Quase 12 mil trabalhadores tiveram contrato de trabalho suspenso este ano no país

A crise na indústria fez crescer o número de empregados que tiveram seus contratos de trabalho suspensos, no chamado layoff. O sistema funciona como alternativa às demissões e, no período de afastamento, de até cinco meses, os salários são reduzidos e pagos pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Segundo levantamento inédito do Ministério do Trabalho, feito a pedido do GLOBO, entre janeiro e julho de 2014 foram incluídos nesse regime 11.918 trabalhadores. É o segundo maior contingente para o período da série, perdendo apenas para os sete primeiros meses de 2009, quando a crise financeira internacional atingiu em cheio o país e 20.261 empregos ficaram pendurados no layoff.

Diante da falta de perspectiva de melhora nos indicadores econômicos no segundo semestre, a tendência é que o número de contratos suspensos mediante o layoff seja recorde este ano, na avaliação do ministério. Na semana passada, a GM (de São José dos Campos) e a Ford (Taubaté) comunicaram aos empregados que pretendem recorrer ao mecanismo.

O diretor de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Rodolfo Torelly, lembrou que a situação atual não é igual a de 2009, quando os pedidos de layoff foram concentrados no primeiro semestre, com o mercado de trabalho se recuperando a partir de agosto daquele ano. O impacto da atividade econômica fraca nas fábricas tende a se intensificar.Read more: http://oglobo.globo.com/economia/quase-12-mil-trabalhadores-tiveram-contrato-de-trabalho-suspenso-este-ano-no-pais-13473189#ixzz39R9nmde5

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