Embargos culturais: Para François Rabelais, o processo é algo desprezível

Por Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy

presente ensaio trata do ceticismo jurídico em François Rabelais (1494-1553), médico e escritor renascentista francês, autor de Gargantua e Pantagruel. Para o historiador da literatura, Otto Maria Carpeaux:
“Rabelais é um humanista muito especial: em vez de ficar entre os livros, sai para o ar livre, descobrindo o povo, a realidade. É um goliardo, saindo de escola e taverna para o novo mundo do Humanismo.”[1]

Rabelais conhecia o funcionamento da Justiça, antes de viver em Paris e em Montpellier (onde estudou Medicina) frequentou o curso de Direito em Poitiers. Correspondeu-se com Erasmo, considerava-se herético e insubordinado como Lutero ou Calvino. Seu humor é fino, cético, irreverente, e seu nome dá origem a adjetivo. Uma atitude “rabelaisiana” traduz um humor crítico, ácido, mordaz. (continue lendo) Fonte: Conjur

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