Arquivo do dia: 25/07/2013

Revista semanal da organização Repórter Brasil

  • McDonald’s lança cartilha que ensina empregado a gerir baixos salários
  • Acordo e certificações sobre trabalho na cana perdem validade
  • Obra do Santander é flagrada com trabalho escravo
  • Inclusões em ‘lista suja’ reforçam o elo entre escravidão e trabalho infantil

Vejam estas e outras notícias na Revista semanal da organização Repórter Brasil

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Arquivado em Notícias

Dilma veta fim da multa de 10% sobre FGTS para demissões sem justa causa

A presidente da República, Dilma Rousseff, vetou o Projeto de Lei Complementar 200/12, que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores, em casos de demissão sem justa causa. A decisão está na edição de hoje do Diário Oficial da União. O texto foi aprovado no dia 3 pela Câmara.

De acordo com as explicações publicadas ao Congresso Nacional, os ministérios do Trabalho e Emprego, do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Fazenda manifestaram-se em favor do veto. Um dos motivos é que a extinção da cobrança geraria impacto superior a R$ 3 bilhões para o FGTS. Continua na fonte: Ag. Câmara

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Acervo com 27 mil cartas de Câmara Cascudo é digitalizado em Natal

Folclorista morreu há 27 anos e deixou vasta obra literária. Material em formato digital ficará disponível a pesquisadores.

Câmara Cascudo é considerado o pai do folclores brasileiro  (Foto: Acervo Ludovicus/ Instituto Câmara Cascudo)

Um acervo com 27 mil cartas de Câmara Cascudo foi digitalizado e será disponibilizado para consulta a partir de agosto pelo Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo.  São correspondências enviadas e recebidas que revelam os laços de amizade entre Cascudo e pessoas de renome como Mário de Andrade, Monteiro Lobato, Assis Chateaubriand, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, dentre tantos outros.

As cartas datam a partir de 1920, quando Câmara Cascudo tinha apenas 20 anos, e estão em ótimo estado de conservação, guardadas e organizadas no Instituto. A digitalização de todo esse acervo começou em 2010 e o grande número de volumes fez com que o trabalho demorasse mais que o previsto. “Nós não tínhamos o número exato de cartas e estimávamos em 15 mil, mas com a digitalização vimos que tínhamos muito mais”, disse a neta de Cascudo, Daliana Cascudo, responsável pelo Instituto que funciona na casa onde o professor, historiador e pesquisador morou. Continua na fonte: Pesquisa Mundi

 

 

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Sem provar data de início da gravidez, doméstica não consegue estabilidade

Uma empregada doméstica que afirmou ter trabalhado durante quatro meses e foi demitida ao comunicar aos patrões que estava grávida não conseguiu o reconhecimento do direito à estabilidade. Por questões técnicas, a Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento ao agravo de instrumento da trabalhadora, que pretendia que o caso fosse discutido pelo TST.
A 15ª Vara do Trabalho de Manaus (AM), após examinar as provas apresentadas, concluiu que a relação perdurou somente por 30 dias, que não houve pagamento de verbas rescisórias e, ao condenar os patrões ao pagamento de aviso prévio indenizado, a data de término do contrato foi prorrogada em mais um mês, encerrando-se em setembro de 2011. Quanto ao pedido de estabilidade provisória, a conclusão foi a de que não havia provas para garantir o direito, uma vez que, segundo os exames médicos, a gravidez teria ocorrido em outubro de 2011, quando já extinto o contrato de trabalho. Continua na fonte: TST

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10 Grandes Escritores que foram parar na cadeia

Algumas das mentes mais brilhantes da literatura acabaram tendo problemas com a lei ou com a política, e por isso fazem parte desta lista com uma seleção com 10 grandes escritores que foram parar no xilindró.

1 –  Marquês de Sade: Talvez dentre os escritores é o que mais conheceu e mais vezes a prisão. Escritor libertino vem de seu sobrenome o termo sadismo. Boa parte de sua literatura foi escrita dentro da prisão da Bastilha onde foi encarcerado diversas vezes, inclusive por Napoleão Bonaparte.

Continua na fonte: Listas Literárias

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25 de julho, Dia do Escritor

Fonte: Listas Literárias

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JTb – Jornal Trabalhista Consulex nº 1483

Encontra-se disponível na Biblioteca do MPT/RN. Veja sumário.

