatura, por Moacyr Scliar

“Juiz solta piratas virtuais, mas exige que leiam obras clássicas. Para conceder liberdade provisória a três jovens detidos sob a acusação de praticar crimes pela internet, um juiz federal do Rio Grande do Norte determinou uma condição inédita: que os rapazes leiam e resumam, a cada três meses, dois clássicos da literatura. As primeiras obras escolhidas pelo juiz Mário Jambo, 49, foram “A hora e a vez de Augusto Matraga”, conto de Guimarães Rosa (1908-1967), e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (1892-1953). Jambo, que há três anos atua como juiz federal, disse que a Justiça precisa sair da “mesmice”.
Três condicionantes se relacionam à educação dos acusados: freqüentar instituição de ensino, comprovar presença e aproveitamento nas aulas, ler e resumir os textos indicados. Os três rapazes aceitaram as condições e já estão soltos. Como são peritos em internet, o magistrado determinou que os relatórios sobre as obras deverão ser feitos pelos jovens de próprio punho. Sobre a escolha das obras de Ramos e Rosa, o juiz destacou o caráter educativo. “Nada como ler um “Vidas Secas” para perceber o que é vida dura, o que é necessidade de dinheiro.'” Cotidiano, 23 de abril de 2008

QUANDO O JUIZ pronunciou a sentença, a primeira reação dele foi de revolta. Preferível a cadeia, disse para os pais e para o advogado. De nada adiantaram os argumentos deles, segundo os quais a decisão do magistrado tinha sido a melhor possível e, mais, um grande avanço na tradição judiciária; ele odiava leitura, odiava livros. Se pudesse, faria como os nazistas, que em Berlim queimaram milhares de volumes. Só que não se restringiria apenas a certos autores; queimaria todos os livros possíveis e imagináveis. Talvez deixasse de fora apenas as listas telefônicas. Mas não havia alternativa e de repente lá estava ele lendo Graciliano e Guimarães Rosa.

Foi uma revelação, uma experiência pela qual ele nunca tinha passado antes. De repente, estava descobrindo um novo mundo, um mundo que sempre lhe fora desconhecido. “Vidas Secas” simplesmente o fez chorar. Falava de uma gente heróica, gente que lutava como podia para poder sobreviver. Leu outros livros de Graciliano e Guimarães Rosa. Leu Machado, leu Lima Barreto, leu Clarice Lispector.
Leu os poemas de Bandeira e João Cabral, ele que antes achava poesia coisa de homossexuais. E de repente estava decidido: queria dedicar sua vida à literatura. Naquele mesmo ano fez vestibular para o curso de letras. Nunca fora um bom aluno, mas varou noites preparando-se para o exame. Foi aprovado, fez o curso, tornou-se professor -leciona na universidade. Os alunos adoram suas aulas: dizem que nunca se viu alguém falar de literatura com tanto entusiasmo, com tanta emoção. Mais: seu estudo sobre Graciliano é considerado exemplar.
Ah, sim, ele tem um sonho. Gostaria, como Graciliano e Guimarães Rosa, de ser um ficcionista. Tem na cabeça o projeto de um romance. É a história de um hacker que, entrando num site, descobre uma história tão emocionante que muda sua vida.
Uma história como o Graciliano Ramos escreveria, se, claro, fosse um ex-hacker.

Fonte: Folha

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29 de outubro: Dia Nacional do Livro

A leitura desenvolve o crescimento intelectual, pessoal e profissional. Ajuda a desenvolver o vocabulário, além de ser uma prática prazerosa e divertida.

Já experimentou doar algum livro após lê-lo? Há bibliotecas e projetos por todo o Brasil esperando por doações. Compartilhar conhecimento pode melhorar a vida de muitas pessoas!

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Resultado final do Prêmio MPT na Escola 2015 (etapa nacional) – POESIA

POESIA DE MINAS GERAIS

RUMO À COLHEITA

O dia nem bem nasceu
José já amanheceu
Pé no chão “caminho da roça”
Olha a escola! É mentira!

