Organização internacional lança estudo sobre escravidão no mundo

Brasil é citado como exemplo por combate ao crime nas cadeias produtivas de grandes empresas. Estudo reúne principais leis e mecanismos de diferentes países.
Quase 36 milhões de trabalhadoras e trabalhadores em 167 países podem ser considerados escravos, diz um estudo divulgado nesta segunda-feira, 17, pela organização não governamental Walk Free, sediada na Inglaterra. Segundo o relatório, o Brasil, referência em políticas que combatem a escravidão contemporânea nas cadeias produtivas das grandes empresas, possui estimadas 155.300 pessoas nessas condições, ou 0,07% de sua população, o que o coloca na posição 143 no mundo. Continua. reporterbrasil.org.br

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