Fiscalização flagra exploração de trabalho escravo na confecção de roupas da Renner

Cômodo em que via uma famílias em um dos alojamentos da oficina terceirizada pela Renner. Foto: Igor Ojeda

Cômodo em que vivia uma família em um dos alojamentos da oficina terceirizada pela Renner. Foto: Igor Ojeda

A Renner, rede varejista de roupas presente em todo o Brasil, foi responsabilizada por autoridades trabalhistas pela exploração de 37 costureiros bolivianos em regime de escravidão contemporânea em uma oficina de costura terceirizada localizada na periferia de São Paulo (SP).

Os trabalhadores viviam sob condições degradantes em alojamentos, cumpriam jornadas exaustivas e parte deles estava submetida à servidão por dívida. Tais condições constam no artigo 149 do Código Penal Brasileiro como suficientes – mesmo que isoladas – para se configurar o crime de utilização de trabalho escravo. Continua. Fonte: Repórter Brasil

 

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