Arquivo do dia: 31/10/2013

Artigo: Prepara-se, no Senado, um golpe contra os trabalhadores do país

Por Leonardo Sakamoto

A PEC do Trabalho Escravo, proposta de emenda constitucional que prevê o confisco de propriedades rurais e urbanas em que esse crime for flagrado e sua destinação à reforma agrária e a programas de habitação popular, está para ser votada no Senado nesta semana.

Para quem acompanha a ideia, apresentada pela primeira vez no Congresso Nacional há 18 anos, pode estar se perguntando: “ah, vá!  Mas não tem truque por trás dessa notícia boa?” Tem sim, daí reside o problema.

A pressão de governo federal, parlamentares favoráveis à proposta, sociedade civil, sindicatos, artistas e intelectuais e algumas entidades que reúnem empresas conseguiu aprovar a proposta em segundo turno na Câmara, em maio do ano passado, e a pautar o tema no Senado. A matéria teve que voltar para lá pois sofreu modificações por deputados federais, em 2004, antes da aprovação em primeiro turno. Continua na fonte: Repórter Brasil.

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Senadores divergem sobre o que é e o que não é trabalho escravo

O Senado está enfrentando a complexa tarefa de votar uma legislação que permita ao Estado expropriar terras de pessoas físicas ou empresas condenadas em última instância pela prática de trabalho escravo. Esse novo conjunto de normas resultará de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e de um Projeto de Lei do Senado que regulamentará a emenda, no momento em que esta estiver promulgada.

Sobre a justeza da expropriação não há divergência. O que mobiliza os senadores no momento é a abrangência do conceito de trabalho escravo – mais especificamente da criminalização do trabalho “exaustivo ou degradante”. Na opinião da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), por exemplo, o fato de trabalhadores rurais serem submetidos a uma jornada extensa pode não ser saudável nem legal, mas não é, necessariamente, escravidão. Tampouco seria escravidão a eventual falta de vínculo trabalhista formal ou o oferecimento de moradias precárias. Fonte: Ag. Senado.

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Dicas de Leitura (57): Direitos fundamentais do trabalho, Justiça do Trabalho, Dano moral

Conheça algumas das publicações que ingressaram no acervo da Biblioteca do MPT/RN e encontram-se disponíveis aos leitores:

3 livros 57

 

Veja referências a sumários.

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13 autores para ler no Halloween ou em qualquer época que você queira morrer de medo

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Outubro é o mês do Halloween! E de que mais? Pois agora saibam que também é o mês de All Hallows Read: uma espécie de Natal da literatura de terror. É o dia de ler e dar livros de terror/sombrios de presente! Mas de onde veio isso? A ideia foi do escritor Neil Gaiman, que escreve livros de fantasia, e tem alguns com um toque meio sombrio também, como Coraline e O Livro do Cemitério. Gaiman fundou o site, com a campanha do novo “feriado”, dando uma razão mais literária ao Halloween, e fazendo os leitores darem mais atenção à literatura de terror também. Quem quiser ver o vídeo de Gaiman explicando a ideia, acesse o site oficial de All Hallows Read – http://www.allhallowsread.com/ – o nome é uma brincadeira com All Hallows Eve, como também é chamada a noite de Haloween em inglês.

Então, entrando no clima de Halloween, e seguindo a ideia do All Hallows Read de Gaiman, aí vai uma lista com ideias de livros de terror/sombrios para ler, ou, se quiser também, dar de presente ou emprestar, neste Halloween. São várias obras comentadas de 13 autores desde os clássicos romances góticos até os contemporâneos, e, abaixo, mais uma lista maior de menções importantes (comente dizendo quais faltaram!).

Clique aqui para conhecer 13 autores para ler no Halloween. Fonte: Literatortura.

 

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60% das pessoas mentem sobre ter lido certos livros, aponta estudo

1por Michele Marques Baptista

Primeiro, os filmes. Agora, os livros também são alvo das tradicionais mentirinhas sociais. Uma pesquisa recente realizada com 2 mil participantes no Reino Unido sugere que a maior parte das pessoas – 60%, mais especificamente – mente sobre ter lido certos clássicos da literatura. A intenção, obviamente, é parecer mais inteligente.

Mais da metade dos entrevistados também confessou exibir em suas prateleiras livros que nunca leu. Um grupo de 3% de entrevistados disse ainda esconder capas de livros considerados “duvidosos” durante a leitura em público. Os títulos mais populares entre os “falsificadores de leitura” são aqueles adaptados para a TV e o cinema e utilizados nos currículos escolares.

Entre os livros mais citados – e menos lidos – estão “1984″, de George Orwell (citado por 26% dos entrevistados), “Guerra e paz”, de Leon Tolstói (19%), “Grandes esperanças”, de Charles Dickens (18%) e “O apanhador no campo de centeio”, de JD Salinger (15%). De acordo com a pesquisa, 3% já mentiram até sobre terem lido a Bíblia.

Outras táticas usadas pelos entrevistados para denotar inteligência incluem mudar a aparência, corrigir erros de gramática cometidos por terceiros, usar citações famosas em conversas e dizer ter um nível de fluência em idiomas estrangeiros maior que o verdadeiro. Fonte: O Globo

 

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Humor Bibliotecário (especial para o dia das bruxas)

Fonte: Literatortura

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