Arquivo do dia: 03/02/2014

Parada literária: Projeto empresta livros e incentiva leitores a fazerem doações

parada literáriaLivros são emprestados em ponto de ônibus na Praça da Liberdade

Um bom número de pessoas nem chega a olhar duas vezes. Já os que param fazem um primeiro contato meio desconfiado, até decidir qual levar. Uma vez com o livro em mãos, esperam seu ônibus chegar e embarcam com o volume debaixo do braço. Há 10 dias, os usuários de transporte público que frequentam o ponto da Praça da Liberdade em frente ao Centro Cultural Banco do Brasil têm como companhia obras de autores clássicos como Camus e Pirandello, brasileiros como Jorge Amado e outros de leitura mais ligeira, como Colleen McCullough, conhecida pelo açucarado romance Pássaros feridos. Ao menos 30 livros estão disponíveis, de graça e sem qualquer burocracia, para quem quiser.

É pegar e levar.

E, uma vez lido, o livro deve ser devolvido no mesmo local.Essa é a ideia do Ponto do livro, projeto criado pelos coletivos de intervenção urbana We Love, DesestressaBH e Feira Grátis da Gratidão. Iniciativas do gênero já existem em outras capitais brasileiras: a versão mineira nasceu a partir da paulista Parada do livro, que, por seu lado, espelhou-se na gaúcha Estante pública. “E a nossa ideia é que as pessoas que pegaram livros não só os devolvam, mas façam novas doações”, afirma Pedro Ivo, do We Love, que diariamente vem repondo o acervo disponível ao público. O ponto escolhido na Praça da Liberdade recebe grande número de pessoas, pois passam por ali 20 linhas de ônibus. Já em 9 de fevereiro será inaugurada outra estrutura, em ponto do outro lado da praça, em frente ao Museu das Minas e do Metal. Num terceiro momento, haverá mais uma na Avenida Brasil e outra em frente ao colégio e faculdade Izabela Hendrix. Continua na fonte: Divirta-se.

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15 fotos retrô de bibliotecas sobre rodas

A bookmobile, also called “a mobile library”, is usually a large vehicle designed for use as a library.

A first “perambulating” library was reported to operate in 1857 in Cumbria county in North West England. See more: ebookfriendly.

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Arquivado em Ciência da Informação: Biblioteconomia e arquivologia

Casa de empregados perto de estábulos fere norma de saúde

A construção de moradias de empregados a menos de 50 metros das instalações de animais, mesmo feita em momento anterior à edição da Portaria 86/2005 do Ministério do Trabalho — que regulamenta normas de segurança e saúde no campo—, fere direitos dos trabalhadores.

O entendimento levou a 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul a confirmar sentença que considerou válida a multa aplicada a um fazendeiro de Uruguaiana (RS) que mantinha a casa de seus funcionários ao lado dos estábulos de ovelhas, cavalos e bois. Continua na fonte: Conjur.

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Artigo: Poder diretivo versus assédio moral

breves ponderações sobre os limites dos poderes do empregador

por Mario Cesar Felippi Filho e Fabiula Thayse Enke Felippi

Além de respeitar o empregado, deve o empregador fornecer condições dignas de trabalho, não apenas do ponto de vista pessoal (sua integridade e personalidade), mas também relativo ao próprio ambiente de trabalho, para que o exercício da profissão seja um meio de realização pessoal.

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Escravo nem pensar: publicações didáticas disponíveis para download

Aproveite a volta às aulas para conferir e compartilhar as publicações do Escravo, nem pensar! sobre trabalho escravo, migração, cadeias produtivas, desmatamento e muito mais.
http://www.escravonempensar.org.br/tipos-de-material/publicacoes/

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JT julga caso de prática ilícita de “marchandage”

O juiz Rodrigo Cândido Rodrigues, em sua atuação na 4ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano/MG, examinou um caso em que foi constatada a prática ilícita da “marchandage” entre três empresas: um banco, uma financeira e uma promotora de vendas. O trabalhador pediu reconhecimento de vínculo de emprego com o banco em decorrência da ilicitude envolvendo o seu contrato.

Segundo esclareceu o juiz, “marchandage” é uma expressão francesa cunhada no século XIX para nominar situações em que um trabalhador era contratado por intermédio de um mercador de força de trabalho, cujo negócio consistia em lucrar com o trabalho de terceiros que locava. Essa prática foi abolida pela Declaração de Filadélfia, ratificada pelo Brasil, em seu artigo 1º, que reafirmou o princípio de que o trabalho não é uma mercadoria. Contudo, conforme pontuado pelo magistrado, a má prática da “marchandage”  continua existindo, em especial no Brasil, onde aflora toda espécie de “terceirização” de mão-de-obra (que, diferente do que alguns propagam, em nada se parece com as práticas anglo-saxônicas de terceirização, denominadas “outsourcing” e “offshoring”). Ele registrou que o próprio povo francês até hoje permanece alerta contra o delito de “marchandage” (“delít du marchandage”), que é considerado trabalho ilegal e reprimido em sua legislação do trabalho. Continua na fonte: TRT/3.

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Sindicatos criticam MP que altera trabalho temporário

O governo Dilma Rousseff não terá vida fácil para implementar a Medida Provisória (MP) que flexibiliza o trabalho temporário. A medida, como antecipou na quinta-feira, 30, o jornal O Estado de S. Paulo, cria um regime novo de contratação de mão de obra: por 14 dias, até o limite de 60 dias por ano, em todos os setores, em qualquer região do País. Mas dirigentes sindicais reagiram de forma dura à proposta, formulada a partir de demanda do Palácio do Planalto.

Segundo o advogado Otávio Pinto e Silva, especializado na área trabalhista do escritório Siqueira Castro, o governo busca “acenar com medidas para agilizar a contratação de trabalhadores”, ao permitir que esse contrato seja feito sem a assinatura da carteira de trabalho. “Já temos a Lei 6.019, que prevê o trabalho temporário por três meses, então essa nova flexibilização deverá trazer um debate muito grande sobre nosso mercado e a própria CLT”, disse Silva. Continua na Fonte: Estadão.

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Cooperada que trabalha sob subordinação é empregada

A regularidade da constituição da sociedade cooperativa e da respectiva adesão do trabalhador como associado não exclui a configuração de relação empregatícia, uma vez que o quadro fático deve levar em conta o princípio da primazia da realidade. O entendimento levou a 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul a manter sentença que reconheceu o vínculo de emprego entre uma técnica de enfermagem e a cooperativa Intersaúde.

Para a relatora dos recursos, desembargadora Maria Helena Lisot, ainda que seja possível a constituição de cooperativas para a prestação deste tipo de serviço, tal modalidade comporta maiores restrições. É que o artigo 86 da Lei 5.764/1971 (Lei das Cooperativas) estabelece que estas podem fornecer bens e serviços a não-associados, desde que atendam aos objetivos sociais e estejam em conformidade com a legislação. Continua na fonte: Conjur.

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Humor Bibliotecário

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03/02/2014 · 9:00

Quanto tesouro pode estar escondido em sua caixa de lembranças?

teaser do Memorial

Arte: Carolina Villaça

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