Arquivo do dia: 07/09/2013

Menos livros

Relato do Alessandro Martins do blog Livros & Afins sobre o destino que ele deu para sua coleção de livros e o exercício de desapego. Texto publicado no site menos.vc

“eu edito um blog sobre livros. as pessoas costumam acreditar que eu tenho uma biblioteca enorme por isso. não tenho.”

Continue lendo.

(…) com o excedente de livros, pude criar a biblioteca pote de mel,  que funciona em uma padaria em curitiba. você pode levar um livro emprestado sem data de devolução, sem carteirinha, sem pedir para
ninguém, sem multas por atraso e sem burocracia.

Fonte: Bibliotecas do Brasil.

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Arquivado em Artigos e entrevistas, Literatura, Livros, Língua Portuguesa

Pátria amada, Brasil

Oba! Hoje é o Dia da Pátria. Nada de aula, nada de trabalho, nada de horários. Alguns vão à piscina. Outros, ao parque. Há os que ficam em casa ou assistem ao desfile militar. Aí, vão ouvir ou cantar o Hino Nacional. Muitos ficam de boca fechada. Por quê?

 

Talvez pela dificuldade de compreensão. Escrito em ordem inversa e recheado de palavras difíceis, o texto obriga muitos a fazerem o papel de papagaios — falar sem entender. O blogue lhes dá um socorro. Põe os versos em ordem direta e traduz as palavras menos comuns. Em suma: explica a obra tim-tim por tim-tim. Vamos lá?

 

Hino Nacional

 

Letra: Osório Duque Estrada

Música: Francisco Manoel da Silva

 

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante,

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,

Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

 

(As margens plácidas (tranquilas, serenas) do Ipiranga ouviram o brado (grito) retumbante (estrondoso) de um povo heroico. E o sol da liberdade, em raios fúlgidos (cintilantes), brilhou no céu da pátria nesse instante.)

 

●●●

 

Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte,

Em teu seio, ó Liberdade,

Desafia o nosso peito a própria morte!

 

(Se conseguimos conquistar o penhor (garantia) dessa igualdade com braço forte, o nosso peito desafia até a morte em teu seio, ó liberdade.)

 

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Ó Pátria amada,

Idolatrada (adorada, venerada)

Salve! Salve !

 

 

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce,

Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

A imagem do Cruzeiro resplandece.

 

(Brasil, um sonho intenso, um raio vívido (intenso, vivo) de amor e de esperança desce à terra se em teu formoso (belo) céu, risonho e límpido, (transparente) a imagem do Cruzeiro (constelação do Cruzeiro do Sul) resplandece (brilha).

 

●●●

 

Gigante pela própria natureza,

És belo, és forte, impávido colosso,

E o teu futuro espelha essa grandeza,

terra adorada,

Entre outras mil,

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

 

(Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, impávido (destemido, corajoso) colosso (gigante). E o teu futuro espelha (reflete) essa grandeza. Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó pátria amada! És mãe gentil (amável) dos filhos deste solo, pátria amada, Brasil!)

 

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Deitado eternamente em berço esplêndido

Ao som do mar e à luz do céu profundo,

Fulguras, ó Brasil, florão da América,

Iluminado ao sol do Novo Mundo!

 

(Ó Brasil, florão (abóbada, cúpula) da América, (tu) fulguras (brilhas), iluminado ao sol do Novo Mundo, deitado eternamente em berço esplêndido, ao som do mar e à luz do céu profundo.)

 

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Do que a terra mais garrida

teus risonhos, lindos campos têm mais flores;

“Nossos bosques têm mais vida”,

“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.

 

(Teus campos risonhos e lindos têm mais flores, nossos bosques têm mais vida, nossa vida no teu seio (tem) mais amores do que a terra mais garrida (enfeitada, graciosa).

 

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Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro desta flâmula:

— Paz no futuro e glória no passado.

 

(O lábaro (bandeira) que ostentas (exibe) estrelado seja símbolo de amor eterno. E o verde-louro desta flâmula (bandeira) diga: paz no futuro e glória no passado.)

 

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Mas, se ergues da justiça a clava forte,

verás que um filho teu não foge à luta,

nem teme quem te adora a própria morte.

 

(Mas, se a clava (bastão usado como arma) forte da justiça (tu) ergues, verás que um filho teu não foge à luta, nem teme a própria morte quem te adora.)

 

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Terra adorada,

Entre outras mil,

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

Fonte: Blog da Dad (07/09/2012)

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