Arquivo do dia: 24/01/2014

40 estantes criativas para guardar livros e decorar

Estante circular  do estúdio David Garcia, inspirada nas bibliotecas itinerantes.

Em tempos onde as publicações estão migrando do físico para o virtual, muita gente não dispensa um bom livro à moda clássica: de papel.

Para guardar as publicações, dos apaixonados por livros, que têm muitos exemplares, nada como uma estante.

Designers dos quatro cantos do mundo, criaram projetos inovadores que além de guardar os livros e outros objetos, por suas formas originais, dão um toque irreverente à decoração dos ambientes. Dos 40 modelos de estantes selecionados nem todos estão à venda e alguns por conta de seu design exclusivo custam um pouco caro. No entanto, alguns modelos podem ser feitos em casa ou servir de inspiração para montar estantes sob medida que organizam os livros e dão um toque criativo à decoração.

Confira a galeria com 40 móveis feitos para quem têm muitos livros. Fonte: Catracalivre.

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TRT na TV: Justiça & Trabalho avalia impactos do PJe no dia-a-dia das Varas e dos advogados

Juíza Simone Jalil fala sobre programas institucionais desenvolvidos pelo TRT-RN
Juíza Simone Jalil fala sobre programas institucionais desenvolvidos pelo TRT-RN

O Programa Justiça & Trabalho desta semana mostra quais foram as mudanças ocorridas no dia-a-dia das Varas do Trabalho e na rotina dos juízes, servidores e advogados após a implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) na Justiça do Trabalho potiguar.

No Justiça & Trabalho, o jornalista Manassés Campos também conversa com a juíza do trabalho e diretora da Escola Judicial pelo TRT/RN, Simone Jalil.

Na entrevista, a juíza avalia as atividades realizadas nos programas “Trabalho, Justiça e Cidadania”, “Trabalho Seguro” e os seminários do projeto “CLT70 X 70”, que são coordenados por Simone Jalil.

A diretora da Escola Judicial do TRT-RN também fala sobre as atividades de qualificação e capacitação dos servidores e magistrados da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte.

O programa Justiça & Trabalho é uma produção da Assessoria de Comunicação Social do TRT-RN e é veiculado nacionalmente pela TV Justiça, aos sábados (17h30), domingos (6h30) e às segundas-feiras (7h30).

O Justiça & Trabalho também podem ser transmitidas pela TV Mossoró, nas quartas (21h30) e aos sábados (14h30).

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

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O uso de ereaders em bibliotecas

bibliotecapor Liliana Giusti Serra | Revolução Ebook
Muitas bibliotecas estão recebendo solicitações de usuários e gestores para que incluam
e-books em seus acervos. Quando isto ocorre, muitos bibliotecários acreditam que o primeiro passo a ser dado é a aquisição de e-readers ou tablets. Ter este entendimento é tão irreal quanto imaginar que para iniciar um projeto de biblioteca digital deve-se adquirir primeiramente um scanner! A utilização de dispositivos de leitura em bibliotecas pode representar benefícios, porém não deve ser enxergado como uma política para inclusão destes recursos em bibliotecas.
Ao adquirir dispositivos de leitura, a biblioteca fará aquisição de conteúdo – que será armazenado nestes equipamentos – e os emprestará aos usuários. Há poucos anos alguns editores chegaram a sugerir que as bibliotecas oferecessem e-books através de empréstimo de e-readers. Esta sugestão é polêmica, pois os altos custos envolvidos na compra de equipamentos e sua oferta aos usuários representam um risco. Considerando-se a má utilização, depreciação, manutenção, obsolescência, risco de perda, roubo e demais danos, a adoção desta prática não se mostra vantajosa às bibliotecas, sem considerar, inclusive, que não é permitida a carga indiscriminada dos livros nos dispositivos móveis.  (continua…)
É interessante conhecer algumas iniciativas de empréstimo de e-readers realizadas por bibliotecas nos Estados Unidos, Brasil e Espanha.
A Biblioteca de São Paulo oferece dispositivos de leitura a seus usuários desde sua inauguração, em 2010. (…)
As bibliotecas públicas da Espanha adquiriram equipamentos e inseriram conteúdo de obras em domínio público, prioritariamente literatura internacional. (…)
A Biblioteca Pública River Forest  (Illinois, EUA) recebeu doação de três Kindles em 2008 e investiu US$ 180,00 em compra de conteúdo, definindo três categorias: ficção, não ficção e mistério/suspense. (…)
Veja a íntegra na fonte: Revolução eBook

