Dia Internacional da Mulher: uma data superada?

Dia Internacional da Mulher: uma data superada?

No filme “As Sufragistas” (2015), que aborda o início da produção industrial, o assédio masculino sobre mulheres subordinadas a sua autoridade no trabalho é fato recorrente. Fotografia: Divulgação/Universal Pictures

Há alguns anos atrás, participando de um debate alusivo à data de 8 de março – Dia Internacional da Mulher – ouvi de outras participantes (uma jornalista e uma psicóloga) a opinião de que a data era coisa superada tendo em vista as grandes conquistas das mulheres nas últimas décadas em todas as esferas da vida.
Conquistas? Que conquistas? Podem assim ser consideradas práticas vigentes ao redor do mundo, tais como o apedrejamento de mulheres por suspeita de adultério, a mutilação genital de meninas e jovens, o casamento obrigatório escolhido pelo pai, a proibição de mostrar o rosto, estudar, escolher uma profissão, andar desacompanhada na rua, dirigir automóvel, ser punida com a morte por desobediência ao marido, a prática recorrente da agressão física, psíquica e sexual dentro da própria família, na defesa masculina da concepção de posse sobre as mulheres, entre tantas outras atrocidades? Continua. Fonte: Democracia e Mundo do Trabalho.

 

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