Trabalhador grava conversa com ex-patrão e prova ato discriminatório

A Sétima Turma do TST  confirmou a licitude de gravação telefônica  feita por um ex-empregado, na qual ele simulava ser seu futuro patrão. Na conversa, o gerente da confecção que o havia demitido alertava que o trabalhador, após deixar a empresa, havia  ajuizado ação trabalhista. A conduta empresarial foi reprovada pelos ministros do TST, que, no julgamento do caso, em 28 de novembro de 2012, ratificaram a configuração de ato discriminatório, que acabou  dificultando a obtenção de novo posto de trabalho. (continua) Fonte: TST

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Arquivado em Notícias jurisprudenciais

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