JTb 1483 e 14820001

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Ex-empregada doméstica já ajudou a formar mais de 12 bibliotecas comunitárias

Na casa no Bairro Paquetá há tantas obras, algumas raras, que muitas delas estão disponíveis para quem quiser formar um novo acervo ( Beto Novaes/EM/D.A Press)Na casa no Bairro Paquetá há tantas obras, algumas raras, que muitas delas estão disponíveis para quem quiser formar um novo acervo

 

Há 37 anos, quando Vanilda de Jesus Pereira ainda não tinha 14, vir de Confins a BH era uma verdadeira viagem. Não havia essa de Linha Verde. Era quando ela deixava a casa dos pais, na cidade da região metropolitana, para trabalhar como doméstica na capital, onde nasceu. Tinha o primeiro grau (ensino fundamental) completo e, além do trabalho da casa, lia o jornal para a patroa e orientava a filha da mulher com os trabalhos de escola. Uma noite, depois de ajudar a criança a fazer o resumo de uma obra literária, levou o livro para ler no quartinho quente e apertado.

“Por incrível que possa parecer o livro era Escrava Isaura. A obra, escrita pelo romancista mineiro Bernardo Guimarães (1825-1884), pertencia à biblioteca da casa. Mal Vanilda começou a leitura, a patroa apareceu, enfurecida. “Com ordem de quem você pegou o meu livro?” Na mesma noite a demitiu e, se ainda estiver viva, não sabe o bem que fez a milhares de pessoas, além de mudar a vida daquela menina. Vanilda foi para a rodoviária. Não havia mais ônibus naquele dia para Confins e ela dormiu nos jardins do terminal. Continua na fonte: EM

 

 

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Arquivado em Ciência da Informação: Biblioteconomia e arquivologia

Brasil: escravidão e migração deitaram as raízes de trabalho infantil doméstico

Ilustração de Debret mostra organização de família escravocrata durante o período colonial.

“Estamos de muda para Recife; preciso de um menino para mandados e para sair com Magalhães a fazer compras e alguns servicinhos em casa, coisas ligeiras e leves. Em troca disso, ensinarei a ler, escrever e contar. E, se tiver cabeça, podemos colocá-lo no colégio. (…) É uma oportunidade que dou a todos, de coração, em benefício dessa criança. Aceitam?”

Já se passaram mais de cem anos desde que o pequeno Gregório Bezerra, um político brasileiro, membro do Partido Comunista Brasileiro, escutou esse convite no interior pernambucano. O ano era 1910 e, com apenas dez anos, o menino seria separado de sua família e entraria na casa de desconhecidos, numa cidade estranha.

Mesmo após mais de um século, essa incômoda realidade persiste. A coordenadora do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente de Roraima, Ana Alice Monteiro, relata que na capital Boa Vista é comum crianças e adolescentes trabalhando como domésticos: “eles vêm do interior, não recebem salário nem nada, é só um dinheirinho, uma roupinha, uma coisa assim”. Continua na fonte: Portal Aprendiz

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A falta de hábito de leitura e o analfabetismo funcional

Professor Marcus Garcia – Portal Segs

Segundo a ANL (Associação Nacional de Livrarias), o Brasil fechou 2012 com 3.481 livrarias em operação. Destas, 49% estão instaladas nas capitais dos 27 estados e no Distrito Federal, e as 51% restantes nas demais cidades. Como temos aproximadamente 197 milhões de habitantes, isto significa que há cerca de 1,8 livrarias para cada 100 mil habitantes.

Os dados do IDEB (Índice para o Desenvolvimento da Educação Básica) de 2012, divulgados pelo MEC, mostram que as 192.676 escolas de educação básica no país atendem 50.545.050 alunos. Mas, apenas perto de 64 mil delas possuem bibliotecas. Ou seja, não chega a ter uma biblioteca para cada mil alunos. Isso se reflete, é claro, no déficit de leitura do brasileiro.

O Instituto Pró-Livro realizou em 2011, um estudo no qual foram entrevistadas mais de 5 mil pessoas em 384 municípios. O levantamento revelou que a média de leitura do brasileiro é de quatro livros por ano, sendo que, somente cerca de 50% da população brasileira cultiva o hábito de leitura. Para fazer uma comparação com outros países, na França a média é de 12 livros por ano, na Espanha, 11, nos Estados Unidos, 10, na Argentina, seis, no Chile, cinco e na Colômbia, dois. Na Noruega, maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo, as pessoas leem cerca de 16 livros por ano. Não é um número tão alto comparado a outros países, mas impressiona o percentual da população que cultiva o hábito da leitura, que é de 96%. Continua na fonte: Brasil que lê

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