O pouco apreço pela memória nacional

Problemas que vieram à tona na Biblioteca Nacional e no Arquivo Nacional,  expondo fragilidades estruturais nos prédios que abrigam os acervos das duas das  mais importantes instituições depositárias da história política e cultural do  Brasil, são mais uma evidência de que o país não é particularmente zeloso com  sua memória. Debilidades de instalações físicas, do que resultam transtornos  como infiltrações, comprometimento ambiental, refrigeração deficiente etc., se  agravam mais por leniência administrativa do que pela idade dos imóveis. É  justo, portanto, atribuir principalmente à ação (antes, à sua falta) do homem, e  não à fatalidade, a responsabilidade pelos reprováveis episódios em que, na  Biblioteca e no Arquivo, a preservação de preciosas peças do nosso passado — portanto, insubstituíveis — vive submetida a riscos. (continua) Fonte: O Globo

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