Cresce o número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, mas preconceito persiste


Além de trabalhar como fisioterapeuta, Paula Ferrari participa de desfiles e eventos e dá palestras sobre sexualidade
Foto: Marcos Alves

SÃO PAULO – É com sorriso largo que a fisioterapeuta Paula Ferrari, de 32 anos e cadeirante há quatro após infecção medular, passa uma hora conversando sobre os desafios pelos quais passa uma pessoa com deficiência (PCD), desde a locomoção até o ingresso no mercado de trabalho.

— As pessoas querem surdos que ouçam, cegos que enxergam e cadeirantes que andem — avalia ela, achando graça ao citar exemplos de como alguns setores ainda lidam com esse público.

No Brasil, pessoas com necessidades específicas falam sobre esse dilema paradoxal: enquanto setores produtivos buscam aumentar a inclusão, a soma desinformação mais falta de vontade de algumas partes resultam num preconceito velado contra milhares que diariamente precisam provar sua eficiência.

Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita pelo IBGE em 2013, apontam que, dos 200,6 milhões de brasileiros, 6,2% da população maior de 18 anos tinham ao menos uma das quatro deficiências investigadas: intelectual (0,8% ou 1,6 milhão de brasileiros), física (1,3% ou 2,6 milhões), auditiva (1,1% ou 2,2 milhões) e visual (3,6% ou 7,2 milhões). Continua. LER NOTÍCIA DIRETO DA FONTE. Fonte: O Globo

Deixe um comentário

Arquivado em Artigos e entrevistas

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s