Os dois lados do livro digital

Por Luli Radfahrer

Poucas invenções humanas foram tão importantes para o desenvolvimento da espécie quanto a Escrita. Alfabetos, desde o cuneiforme, se responsabilizaram pela nobre tarefa de preservar e perpetuar as ideias e histórias além das restrições de tempo e espaço.

Para transportar essas descobertas surgiu outra ideia grandiosa: o livro encadernado. Descobertas científicas, textos sagrados, tratados comerciais, leis e documentos cartoriais diversos foram acumulados ao longo dos anos, transformando bibliotecas de meros depósitos a verdadeiros santuários, cultuados e temidos. Não há regime fechado que não tenha seu índex de livros proibidos.

A edição bibliográfica sempre foi uma indústria parcialmente democrática. Se por um lado qualquer pessoa poderia submeter seu manuscrito para publicação, a produção e distribuição era um negócio de risco. Na forma de cópias caligráficas em pergaminhos de pele de ovelha ou, mais tarde, impressa em tipos móveis, fotolitos ou chapas digitais, a produção era cara e precisava se pagar. Continua na fonte:  Folha de São Paulo.

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Arquivado em E-books, Bibliotecas Digitais

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