O dia nem entardeceu
José já anoiteceu
Esgotado da lida
Cansado da vida.

O dia ainda nem raiou
O pequeno José já acordou
De novo de pé no chão
Estudar que é bão… nada.

O dia de José
É como outro qualquer
Mas não tem livro, nem professor
Sua lição é o labor.

Um dia José aprende
A vida é dura e ensina
Sem escola não dá
Tem que crescer pra trabalhar.

“E agora, José?
A vida passou e você cresceu
É homem feito e nada aprendeu
E agora, José?”

Poesia de Mateus Augusto, 9º ano, da Escola Municipal Álvaro de Sá Barbosa, do Município de Espera Feliz-MG.

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“ O tempo e eu e vc “ ,exposição em homenagem ao mestre Câmara Cascudo, no Museu da Língua Portuguesa.

Nascido no Rio Grande do Norte no ano de 1898 ( faleceu em 1986), Luís Câmara Cascudo é dos maiores pesquisadores do folclore e da cultura popular brasileira. A mostra, que está em exibição na Sala das Exposições temporárias do Museu, é uma realização da Casa da Ribeira e do Instituto Câmara Cascudo e sua coordenação geral é de Gustavo Wanderley.

Visitando a exposição “ O tempo e eu e vc “ o público poderá mergulhar ludicamente no universo deste grande mestre e percorrerá áreas expositivas sobre a cozinha brasileira, as nossas crenças e lendas,nossas danças e misticismo. A oralidade destas tradições está presente na obra de Câmara Cascudo e na mostra também, muito colorida e cheia de imagens que vão agradar a todos.

A exposição poderá ser visitada até o dia 14 de fevereiro de 2016 e estará aberta ao público nos mesmos horários de funcionamento do Museu e de sua bilheteria.

Venha viajar pelo Brasil das lendas, tradições e sabores ! Fonte: Museu da Língua Portuguesa.

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Direito & Literatura | Corrupção

Foto de Direito & Literatura.

Ultimamente, a República brasileira tem sido envolvida em uma série de escândalos de corrupção que parece infindável: Petrolão, Eletrolão, Sanguessuga, Mensalão, Máfia dos Transportes, Operação Satiagraha, Operação Lava-Jato.

Mas em que medida a corrupção se encontra entranhada na história política brasileira? Quais são as raízes da corrupção na política brasileira? É possível combate-la?

Para debater essas e outras questões, Lenio Streck receberá nos estúdios Kathrin Rosenfield (Literatura e Filosofia/UFRGS), Draiton Gonzaga de Souza (Filosofia/PUCRS) e José Luis Bolzan de Morais (Direito/UNISINOS).

Não percam o programa que vai ao ar hoje, às 20h, na TV JUSTIÇA!

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Cearenses criam aplicativo que promove venda, troca e doação de livros

  Raphael Ribeiro (à esquerda) teve a ajuda do holandês Reyndert Coppelmans para aprimorar a tecnologia. (FOTO: Bruno Gabriel)
Gratuita, a ferramenta está disponível para as plataformas Android e iOS desde agosto. O App foi  batizado de Yzye.
Começo de ano é sempre a mesma coisa. Pais e mães buscam uma forma de adquirir o material escolar dos filhos com um preço mais acessível. Para driblar os altos preços das livrarias, é comum a prática de troca de livros. Há feiras que promovem essa troca, além da venda de livros usados. No período da faculdade a preocupação é maior, porque os livros universitários costumam ser mais caros que os de ensino fundamental e médio. Como cearense busca solução para tudo, um aplicativo foi criado para venda, troca e doação de livros.
tribunadoceara.uol.com.br

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Um livro pode transformar o seu mundo? Globo Repórter conta histórias de brasileiros apaixonados pela leitura

Um livro pode transformar o seu mundo?

Programa desta sexta (11) mostra a vida de quem conseguiu reescrever a própria história: são os loucos por livros!
g1.globo.com

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Vincent van Gogh era um leitor voraz. Essa é uma natureza morta com livros de Van Gogh

O Vincent van Gogh era um leitor voraz, leu as obras completas de diversas autoras e autores, alguns deles mais de uma vez. Essa é uma natureza morta com livros que Van Gogh pintou. Fonte: Bibliotecas do Brasil.

