Arquivo do dia: 12/12/2014

14 dicionários online grátis que você deveria conhecer

Uso do dicionário é um importante hábito no momento da linguagem escrita, por isso devemos conhecer e saber utilizá-lo corretamente. A cada instante que passa temos consciência de que a linguagem escrita exige de nós um pouco mais de atenção, de cuidado. Entre todos esses cuidados, não significa que somente temos de estar com nossas ideias prontas, é preciso saber como transportá-las para o papel. Nesta hora, algumas dúvidas podem surgir, tais como aquelas relacionadas à maneira correta de escrever esta ou aquela palavra. E sabe quem deverá ser seu companheiro inseparável? Ele mesmo, o dicionário!

Pensando nisto, fizemos uma lista com alguns dos melhores dicionário online. Fonte: Canal do Ensino.

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ONU lança Relatório Global sobre o Tráfico de Pessoas

Nesta quarta-feira (4) foi apresentado, em Brasília, o Relatório Global sobre o Tráfico de Pessoas, desenvolvido pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). O evento também discutiu os avanços da Campanha Coração Azul contra o Tráfico de Pessoas.

O Relatório Global 2014 sobre Tráfico de Pessoas do UNODC, mostra que, em cada três vítimas conhecidas de tráfico de pessoas, uma é criança – um aumento de 5% em comparação com o período 2007-2010. As meninas são duas em cada três crianças vitimadas e, em conjunto com as mulheres, representam 70% das vítimas do tráfico total no mundo inteiro.

“Infelizmente, o documento mostra que não há lugar no mundo onde crianças, mulheres e homens estão a salvo do tráfico de seres humanos”, disse o diretor executivo do UNODC, Yury Fedotov. “Os dados oficiais comunicados ao UNODC pelas autoridades nacionais dos diversos países representam apenas o que foi detectado. É muito claro que a escala de escravidão moderna é muito pior.” Continua. Fonte: ONU.

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Meninos negros são principais vítimas do trabalho infantil

trabalho infantilLavar  carros  nas  ruas  é  uma  das  atividades  mais  comuns  para  meninos  negros Arquivo Agência Brasil

Meninos negros são as principais vítimas do trabalho infantil: 5,8% dessa população, de 5 a 15 anos, desenvolve algum tipo de trabalho no Brasil, de acordo com a primeira publicação do Sistema Nacional de Indicadores em Direitos Humanos, divulgada hoje (11) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Entre meninos brancos, a taxa de ocupação da mesma faixa etária é 3,7%. Entre as mulheres, a taxa é 2,9% entre as negras e 2% entre as brancas.

Pela Constituição Federal, é proibido o trabalho de crianças e adolescentes. O trabalho, em geral, é admitido a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima é 18 anos. A partir dos 14 anos é permitido trabalhar somente na condição de aprendiz.

Esta é a primeira vez que o trabalho infantil é mapeado conforme parâmetros da 19ª Conferência Internacional de Estatísticos do Trabalho, o que permitirá a comparação a situação em com outros países. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e foram organizados para criar indicadores que contribuam para a efetividade de políticas públicas destinadas à garantia dos direitos humanos. Continua. Fonte: EBC

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O eSocial e as mudanças do fundamento jurídico nas relações de trabalho

por Paulo Sérgio João

O Direito do Trabalho, ao longo de sua histórica formação, sedimentou-se como um ramo autônomo da ciência jurídica com princípios próprios e um arcabouço de leis que regulamentam o conteúdo tão especial das relações de trabalho, qual seja aquela em que se envolvem os direitos humanos e os direitos fundamentais do trabalhador sob o vínculo do emprego na sua dimensão individual e coletiva. Todavia, há uma tendência para a burocratização do conteúdo das relações trabalhistas que poderá colocar fim às teses jurídicas.