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Artigo: “Os efeitos jurídicos do assédio moral nas relações de emprego”

por Renata Cristina Figueiredo Torres

Este trabalho visa esclarecer como se manifesta o assédio moral e as consequências para as partes envolvidas. O assédio moral tornou-se um tema bastante discutido no mundo jurídico principalmente no âmbito das relações de emprego, tendo em vista que os principais casos nascem no ambiente de trabalho. Analisando as espécies de assédio moral, a forma como o agressor se manifesta e suas causas, o presente trabalho mostra qual o impacto causado pelos danos do assédio moral à vítima, tanto no aspecto pessoal quanto social, analisa as consequências na seara jurídica, a responsabilidade pelos danos causados e como combater esse mal cada vez mais frequente no ambiente de trabalho.

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Direito & Literatura: O Último Dia de um Condenado, do francês Victor Hugo

Direito e Literatura: do Fato à Ficção é um programa de televisão apresentado pelo procurador de Justiça do Rio Grande do Sul e professor da Unisinos Lenio Streck, no qual se discute, com convidados, uma obra literária e seu diálogo com o Direito. A obra abordada nesta edição é O Último Dia de um Condenadodo francês Victor Hugo. Participaram do debate Francisco Borges Motta, promotor de Justiça e doutorando em Direito na Unisinos, e Gunter Axt, historiador e pós-doutorado em História pela FGV. Clique  aqui para assistir. Fonte: Conjur.

Lenio Streck

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Trabalhador só poderá ser descontado por rescindir contrato antes do prazo se prejuízo for comprovado

A Fatex Indústria, Comércio, Importação, Exportação Ltda. terá de devolver a uma arrematadeira o desconto referente a indenização por ela ter rescindido antecipadamente o contrato por prazo determinado. Ao examinar o recurso da empresa contra decisão que determinou a devolução, a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho verificou que as alegações da empresa não permitiam o conhecimento do apelo.

De acordo com o artigo 480 da CLT, no caso de rescindir antecipadamente o contrato, o empregado deverá indenizar o empregador pelos prejuízos sofridos por seu ato, no valor correspondente às perdas geradas.  (…)

(…) Segundo o TRT, para que a indenização prevista na CLT seja descontada do empregado é imprescindível que o empregador comprove os prejuízos decorrentes da rescisão antecipada. Como a Fatex não comprovou ter sofrido nenhum prejuízo, o Regional concluiu que a empresa não poderia fazer o desconto, e determinou a devolução do valor. Continua na fonte: TST.

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Artigo: “A (i)legitimidade constitucional da revista íntima de trabalhadores”

por Cássio Bruno Castro Souza

O termo revista íntima, no contexto da relação trabalhista, caracteriza todo procedimento de exame minucioso realizado pelo empregador sobre o corpo ou os bens pessoais do empregado.

A prática parece ter uma fundamentação legítima: a preservação do patrimônio da empresa. Os tribunais trabalhistas têm legitimado a realização da prática de revista íntima, desde que conduzida com moderação. Nessas hipóteses, longe de caracterizar ato ilícito, a revista íntima de empregados caracterizaria exercício regular de direito: no caso, do empregador, consistente em promover a fiscalização da prestação dos serviços[1].

