Arquivo do dia: 01/10/2014

Rachel de Queiroz – a dama sertaneja das letras

Rachel de Queiroz,  Foto: Edu Simões (1997)

“Doer, dói sempre. 

Só não dói depois de morto. 

Porque a vida toda é um doer.”

– Rachel de Queiroz, in “Dôra, Doralina”

Rachel de Queiroz, nasceu em Fortaleza – CE, no dia 17 de novembro de 1910, filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisavó materna — “dona Miliquinha” — era prima José de Alencar, autor  de “O Guarani”), e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas em Quixadá, onde residiam e seu pai era Juiz de Direito nessa época.

Em 1913, voltam a Fortaleza, face à nomeação de seu pai para o cargo de promotor. Após um ano no cargo, ele pede demissão e vai lecionar Geografia no Liceu. Dedica-se pessoalmente à educação de Rachel, ensinando-a a ler, cavalgar e a nadar. Aos cinco anos a escritora leu “Ubirajara”, de José de Alencar, “obviamente sem entender nada”, como gosta de frisar. Continua. Fonte: Templo Cultura Delfos.

 

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Aposentado da CEF obtém direito a auxílio-alimentação que recebia na ativa

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a Caixa Econômica Federal (CEF) a pagar o auxílio-alimentação a um funcionário aposentado por invalidez. A Turma considerou que o benefício foi instituído contratualmente e mantido por mais de 20 anos, e se incorporou ao contrato de trabalho do empregado, não podendo ser suprimido na complementação de aposentadoria, nos termos da Súmula 288 do TST. Continua. Fonte: TST.

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40 Trabalhadores são resgatados durante fiscalização em usina de cana

Fiscalização do Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou cerca de 40 trabalhadores em situação análoga à de escravo no município de Capela, a 64 km de Aracaju (SE). O flagrante ocorreu durante operação realizada no dia 25 de setembro. Os resgatados trabalhavam para a Usina Taquari e haviam sido recrutados por José Carlos Barbosa de Lima (contratado da usina) para prestar serviços como cortadores de cana. Eles estavam alojados em casebres, sem as mínimas condições de higiene. Dormiam em colchões sujos, sem lençóis e alguns, no chão. Cada alojamento abrigava 13 trabalhadores. Nos locais, não havia fogões, nem geladeiras. Segundo os trabalhadores, a empresa lhes cobrava R$ 225 para pagamento de despesas, como moradia e alimentação.
O MPT localizou os representantes da Usina Taquari e a empresa transportou os trabalhadores para um hotel na cidade de Capela. Em seguida, um diretor da empresa, um engenheiro e o cabo de turma, foram até a sede da Polícia Federal em Aracaju para prestar esclarecimentos.  Continua. Fonte: MPT.

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“100 coisas que todo trabalhador deve saber” nº 035: férias

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01/10/2014 · 9:30

Humor Bibliotecário

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01/10/2014 · 9:00