Arquivo do dia: 10/05/2015

Na TV, escritores revelam o livro mais marcante que já leram

A primeira temporada de ‘Livro de Cabeceira’ traz o depoimento de 20 autores contemporâneos, como Milton Hatoum e Valter Hugo Mãe. Continua. Fonte: Estadão.
Acesse também no Canal Curta na Internet: Livro de Cabeceira.

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Ler poesia é mais útil para o cérebro que os livros de autoajuda

poeta-willian-shakespeare-20111104-size-598.jpgWilliam Shakespeare

Um texto já publicado pela agência EFE, mas que poderia ser revisto, afinal estamos comentando sobre a velha história da análise crítica sobre Literatura tida como de qualidade e a Literatura tida como de entretenimento, e mais, auto-ajuda: a leitura de obras clássicas estimula a atividade cerebral e ainda pode ajudar pessoas com problemas emocionais, diz estudo.

Ler autores clássicos, como Shakespeare, Fernando Pessoa, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

VEJA MAIS © obvious: http://lounge.obviousmag.org/cafe_nao_te_deixa_mais_cult/2014/01/ler-poesia-e-mais-util-para-o-cerebro-que-livros-de-autoajuda-dizem-cientistas.html#ixzz3ZGpermSa

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10 Das Piores Mães da Literatura

Toda data especial nossas mídias se enchem de clichês. Com o Dia das Mães chegando não será diferente, e posts e matérias sobre exemplos de mãe – assim como nos anos anteriores – pipocarão por aí. Por isso o Listas Literárias para ser diferente, hoje publica uma lista com as piores mães da literatura:

1 – Srª Lisbon: Ah, duvido mãe pior que essa na literatura. Rígida, insensata e extremamente endurecida é uma mãe que foi incapaz de perceber o quanto suas amarras estavam destruindo a sua família. Não a toa todas as suas filhas se suicidaram, e o que era para ser proteção, transformou-se em tragédia em As Virgens Suicidas;
2 – Emma Bovary: Decepcionada com a maternidade, Emma esteve sempre distante da filha, ao ponto de matar-se sem levá-la em conta;
3 – Srª Nickleby: Insensata e incompetente a mãe de Nicholas Nickleby de certa forma representa a própria dificuldade de Charles Dickens com os pais;
4 – Ida Farange: Essa mãe é muito megera, afinal são raras as mães que usam as filhas como objeto para uso de suas picuinhas. É o que Ida faz em meio ao divórcio com o Sr. Beale, ao tratar a filha Maisie apenas para seus interesses, numa relação sem amor, carinho, ou respeito;
5 – Lysa Arryn: Vamos combinar que superproteção nunca contribuiu para a boa formação de uma criança, e esse é o caso dessa mãe, muito estranha e péssima para fazer de seu filho um homem;

6 – Rainha Gertrudes: Outro caso de mãe alheia e negligente que não consegue perceber o mal que paira sobre Hamlet;

7 – Srª Bennett: Nesse caso o problema não é a perversidade ou a maldade, mas sim os modos exagerados e a passionalidade de matriarca de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen;
8 – Sarah Grinké: No livro A Invenção das Asas a mãe das Irmãs Grinké, personalidades da história americana, é apresentada como uma mãe muito severa e rígida;
9 – Charlote Haze: Essa mãe em busca de coisas finas e sofisticadas não percebeu o perigo posto dentro da própria casa;
10 – Polly: Não que a mãe de Becky em A Menina que Semeava fosse uma mãe má – na verdade é sim uma ex-esposa complicada – mas sua teimosia e sua descrença quanto a forma que a filha e o pai encontraram para enfrentar a doença a tornava chata;

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Especial dia das mães: 7 mães retratadas na literatura brasileira

Feliz Dia das Mães!

1 – Ana terra, em O tempo e o Vento, de érico Veríssimo:
Ana é mãe de Pedro Terra, que é o gérmen da família que percorrerá as mudanças sociais do Rio grande do Sul. Pedro é pai de Juvenal e Bibiana Terra, que casa-se com o lendário Rodrigo Cambará;
 2 – Capitu, em Dom casmurro, de Machado de Assis:
Muitos se lembram dos olhos de ressaca, ou das dúvidas de Dom casmurro quanto a sua fidelidade. Poucos olham Capitu como mãe, tendo ao seu lado um pai sempre questionando a paternidade de Ezequiel, numa dúvida que paira até hoje;
 3 – Dona Glória , em Dom Casmurro, de Machado de Assis:
Matriarca da qual todos dependiam. Entre tentativas fracassadas prometeu que seu filho seria padre, considerando depois disso o nascimento de Bentinho um milagre. Sem dúvida uma das mais mais expressivas da literatura;
4 – Dona Lola, em Éramos Seis, de Maria José Dupré:
Lola é uma mulher bondosa e trabalhadora, mãe na forma mais literal das palavras, e que vai passando por uma série de acontecimentos, num dos enredos mais emocionantes e tristes da literatura nacional, que nos faz pensar que ela não merecia os sofrimentos pelo que passou;
  5 – Dona Benta, em O sítio do Pica-pau amaerelo, de Monteiro Lobato:
De quem ela é mãe ninguém lembra, mas como dizem que vó é mãe em dobro, Dona Benta desempenha muito bem seu papel com Pedrinho e Narizinho;
  6 – Alicia, em Cinzas do Norte, de Milton Hatoum:
Mãe de Raimundo, é protetora e defende os filho com unhas e dentes estando sempre por trás de acontecimentos importantes com seu poder de persuação.
  7 – Helena, em O jogo do camaleão de Marçal Aquino:
Mãe que sofre a aflição da fuga do filho que parte em busca do pai do qual ela se separara quando ricardo era ainda um bebê;

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Minha Mãe

 

 

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