Em entrevista concedida ao sítio eletrônico do TST, o Ministro Barros Levenhagen, chamou a atenção para a necessidade de moderação na ocasião da revista do trabalhador, tendo observado que “a revista deverá ser feita nos pertences do empregado, sem que se proceda à revista íntima e sem contato corporal, mas apenas visual do vistoriador.”[2] Todavia, reconhece o Ministro, “às vezes as empresas extrapolam nos limites da revista íntima, o que dá margem às várias condenações de indenizações por danos morais proferidas pela Justiça do Trabalho.”[3]

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Reportagem: “Assédio moral”

 Assédio moral: casos aumentaram mais de 700% em três estados brasileiros

 (Foto: Divulgação / Banco de Imagens)(Foto: Divulgação / Banco de Imagens)

Clique aqui para assistir à reportagem. Fonte: Mais Você.

Pode ser um gesto, uma palavra, um email… você sabia que qualquer conduta abusiva de um chefe em relação a um funcionário pode ser considerada assédio moral? Qualquer coisa que fira a dignidade e a integridade física ou psíquica do trabalhador, de maneira intencional e frequente, que ameace o emprego ou degrade o clima de trabalho, é crime! Um levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro revelou que, de 2004 a 2009, os casos aumentaram mais de 700% em pelo menos três estados brasileiros. No Rio, a alta foi de 723% e o número de queixas subiu de 17 para 140. Já em São Paulo, os casos aumentaram em 865% e as queixas foram de 23 para 222. Segundo a pesquisa, as vítimas geralmente são mulheres. Mas também há muitos casos de agressões morais contra negros e homossexuais.

O assédio moral, que é a pressão psicológica no trabalho, na maioria das vezes origina um dano moral, como explica o advogado Joaquim Fernandes. “Cobrança excessiva e metas inatingíveis causam estresse no trabalhador. Ele se afasta da família e cria problemas familiares. O que é dano moral? É você atingir a pessoa no seu aspecto mais íntimo. É a consequência do assédio. Você acaba afetando o patrimônio interior do empregado, que é o equilíbrio emocional, a relação com amigos, com familiares”, explicou.

Para se defender, o trabalhador deve juntar provas. E-mails, mensagens de telefone celular, testemunho de colegas, tudo o que pode ser usado a favor de quem se sentiu prejudicado. “Ele deve reunir tudo isso ao longo do trabalho que ele está prestando para a empresa, para depois levar a um advogado e entrar em juízo”, orientou o especialista. Continua na fonte: Mais Você.

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MPT investiga situação do sistema prisional maranhense

Casos de terceirizações irregulares e más condições de trabalho estão sendo apurados em Pedrinhas e prisões de Imperatriz e DavinópolisO Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA) abriu quatro procedimentos para investigar irregularidades relacionadas ao meio ambiente de trabalho e terceirização de trabalhadores no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, e em prisões de Imperatriz e Davinópolis, no interior do estado. Em todos os casos, o Estado do Maranhão é subsidiariamente responsável pelas más condições de trabalho.
Os presídios viraram alvo de investigações após uma rebelião em Pedrinhas, em outubro de 2013, que deixou nove mortos e 20 feridos. Só neste ano, outros quatro detentos morreram no presídio, o que equivale à morte de um preso por semana.
As empresas VTI Serviços, Comércio e Projetos de Modernização e Gestão Corporativa Ltda. e MASV Maranhense, Segurança e Vigilância Ltda. foram contratadas pelo governo do estado para fornecer mão de obra aos presídios maranhenses e estão sendo investigadas.
Segundo a procuradora Luana Leal, à frente dos trabalhos, a crise no sistema penitenciário maranhense apresenta reflexos imediatos nas relações de trabalho. “Não tem como dissociar os problemas estruturais de Pedrinhas e o meio ambiente de trabalho. Os trabalhadores estão sujeitos a contrair não só doenças profissionais, mas também distúrbios psicológicos”, alerta. Continua na fonte: MPT.

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12 coisas que os leitores “nunca” dizem

12 coisas de leitorClique aqui para assistir.

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Humor Bibliotecário

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24/01/2014 · 9:00