 Vincent loved writing and reading, he mastered different languages. Fonte: Van Gogh Museum  Image: http://bit.ly/Piles-of-French-Novels

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A bisbilhotice (frutífera) das correspondências alheias

Correio IMS disponibiliza cerca de 100 cartas trocadas entre personalidades brasileiras, como Tom Jobim e Clarice Lispector
Pensando nessa curiosidade frutífera que nos permite ler cartas de valor literário, biográfico ou histórico que não foram endereçadas a nós, o Instituto Moreira Salles lançou no último 11 de agosto um portal – o Correio IMS – que disponibiliza cerca de 100 correspondências trocadas entre personalidades brasileiras ou então estreitamente ligadas ao Brasil. As cartas, vindas de fontes variadas, publicadas ou inéditas, foram organizadas de acordo com seus remetentes e destinatários, o ano e o local onde foram escritas e os temas de que tratam. Por fim, foram digitalizadas e ganharam um breve texto explicativo, além de interrelacionadas, para que os interessados deixem a curiosidade fluir. “Cartas ajudam a compor a identidade de um povo” e “por serem íntimas, costumam surpreender quando vêm a público”, defende o site.
brasil.elpais.com|Por Ediciones El País

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Youtubers criam canais de literatura e incentivam novos leitores na internet

Elas dividem impressões e discussão da literatura na internet. O G1 pediu a oito booktubers que respondessem à Tag  “Eu indico um livro”. O resultado você confere no vídeo do g1.globo.com

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Biblioteca altera rotina dos internos na Fundação Casa, em São Paulo

No primeiro semestre de 2015, a Fundação Casa da Vila Guilherme, responsável por realizar medidas socioeducativas com adolescentes infratores, uniu-se ao Instituto Brasil Leitor (IBL) para inaugurar a Biblioteca Jovem.

O contato com os livros tem alterado a rotina dos internos, e foi isso que o escritor Ferréz foi conferir, a convite do UOL. A ideia era que, além de conhecer o lugar, o autor de livros como “Capão Pecado” conversasse com os garotos e tentasse compreender como o livro e a leitura poderiam ser objetos de transformação.

“O livro abre a mente”, disse um dos internos, que também mostrou uma poesia escrita em homenagem à mãe. Continua. Fonte: UOL.

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‘Banca de Livro’ leva clássicos e lançamentos para áreas carentes no Rio

Bancas de jornal adesivadas ou grafitadas, com imagens coloridas de reproduções de capas de livros, começam a ser instaladas na cidade a partir do fim deste mês. Batizadas de “Bancas de Livros”, elas funcionarão como bibliotecas públicas: ficarão abertas diariamente para empréstimos gratuitos de títulos, e vão sediar eventos culturais, como oficinas de contadores de história. A primeira delas será inaugurada no Morro da Babilônia, no Leme, no dia 29, ao lado da associação de moradores. As outras quatro serão abertas até novembro, sempre em locais próximos a favelas ou a escolas públicas, como a Vila Olímpica da Mangueira, a Vila Olímpica de Vila Isabel e o Parque das Ruínas, em Santa Teresa. Outra unidade, em Laranjeiras, ainda terá o lugar definido. Segundo a produtora cultural Graça Gomes, idealizadora do projeto, o objetivo é dar a crianças e jovens de áreas carentes a oportunidade de ler clássicos e títulos da moda, como a série “Diário de um Banana”, de Jeff Kinney.

— A banca, pela aparência de algo do dia a dia, acaba atraindo a atenção dos jovens. E o projeto tem o objetivo de captar essas pessoas e levá-las para a leitura, formando novos leitores — explica Graça, que viabilizou o projeto pelo Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria municipal de Cultura.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/banca-de-livro-leva-classicos-lancamentos-para-areas-carentes-17205865#ixzz3jkIqgbg1
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