Arquivo do dia: 19/08/2012

O Trabalho em revista nº 359

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Chega ao Brasil a primeira obra-prima da literatura feita para o Twitter

É possível fazer literatura de qualidade no Twitter? Essa pergunta, que tem andado no ar há alguns anos, não teve até agora (terá um dia?) melhor resposta do que a que a escritora americana Jennifer Egan – autora do notável “A visita cruel do tempo”, resenhado aqui – deu em maio deste ano ao publicar no perfil da revista “The New Yorker” uma história de espionagem em forma de flood de tweets chamada Black box.

Quem ainda não leu pode acessar o conjunto inteiro (em inglês) no site da revista. Ou acompanhar a tradução, “Caixa preta”, que a editora Intrínseca publicará a partir desta segunda-feira, dia 20, até o dia 30, sempre das 22h às 23h, em sua conta no Twitter (@intrinseca). Ao fim desse prazo, a narrativa completa será lançada como e-book. A iniciativa é oportuna: uma “Caixa preta” basta para redimir quaisquer “Cinquenta (ou até mais) tons de cinza”.

Fonte: Veja. veja mais

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Biblioteca Nacional: conheça o Serviço de Atendimento à Distância, que possibilita a usuários de outras cidades o acesso ao acervo

A Divisão de Informação Documental (DINF) oferece aos usuários não residentes no município do Rio de Janeiro e do Grande Rio serviços de informação sobre o acervo, tais como: 
– levantamento e compilação de registros bibliográficos;
– reprodução do acervo (microfilmagem e digitalização);
– obtenção de cópias de textos de periódicos, através do Programa COMUT;
– pronta resposta (via correio eletrônico ou telefone);
Informações relativas á obtenção de número no ISBN e/ou registro de obras no EDA – Escritório de Direitos Autorais acesse os seguintes endereços: 
www.bn.br/isbn
www.bn.br/eda
 Para solicitar serviços a DINF, preencha o Formulário de Solicitação de Pesquisa
Base de Bibliografias Especiais
A DINF organizou uma base de dados, não exaustiva, composta pelos registros bibliográficos levantados a partir das solicitações de seus usuários. Para conhecê-la, embora não esteja totalmente revisada, clique no endereço abaixo:
– Pesquisas Elaboradas da Divisão de Informação Documental
Fonte: Biblioteca Nacional

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Língua portuguesa: remição ou remissão

A diferença é sutil. Os dois substantivos significam, nas acepções que vêm ao caso aqui, alívio – de uma dívida, pecado, obrigação ou imposto. Em nome do rigor etimológico, porém, o vocabulário jurídico estabelece uma diferença importante. Na remição, o alívio ou cessação da obrigação é conquistado pelo devedor por meio de pagamento; na remissão, por liberalidade do credor. A primeira palavra está mais próxima da ideia de resgate; a segunda, da ideia de perdão.

As origens também são diferentes. Remissão é um termo vindo diretamente do latim remissionis ainda no século 13, enquanto remição formou-se já em português em meados do século 19, a partir do verbo remir. Fonte: Revista Veja. veja mais

 

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Língua portuguesa: pronome antes ou depois do verbo?

1) Um leitor pede explicações sobre a colocação do pronome nos seguintes exemplos: a) “Nosso pai sempre nos incentivou a ser fortes“; b) “A miséria compele-nos a não ter prurido“.

 2) Comecemos pela observação da realidade de fato do segundo exemplo: “A miséria compele-nos…”. Nele, podem-se extrair os seguintes aspectos: a) Nessa oração, o sujeito é a miséria, o verbo é compele, e o complemento é nos; b) Quando se tem um exemplo nessa ordem, diz-se que ele está na ordem direta (que é a própria ordem do raciocínio lógico).

 3) Quanto às regras de colocação do pronome, faz-se o seguinte raciocínio: a) O estudo para a colocação do pronome oblíquo átono centra-se no verbo, que é a base de sustentação sonora para a melhor localização do pronome, que não tem autonomia sonora); b) Se o pronome vem antes do verbo, há a próclise (“Ele se despediu“); c) Se o pronome vem no meio do verbo, há mesóclise (“Ele despedir-se-ia“); d) Se o pronome vem depois do verbo, há ênclise (“Ele despediu-se”); e) Se, como no caso, não há palavra atrativa antes do verbo, pode-se usar o pronome, facultativamente, em próclise ou em ênclise.

 4) Vale dizer, na prática: a) “A miséria nos compele a não ter prurido” (correto); b) “A miséria compele-nos a não ter prurido“.

 5) Vamos, agora, ao primeiro exemplo: “Nosso pai sempre nos incentivou…“. Nele se podem ver os seguintes aspectos: a) O sujeito é nosso pai, o verbo é incentivou, e o complemento é nos; b) O exemplo não está na ordem direta; c) Existe, antes do verbo, uma daquelas palavras atrativas; d) Especificando melhor, as palavras atrativas são as negativas (não, nunca, nada, ninguém, jamais, nem), os advérbios (sempre, frequentemente, ontem, amanhã), os pronomes relativos (que, o qual, cujo), os pronomes indefinidos (tudo, alguém) e as conjunções subordinativas (se, quando, conforme, como).

 6) Ora, se existe uma palavra atrativa antes do verbo, é obrigatória a próclise.

 7) Em conclusão prática para o primeiro exemplo: a) “Nosso pai sempre nos incentivou…” (correto); b) “Nosso pai sempre incentivou-nos…” (errado).

 8) Resumindo as possibilidades para o caso da consulta: a) “A miséria nos compele a não ter prurido” (correto); b) “A miséria compele-nos a não ter prurido” (correto); c) “Nosso pai sempre nos incentivou…” (correto); d) “Nosso pai sempre incentivou-nos…” (errado).

Fonte: Migalhas

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