Arquivo do dia: 10/08/2012

100 anos de Jorge Amado

ver vídeo. Fonte: Biblioteca Nacional

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Humor: mineirinho no tribunal

Seu Bento, o mineirinho, pensou melhor e decidiu que os ferimentos que tinha sofrido num acidente de tráfego, duas semanas antes, eram suficientemente sérios. Valia a pena processar o dono do outro carro.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Bento:

Advogado:
― O Senhor não disse na hora do acidente que estava muito bem?
Seu Bento:
― Bão, vô-lhe contá o que acunteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete…
Advogado (interrompendo):
― Eu não pedi detalhes! Só responda à pergunta, o senhor não disse na cena do acidente que estava muito bem?
Seu Bento:
― Bão, eu fiz a mula subi na caminhonete e tava desceno a rodovia…
Advogado (dirigindo-se ao juiz):
― Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas depois, ele está processando meu cliente. Isso é fraudulento! Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta?
Mas, a essa altura, o juiz estava muito interessado na resposta de seu Bento e respondeu ao advogado:
― Eu gostaria de ouvir até o fim o que ele tem a dizer.
Seu Bento agradeceu ao juiz e prosseguiu:
― Como eu tava dizeno, fiz subi a mula na caminhonete e tava  desceno a rodovia quando uma picapi atravessô o sinar vermeio e bateu na minha caminhonete bem na laterar. Eu fui jogado fora do carro prum lado da esa e a mula foi jogada protro lado. Eu tava muito firido e num pudia mi movê.  
E continuou:
— De quarqué jeito, eu pudia ouvi a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, eu pude percebê que ela tava muito mar. Logo adispois do acidente, os guarda chegô no locar. Teve um que oviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma zoiada nela, ele pegô a arma e atirô bem nos ôio do animar. Então, o policiar atravessô a estrada ca arma na mão, oiô pra mim e disse ansim:
— Óia, sua mula tava muito mar e eu tive que atirá nela. Cumé que o senhô tá se sentino?
— O senhô ia respondê o quê, meritísso?”

(Colaboração José Horta Manzano)

Fonte: Blog da Dad

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Polêmica revista em trajes íntimos gera mais uma indenização a distribuidora farmacêutica

Sem poder optar por ser revistado individualmente, um empregado da Distribuidora Farmacêutica Panarello Ltda. que se sentia constrangido nas revistas visuais em grupo nas quais os empregados eram obrigados a ficar apenas com trajes íntimos chegou a pedir demissão para não mais ser submetido ao procedimento. Ele pediu e ganhou indenização por danos morais e o reconhecimento de rescisão indireta por falta grave da empregadora. Com isso, receberá todas as verbas rescisórias a que tem direito o trabalhador dispensado sem motivo.  Fonte: TST. veja mais

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12 de agosto: Dia dos Pais

Aquele que obriga o menino a estudar, também é aquele que leva pro jogo de futebol. Aquele que proibe o namoro da adolescente, também é aquele que leva ao shopping! Às vezes pai, às vezes amigo, em todos os momentos: aquele que protege.

PARABÉNS PAIS

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Bompreço é condenado por revistar empregados de forma constrangedora

O Bompreço Supermercados do Nordeste Ltda. foi condenado pela Justiça do Trabalho ao pagamento de indenização por dano moral, no valor de R$ 20 mil, a um empregado que sofreu revistas íntimas constrangedoras na entrada e saída do trabalho. A empresa recorreu, mas a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso, ficando mantida a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (AL). 

Na reclamação, o empregado alegou que, por cerca de três anos, teve de se submeter a revistas íntimas constrangedoras e vexatórias, uma vez que eram realizadas na presença de colegas que, ao contrário dele, não precisavam passar por aquilo, por serem amigos do fiscalizador. As revistas foram realizadas desde a admissão do empregado até o fim de 2004, quando a empresa parou com procedimento. O primeiro grau arbitrou a indenização em R$ 50 mil, valor reduzido pelo Tribunal Regional para R$ 20 mil, em observância ao princípio da proporcionalidade. Fonte: TST. veja mais

Leitura complementar (disponível na Biblioteca do MPT/RN:

NUNES, Rosana Marques. A revista íntima como cláusula restritiva de direitos fundamentais no direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2011. 136 p.

BRASIL. Revista íntima de empregados: na contramão do direito à intimidade. Salvador: Procuradoria Regional do Trabalho da 5ª Região,2010-.

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