A questão do livro e leitura

Fundação Biblioteca Nacional assume o comando da política pública do livro

Duas grandes bibliotecas nacionais arrumam a casa, e enfrentam polêmicas. A de Nova York, fundada em 1895, anunciou um plano de renovação no valor de US$ 300 milhões que prevê a venda de filiais e a mudança de formato: quer deixar de ser apenas uma biblioteca de referência e abrir para o público, fazendo empréstimos e convidando as pessoas para usar as instalações. Para tal, terá de levar parte do seu acervo para lugares mais distantes. Estão previstos também um café e área para computadores, e o fechamento durante dois anos para as obras. Mais de 200 bibliotecários tradicionalistas, pesquisadores e escritores – Mario Vargas Llosa é um deles – assinaram uma carta de repúdio.

 O Brasil ainda não chegou ao ponto de querer mexer no bicentenário prédio da Biblioteca Nacional, no centro do Rio de Janeiro. Mas a instituição não deixa de estar no palco de outro debate: a centralização de toda a política pública do livro e leitura na Fundação Biblioteca Nacional. Fonte: O Estadão. veja a íntegra

Marcos de Paulo/AE 
Marcos de Paulo/AE

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