Os legítimos heróis da resistência

Tecnologia e outras mudanças não ameaçam os livros

estantes de livros

Não são apenas as encomendas que ficam reservadas nas prateleiras, mas livros que atendam ao perfil dos frequentadores

Por Ludmila Azevedo

Conversar com um livreiro de sebo não é das tarefas mais fáceis. Eles interrompem o assunto toda vez que um cliente entra na loja. Mas pedem sempre desculpas de um jeito extremamente gentil, alegando que aquele senhor vai ali toda semana ou há várias décadas. A verdade é que a atenção é a mesma para os leitores de primeira viagem.

Para eles, os e-books, os saldões de grandes livrarias e os clássicos disponíveis de graça para download parecem não assustar. E de fato, só não vivem no universo paralelo porque sabem se adaptar aos novos tempos. “Meu pai achava que a internet ia fazer o livro perder o romantismo, porém isso não aconteceu. Além das três lojas, tenho meu catálogo na Estante Virtual. Já vendi para países como França e Portugal e percebi que temos que nos abrir para o novo. Nós livreiros somos eternos aprendizes”, revela Lourenço Carrato Crocco, um dos herdeiros da livraria e sebo Amadeu, com 65 anos de histórias. (continua) Fonte: O Tempo Magazine

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Arquivado em Artigos e entrevistas, Ciência da Informação: Biblioteconomia e arquivologia

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