Na sua dimensão individual, as normas trabalhistas, de natureza imperativa e de ordem pública, apresentam forte restrição para sua flexibilização, admitida legalmente em raras oportunidades, sem transferida com segurança jurídica para as negociações coletivas. No âmbito individual, o Estado procurou encharcar os contratos de trabalho de normas gerais supostamente protecionistas. O protecionismo da legislação trabalhista consolidou-se como forma de assegurar que a desigualdade econômica, que provoca enorme desvantagem para o trabalhador empregado, não servisse como instrumento de maior exploração da força de trabalho. Desta forma, a proteção básica da lei ao empregado é o mínimo que se poderia considerar como garantia de respeito à condição de cidadão e de ser humano. Formou-se assim um grande guarda chuva sob o qual todos se abrigariam e estariam protegidos até a morte. Continua. Fonte: Conjur.

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Aurora é condenada por conduta que discriminou transexual candidata a emprego

O Juiz do Trabalho Régis Trindade de Mello, da Vara do Trabalho de Xanxerê (SC), condenou a Cooperativa Central Aurora Alimentos a indenizar em R$ 10 mil uma candidata a emprego discriminada por ser transexual. Em sua decisão, o magistrado fez questão de chamá-la pelo nome feminino, e não pelo registrado nos documentos. “A identidade de uma pessoa não pode ser definida unicamente por suas características biológicas ou orgânicas (principalmente órgãos reprodutores e sexuais). A identidade de uma pessoa deve considerar o aspecto mais amplo – o gênero: como a pessoa se percebe e como se expressa socialmente”, diz a sentença.

A autora da ação trabalhista se apresentou à empresa com interesse em uma das vagas oferecidas no setor de produção. Preencheu a ficha de emprego, visitou o ambiente de trabalho e realizou entrevistas, sempre deixando evidente sua condição de mulher, o que segundo o juiz Régis pode ser constatado por qualquer pessoa que tenha contato com ela, segura de sua condição e de suas convicções.

Mas, quando a psicóloga da Aurora verificou que a trabalhadora se apresentou como mulher e seus documentos indicaram sexo diferente, informou que ela deveria usar o vestiário masculino, caso fosse admitida. Diante da negativa, sugeriu que ela aguardasse por uma vaga futura no restaurante da empresa, onde o horário de troca de roupas é diferente e o fluxo de pessoas no vestiário é menor.

No entendimento do juiz Régis, ficou evidente que a cooperativa não admitiu a trabalhadora em seus quadros por ela não aceitar usar o vestiário masculino. Ele ressaltou que a identidade feminina dela deve ser respeitada. Se ela se apresentasse como mulher, não seria discriminada no vestiário e, se fosse, a empresa deveria adotar uma política interna de conscientização da diversidade ou de punição disciplinar a condutas preconceituosas – alerta o magistrado.

Diz a sentença que “a conduta da empresa além de causar constrangimento à autora em nada contribui para a constante luta pelo respeito à diversidade e pela dignidade dos transexuais”.

A Aurora recorreu da decisão e o processo aguarda inclusão em pauta para decisão da 4ª Câmara do TRT-SC.

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Prêmio MPT de Jornalismo anuncia os vencedores

Os vencedores da etapa nacional do Prêmio MPT de Jornalismo foram:

Categoria Jornal Impresso:
Viúvas do veneno de Antônio Melquíades Júnior

Categoria Revista:
Gincana industrial de João Guedes

Categoria Rádio:
Os estrangeiros e a luta por trabalho de Eduardo Matos

Categoria Telejornalismo:
O doce veneno dos campos de Roberto Cabrini, José Brito, Nelson Russi, Daniel Vicente e Bruno Chiarioni

Categoria Webjornalismo:
Trabalho escravo existe? De Thiago Reis Corte

Categoria Fotojornalismo:
Crime contra a liberdade de imprensa de Domingos Peixoto

Categoria Repórter cinematográfico:
Trabalho escravo de Mariana Veil e Julio Molica

Prêmio Especial Fraude Trabalhista:
Terceirizações na Esplanada de Guilherme Araújo e Simone Kafruni Fonte: CB.

Fonte: https://www.facebook.com/premiomptdejornalismo?fref=ts

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Humor Bibliotecário

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12/12/2014 · 9:00