Três homens de nome José: a vida depois da escravidão

moradia1Cozinha de uma das casas onde moravam os trabalhadores. Foto: Stefano Wrobleski

A história de três migrantes nordestinos submetidos a trabalho escravo pela empreiteira OAS nas obras de ampliação do aeroporto de Guarulhos, em 2013

José Alex é pernambucano de Águas Belas, mas há duas décadas vive em Petrolândia, a menos de 200 quilômetros dali.

José Evanci é sergipano de Poço Redondo, e também mora em Petrolândia, para onde se mudou aos dois anos.

José Hildo é baiano de Glória. Nascido e criado na zona rural do município, onde vive até hoje.

Petrolândia e Glória, ambas localizadas à beira do rio São Francisco, estão separadas por apenas 60 quilômetros. A primeira em Pernambuco, a segunda na Bahia. Os destinos dos três jovens de nome José, no entanto, cruzaram-se a mais de dois mil quilômetros ao sul: Guarulhos, na Grande São Paulo.

Entre agosto e setembro de 2013, eles e mais 108 trabalhadores foram submetidos a condições análogas à escravidão nos alojamentos da OAS, empreiteira que era a responsável pela ampliação do aeroporto de Cumbica, obra inserida na lista de melhorias na infraestrutura do país previstas para a Copa do Mundo que seria realizada no ano seguinte. Continua. Fonte: Repórter Brasil.

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