Arquivo do dia: 02/06/2013

Os 10 maiores poemas brasileiros de todos os tempos

Pedimos a 50 convidados — escritores, críticos, professores, jornalistas — que escolhessem os poemas mais significativos de autores brasileiros em todos os tempos. Cada participante poderia indicar entre um e dez poemas. Nenhum autor poderia ser citado mais de uma vez. 40 poemas foram indicados, mas, destes, apenas 24 tiveram mais de três citações. São eles: “A Máquina do Mundo”, “Procura da Poesia”, “Áporo” e “Flor e a Náusea”, de Carlos Drummond de Andrade; “O Cão Sem Plumas”, “Tecendo a Manhã” e “Uma Faca Só Lâmina”, de João Cabral de Melo Neto; “Invenção de Orfeu”, de Jorge de Lima; “O Inferno de Wall Street”, de Sousândrade; “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga; “Cobra Norato”, de Raul Bopp; “O Romanceiro da Inconfidência”, de Cecília Meireles; “Vozes d’África”, de Castro Alves; “Vou-me Embora pra Pasárgada” e “O Cacto”, de Manuel Bandeira; “Poema Sujo” e “Uma Fotografia Aérea”, de Ferreira Gullar; “Via Láctea” e “De Volta do Baile”, de Olavo Bilac; “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias; “As Cismas do Destino” e “Versos Íntimos”, de Augusto dos Anjos; “As Pombas”, de Raimundo Correia; “Soneto da Fi­delidade”, de Vinícius de Moraes. Eis a lista baseada no número de citações. Por motivo de direitos autorais, alguns poemas tiveram apenas trechos publicados. (acesse aqui) Fonte: Revista Bula

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British Library recebe canções dos Beatles

O aclamado biógrafo dos Beatles Hunter Davies doou cartas e canções manuscritas por John Lennon para Biblioteca Britânica, que irá expor os escritos na galeria dos Tesouros, junto com as obras de Beethoven e Shakespeare.

Entre os documentos cedidos à nação figuram as letras de canções tão míticas do quarteto de Liverpool como “Strawberry Fields Forever”, “She said she said” e “In My Life”.

Davies, que conheceu os Beatles no anos 60, doou seu arquivo da popular banda através de um programa governamental que oferece vantagens fiscais para quem presenteie o Estado com patrimônio artístico.

“Enquanto trabalhava em um novo livro sobre os Beatles, decidi que a Biblioteca Britânica deveria ter a melhor coleção pública de seus manuscritos, e estou feliz que graças a este programa isso pôde se tornar realidade”, declarou o escritor.

O diretor da Biblioteca Britânica, Roly Keating, se mostrou muito contente com o legado e afirmou que “a vitrine dedicada aos Beatles é uma das mais populares na galeria dos Tesouros”. “Os visitantes de todo o mundo se emocionam ao ver estas letras tão lendárias em suas minutas originais”, acrescentou.

A coleção dos Beatles é exposta na mesma seção que o texto da Carta Magna britânica e de obras de Beethoven e William Shakespeare. Davies, de 77 anos e autor em 1968 da única biografia autorizada do grupo, já tinha emprestado os documentos à Biblioteca, que agora os terá de forma permanente. “Quero que minha coleção dos Beatles permaneça junta, em um lugar e exposta ao público, e a Biblioteca Britânica é o lugar perfeito”, disse o escritor. Fonte: Terra

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Literatura brasileira: um problema lúdico

Por Márcia Tiburi

Há quem diga, por amor à retórica, às frases feitas ou ao senso comum, que não existe literatura brasileira em nossos dias. Por um lado, é uma ideia divertida e vale a pena brincar com ela tomando-a como provocação que faz pensar, pois o que poderá significar “literatura” ou até mesmo “literatura brasileira” não é questão de se jogar fora sem análise.

Podemos pensar a coisa toda em termos lúdicos, como se faz com um objeto quando se quer que ele sirva de brinquedo: uma pedra que vira cavalo, um sapato que vira carrinho, pedaço de papel que vira avião. A literatura pode ser este brinquedo: cada um pode inventar um significado e, dependendo de regras, podemos até brincar juntos. Escrevemos livros, publicamos e lemos uns aos outros. Até que alguém não vai mais querer brincar, vai sair jogando tudo para o alto por estar perdendo no jogo ou simplesmente por não gostar mais das regras. E, tudo bem, dirão os que continuarem a brincar para o colega que deixou a cena: pode brincar sozinho ou emburrar num canto. E, no meio do pátio literário, cada um que leia o que quiser. Assim é com os que escrevem ou leem literatura, acreditem ou não em sua existência. (continua) Fonte: Blog da Cosacnaify

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