O trabalho no cinema: terceirização, pão e rosas.

Terceirização, pão e rosasCena do filme ‘Pão e Rosas’. Divulgação

Lorena Holzmann

 Quando está em pauta, no Brasil, a votação de um projeto que altera e alarga as regras da terceirização no país, a abordagem do filme Pão e Rosas (Bread and Roses, Ken Loach, 2000) é recurso apropriado para orientar um debate sobre essa condição de inserção no mercado de trabalho e seus efeitos para os trabalhadores.

Os personagens de Pão e Rosas são trabalhadores na limpeza de grandes edifícios comerciais em Los Angeles. Não pertencem aos quadros dos funcionários dos condomínios em que trabalham; são contratados pela maior empresa americana de locação de mão de obra, vencedora da concorrência por ter oferecido menor preço. Este é possibilitado pela redução do custo do trabalho, ou seja, menores salários pagos aos faxineiros.

Esse amplo contingente de trabalhadores vivencia todas as mazelas de um trabalho precarizado, cujas configurações locais se diferenciam, em decorrência das particularidades de cada contexto. Nesse filme, elas se referem aos Estados Unidos, mas muitas delas podem ser recorrentes em âmbito global. Continua. Fonte: Democracia e Mundo do Trabalho.

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