A face da escravidão contemporânea

Em parceria com juristas brasileiros, a historiadora norte-americana Rebecca Scott analisa documentos do Ministério do Trabalho e da Previdência Social para compreender os fatores que caracterizam o trabalho análogo à escravidão nos dias atuais (foto: Marco Evangelista/Wikimedia Commons)Marco Evangelista/Wikimedia Commons

Por Karina Toledo

De acordo com um balanço divulgado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), somente em 2015, o problema foi detectado em 90 dos 257 estabelecimentos fiscalizados e um total de 1.010 pessoas foram retiradas de condições de emprego consideradas degradantes.

Na tentativa de compreender quais são os fatores que caracterizam o fenômeno da escravidão contemporânea, a historiadora e professora da University of Michigan Law School Rebecca Scott tem se dedicado a estudar documentos produzidos por funcionários do MTPS durante as ações de fiscalização.

O projeto vem sendo realizado em parceria com o juiz federal e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Carlos Henrique Borlido Haddad e com Leonardo Augusto de Andrade Barbosa, analista legislativo na Câmara dos Deputados, em Brasília. Continua. Fonte: Farol Comunitário

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